Nos Curta no Facebook

Fecha em 30 Segundos...!!!Fechar Agora X

1º Lugar nas Buscas Orgânicas - Confira Clientes Satisfeitos

Além dos Bilhões doados abertamente ao MST e o apoio à invasão de terras e roubo de alimentos...

As prefeituras são obrigadas a comprar merenda escolar e alimentos para o fome zero do MST - alimentos de baixa qualidade e que não tinham saída - hoje se paga por estes, muito mais caro que alimentos de boa qualidade.

O fome zero e merenda nunca tiveram por objetivo a população e sim subsidiar o MST e é disto que EUA e Canadá reclamam na OMC: subsídio a agricultores.

Exigem transparência nestas contas que ultrapassam R$1,5 bilhões ao ano - retaliação de Obama que sabe que estas contas não baterão e que a presidanta irá se complicar.

As Prefeituras São Obrigadas A Comprar Merenda Escolar E Alimentos Para O Fome Zero Do MST

1- EUA e Canadá voltam a questionar subvenções no Brasil

EUA e Canadá voltaram a incluir na agenda da semana que vem do Comitê Agrícola da Organização Mundial do Comércio (OMC) questionamentos ao Brasil sobre programas de subsídios em vigor no país.

Os EUA insistem em obter detalhes sobre o real montante de subsídios domésticos no Brasil, especificamente aqueles referentes ao Prêmio de Escoamento de Produto (PEP). Querem saber, por exemplo, qual é a parte dos produtos beneficiados destinada à exportação.

Quando esse questionamento foi feito há três meses, a delegação brasileira respondeu que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estava desenvolvendo um "mecanismo de controle" que poderá tornar os dados disponíveis no futuro. Desta vez, Washington apresentará mais duas questões sobre o montante de subsídios domésticos brasileiros.

Também o Canadá continua cobrando explicações sobre desonerações concedidas pelo "Plano Brasil Maior" que beneficiam a agricultura. Os canadenses focam especificamente na isenção de 20% da contribuição previdenciária se 50% ou mais do faturamento tiver origem em exportações.

O Brasil já respondeu que apenas foi alterada a metodologia de cálculo da contribuição e que não se trata de um subsídio. A União Brasileira de Avicultura (Ubabef), por sua vez, explicou que "a desoneração da folha [de pagamento] não está ligada às receitas de exportações, e sim ao que é produzido com destinação ao mercado interno", indicando seu receio de que isso seja interpretado internacionalmente como subsídio às exportações. A suspeita canadense é que a desoneração está beneficiando outros segmentos, além de suínos, frango, bovinos, vinho, ração e lácteos.

Conforme estudo divulgado ontem pela OCDE, o Brasil passou de país que taxa o seu setor agrícola, em termos líquidos, para um país que oferece um moderado volume de subsídios ao setor. Segundo a entidade, entre 1995 e 1997 o setor agrícola brasileiro pagava 12% de sua receita bruta a mais do que recebia de apoio do governo. Já entre 2010 e 2012, 5% da receita bruta dos produtores veio de subsídios do governo.

Isso explica os crescentes questionamentos de parceiros sobre a política de Brasília na OMC. O Brasil oferece pouco subsídio aos agricultores, o que reflete sua forte competitividade nas exportações e uma política comercial relativamente aberta no setor. Mas a OCDE chama a atenção para a variedade de medidas, que incluem preços mínimos, intervenção no sistema de crédito com taxas preferenciais e reescalonamento de dívidas.

A OCDE sugere que mecanismos existentes, como o Bolsa Família, poderiam proteger a renda do agricultor de maneira mais efetiva. Também alerta para o "grande risco" do uso ineficiente de recursos em programas dos ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário se não houver melhor foco sobre quem serão os beneficiários.

http://www.didatus.com.br/noticias/noticia.asp?id=748

2- EUA questionam isenções e ações de programas sociais brasileiros

Argumento de críticas na OMC é de que programas de alimentação para estudantes e pobres esconderiam subsídios

O governo dos EUA questiona os programas sociais e de ajuda alimentar a famílias pobres no Brasil, sob a suspeita de que sejam estratégias e mecanismos de subsidiar de forma indireta a agricultura e produtores rurais, violando regras internacionais.

