Nos Curta no Facebook

Fecha em 30 Segundos...!!!Fechar Agora X

Sites Realizados - Testimonial - Fotos

FUI DADO PARA CRIAR AOS 9 MESES DE IDADE ( o terror que meus pais tornaram minha vida )

Aos 9 meses e sem saber de nada, fui entregue por meu pai (professor da então Faculdade de Farmácia de Araraquara e minha mãe ambos donos da Farmácia Jardim que rendeu uma fazenda e 7 casas de aluguel) para ser criado por meus avós paternos na Usina Tamoio (Secção Aparecida).

Soube que meu pai nunca quis se casar com minha mãe e só casou por ela estar grávida e sempre a espancava violentamente...

Minha mãe para disfaçar que casou grávida fez cerariana e nasci com 6 meses de gestação...(escutei tudo de meus avós). Tenho bexiga peguena, mal desenvolvida e dois médicos confirmaram que é comum para quem nasce antes de completar a gestação (prematuro)...

Já aos 4 ou 5 anos tinha psoríase que é originada por um fator emocional grave (na época chamavam de impingem uma micose e vivia fantasiado de azul de metileno e violeta de genciana). Passamos até por Dr. Arthur Porto, dermatologista, que diagnosticou como impingem. Só aos 14 anos num exame médico para frequentar a piscina do Clube Náutico Araraquara o Dr. Wiliam Roberto Olivi diagnosticou como Psoríase (me entupiu de diazepan e cortisona dos 14 aos 30 anos de idade).

Parei de crescer aos 14 anos devido à cortisona que sela a ponta dos ossos em crescimento.

Teve um lado bom parar de crescer, até os 14 anos passava a vergonha de usar calças no meio da canela, pois não havia dinheiro para comprar. Fantasiado de azul de metileno, calças curtas e cabelo de "mariner" (minha tia Marília fazia parte de campanhas do agasalho e eu tinha que ali caçar roupas usadas). Minha avó me arrumou um emprego de 1/2 período que meu pai não permitiu, pois seria vergonha diante de seus colegas ter um filho trabalhando.  

O motivo principal da Psoríase aos 4 anos de idade era não ter mãe, ficava apavorado. Minha avó não permitia que a chamasse de mãe, pois não tinha idade para isto e seria vergonha para ela. Quem eu devia chamar de mãe eu via raramente: chamava-me de "menino" e eu a chamava como todos "Ercy".

Minha 1ª visita a o cardiologista foi aos 14 anos, pois o coração disparava (havia me tornado ateu aos 11 anos e tinha pavor de não ter mais Deus para me proteger). Nada diagnosticado em vários eletros (só alguns anos depois Dr. Edson Arruda, psiquiatra, diagnosticou como emocional).

Sou ateu. Tornei-me ateu aos 11 anos de idade quando me mandaram de volta para meus pais. Meu pai espancava minha mãe diariamente, eu assustado olhava, então ele me pisou no pescoço.  Nesta mesma época minha mãe, que me chamava de menino, me quebrou o nariz com uma mamadeira de vidro do meu irmão Geraldo Dorta Jardim, recém nascido (detalhes).

Os 1ºs tempos como ateu, ainda criança, era assustador: eu tinha Deus para me proteger, rezava todos os dias e de repente estava só.

Passei terror até os 17 quando fui mandado embora por impedir com uma arma que minha mãe apanhasse mais.
Meus pais, Geraldo Silva Jardim (ex professor da UNESP Farmácia em Araraquara, SP.) e Ercy Bernadetti de Oliveira Dorta Jardim (eu a vi apanhar de ficar roxa diariamente com hora marcada) meu pai chegava à noite e a procurava para bater por 6 anos, gritava de os vizinhos ouvirem e todos os irmãos pequenos fugiam. Eu tive o pescoço lesionado aos 11 anos quando assustado assisti uma surra. Aos 17 o impedi de agredir e a bondosa senhora, minha mãe, que aceitou ele me mandar para fora de casa.

O motivo das surras foi uma reunião dos meus avós e tios paternos no 1º, ou segundo dia que passei a morar com este casal de doidos. Nesta reunião meu pai foi ameaçado pelos irmãos de levar uma surra se deixasse minha mãe (ele já tinha outra família).

Eu fui mandado para lá 1 ou 2 dias antes desta reunião (será coincidência, ou achavam que eu podia salvar o casamento?

Tem coisas que ouvi e que aconteceu comigo que tenho muita vergonha de contar, mas aqui estará em breve.

Aos 18 fazia o serviço militar na AFA em Pirassununga, caí de um caminhão de grama (uma corcova de grama e tantos soldados que eu não tinha como segurar na guarda de proteção da cabine) numa curva.
Isto me gerou uma lesão o cóccix (inflamação e remoção deste ou de um cisto). Vários meses no hospital da aeronáutica. Mais de um ano entre arames de aço e dreno para a carne se formar. e após isto ainda não conseguia sentar, pois esticava a pele da bunda (as nádegas se soldaram de modo indevido).

Neste tempo meu pai apareceu com minhas irmãs e mãe ao hospital e alegou que nada mais iria acontecer que haveria paz.
Fui para casa de alta médica, voltei alguns meses depois, para retirar os arames e nova alta.

Quando voltei ainda em alta médica o oficial do dia queria me prender, pois minha turma já havia dado baixa. Baixa como se eu estava em alta médica? E exigiu meu uniforme e tive que emprestar roupas civis e fui ao médico Dr. Fernandez (ou Fernandes) que deu nova alta e pediu que encaminhasse a alta ao oficial do dia que inicialmente se recusou a aceitar, pois eu estava na lista de baixa. Nada foi feito quando a nova alta terminou. Eu havia dado baixa e pronto. Acontece que novos problemas apareceram quando pude sentar, dores nos quadris, mancava um pouco para andar.

Fiquei doente em casa, fui para 52 quilos, tinha 70 quando soldado. Não podia tomar nem água que o estômago doía muito e não fui mais atrás de minha baixa falsa, nunca peguei a reservista, nunca tive título de eleitor.

Só voltei a o quartel 1 ano depois e nada havia acontecido (não tinha ideia de que deveria entrar com ação na justiça militar).
Fiquei com sequelas diversas (alguns anos depois, descobri uma perna mais curta).

Nos 52 quilos fui ao psiquiatra Dr. Edson Arruda (economizei meu soldo no quartel) que me deu Diazelong à noite e Stelapar de manhã e tudo se ajeitou. 52 quilos por ter que voltar para aquela casa. Mesmo meu pai quase não estando presente, era uma gritaria só.

Meus pais tentaram me matar aos 11 meses de idade

Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

comente: blog@artisnobilis.com