Ontem, a Casa Branca foi à Organização Mundial do Comércio (OMC) cobrar transparência do Brasil sobre quanto o governo tem de fato usado em esquemas de distribuição de alimentos que foram expandidos nos últimos anos. O governo americano questiona até mesmo o Programa Nacional de Alimentação Escolar, que estabelece fundos para a merenda.

Não se trata, por enquanto, de uma disputa comercial nos tribunais da OMC. Tanto o governo dos EUA quanto o do Canadá levantaram o debate durante reuniões regulares do Comitê de Agricultura da OMC. Ottawa e Washington já haviam questionado outros aspectos dos incentivos fiscais que o Brasil dá a seus produtores.

A cobrança de Washington é direcionada ao programa expandido no Brasil em 2009, quando a merenda escolar passa a utilizar um volume maior da agricultura familiar (MST). Por lei, governos municipais e estaduais são obrigados a usar no mínimo 30% dos recursos repassados pelo governo federal para alimentação escolar para comprar produtos da agricultura familiar.

Na época, o Ministério do Desenvolvimento Agrário disse que a lei da merenda escolar abriu mercado a produtos com dificuldades de comercialização. Cerca de R$ 3 bilhões já foram usados para atender a 44 milhões de crianças na rede pública. A suspeita, porém, é de que essa seria uma forma indireta de apoio ao produtor agrícola.

Dados. Ontem, o governo americano pediu que o Brasil forneça dados completos sobre quanto foi usado para comprar a produção local e o detalhamento dos setores beneficiados. Os EUA pediram explicações do Brasil sobre o fato de que o volume de dinheiro público no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) tenha crescido de forma substancial em 2010 e pediu que o País reapresente seus cálculos de quanto gasta à OMC.

O Itamaraty justificou que não havia por que reapresentar os dados e disse que o aumento era apenas resultado de uma contabilidade que passou a incluir os gastos do Ministério do Desenvolvimento Social. Comunicados do governo indicam que, em dez anos, o PAA recebeu R$ 5 bilhões em investimentos. A presidente Dilma já indicou que seu governo comprou 830 mil toneladas de alimentos, com investimentos de R$ 1,75 bilhão. Para 2013, a previsão de investimento é de R$ 1,4 bilhão.

O governo do Canadá também insistiu em obter detalhes de como funciona o Plano Brasil Maior e o fato de que produtores estariam sendo beneficiados por isenções fiscais. Ottawa pediu uma explicação do Brasil sobre o impacto financeiro dessa ajuda governamental.

JAMIL CHADE, CORRESPONDENTE / GENEBRA - O Estado de S.Paulo

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,eua-questionam-isencoes-e-acoes-de-programas-sociais-brasileiros-,1079321,0.htm

3- AS PREFEITURAS SÃO OBRIGADAS A COMPRAR MERENDA ESCOLAR E ALIMENTOS PARA O FOME ZERO DO MST - ALIMENTOS DE BAIXA QUALIDADE E QUE NÃO TINHAM SAÍDA - HOJE SE PAGA POR ESTES, MUITO MAIS CARO QUE ALIMENTOS DE BOA QUALIDADE.

O FOME ZERO E MERENDA NUNCA TIVERAM POR OBJETIVO A POPULAÇÃO E SIM SUBSIDIAR O MST E É DISTO QUE EUA E CANADÁ RECLAMAM NA OMC: SUBSÍDIO A AGRICULTORES.

Exigem transparência nestas contas que ultrapassam R$1,5 Bilhões ao ano - Retaliação de OBAMA que sabe que estas contas não baterão e que a PRESIDANTA irá se complicar.

4- A ESPIONAGEM AMERICANA EM DETALHES
AS PREFEITURAS SÃO OBRIGADAS A COMPRAR MERENDA ESCOLAR E ALIMENTOS PARA O FOME ZERO DO MST 12

Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

comente: blog@artisnobilis.com