Nos Curta no Facebook

Fecha em 30 Segundos...!!!Fechar Agora X

1º Lugar nas Buscas Orgânicas - Confira Clientes Satisfeitos

Os brasileiros acreditam em médicos como os índios acreditam em curandeiros...

FACULDADES PAGOU PASSOU os FALSOS MÉDICOS de SANTOS, SP

O conhecimento dobrava a cada 150 anos, em 1999 dobrava a cada 4 anos e em 2020 deve dobrar a cada 74 dias: http://cbn.globoradio.globo.com - abre página nova sem fechar esta...

61% dos médicos são reprovados para trabalhar no estado de São Paulo, mas o CFM desconsidera a avaliação do CREMESP https://br.noticias.yahoo.com - abre página nova sem fechar esta...

Por volta de 2001 eu estava tomando um chopp no Gonzaga em Santos com uma amiga e o namorado. O namorado era médico cirurgião plástico e nos informou que uma colega se formou em medicina frequentando 3 ou 4 aulas por ano: Que ela ficava no barzinho em frente a faculdade tomando cerveja... A amiga era Sheila Ângela Silva e o namorado dela eu esqueci o nome...

1- FACULDADES PAGOU PASSOU - FALSOS MÉDICOS DE SANTOS - MÉDICOS ANALFABETOS FUNCIONAIS - MÉDICOS LIMÍTROFES (QI ABAIXO DE 80). Compra de diplomas. Comprar diplomas (leia artigo 1 abaixo no final da página).

INFORMAÇÕES ESCONDIDAS PARA NÃO FALIR LABORATÓRIOS, HOSPITAIS E MÉDICOS - o custo para colher células tronco da barriga, fazer cultura e injetar na veia é menor que R$500,00 - O médico mais "barato" cobra R$100.000,00 em João Pessoa, PB - O veterinário cobra R$3.000,00 pelo mesmo trabalho - O Médico Mexicano cobra R$30.000,00 pelo mesmo trabalho - 70% dos brasileiros seriam curados em poucos meses por técnicos de enfermagem, bastariam equipamentos baratos de cultura (Em muito casos se obtém acima de 250 milhões de células diretamente da gordura e não é necessária a cultura)

Foi criado um excesso de especializações no BRASIL para haver lugar para Médicos que não são necessários, um encaminha para outro, que encaminha para outro e eu fico rodando. 

Regeneração celular, ou medicina regenerativa, ou Biologia Molecular das Células-Tronco: A medicina americana e brasileira tentam desacreditar o que se faz no México, João Pessoa, Niterói (pelos médicos e dentistas) e em todo o Brasil pelos veterinários, que é a retirada de células da gordura abdominal, sua cultura e injetar na veia diretamente. Em muito casos se obtém acima de 250 milhões de células diretamente da gordura e não é necessária a cultura.

VÁ A UM DENTISTA (OU VETERINÁRIO) E DE BRINDE CURE SEUS RINS, COLUNA E SAIA DE PELE NOVA

A- EFEITO CHICOTE NA CERVICAL

Diagnósticos e Exames Médicos

Em 2008 tive um acidente de carro (conhecido como efeito chicote):

Quando se está um pouco adiantado do encosto de cabeça e se leva uma pancada atrás (nem precisa ser muito forte).

O pescoço geralmente quebra e a morte é instantânea. O meu não quebrou, ao descer do carro para dar bronca notei que estava com a cabeça caída e não subia.

O primeiro médico, da Santa Casa de Santos, (os cursos de medicina daqui foram proibidos pelo MEC de iniciar novas turmas por ter a maior quantidade de alunos por professor do país - faculdade pagou passou) me mandou colocar aquele colarinho de espuma, tomar diclofenaco e que eu estaria bom em 5 dias. Eu lhe disse ser portador de síndrome de Crohn e que antiinflamatórios tinham efeito contrário: ao tomar antiinflamatório meu joelho piorava num acidente anterior.

Com a cabeça caída e não subindo ele disse que não era nada, que na radiografia não deu nada ( a Sta Casa de Santos tinha [e deve ter] aquela radiografia de borrão, não digital ).

Não deu outra: em 5 dias meus ombros sumiram ( me olhava no espelho e via o ombro direito na metade da distância de onde deveria estar e o esquerdo sumiu - foi parar junto da coluna nas costas) pensei a sério em me matar devido a dor.

Nos EUA e Portugal eu receberia apenas bolsas de gelo por alguns dias. O Gelo é antinflamatório vasoconstritor e o Diclofenaco um antinflamatório vasodilatador.

Fui a muitos outros médicos (chorava para andar de carro) os exames revelaram que minha coluna cervical estava invertida e os ombros congelados de tanta contratura e inflamações causadas pelos antiinflamatórios e corticoides. Os médicos de Santos, todos os 8 pelos quais passei, apenas Dr. Antonio da Policlinica do José Menino já havia ouvido falar em "Síndrome de Crohn" e no manual de reumatologia da Dra. Emília Sato (maior autoridade brasileira em reumatologia professora da Unifesp). Passei por todos os médicos particulares mais famosos de Santos. Dra. Emília Inoue Sato Reumatologista.

O manual da Dra. Emília (R$350,00 há 5 anos) deixa claro que em 1 em cada 10 pessoas os antiinflamatórios e corticóides têm ação contrária: ao atacar o sistema gástrico, piora os males das articulações. "1 em cada 10" e em Santos isto é desconhecido.

Que a Síndrome de Crohn é uma inflamação não detectada em exames de sangue e os médicos se Santos faziam exames de sangue e diziam que não tinha inflamação alguma.

Cada médico tinha uma opinião e cada fisioterapeuta (também de faculdades pagou passou) procedimentos diferentes.

O 1º médico com a radiografia borrão poderia ter acertado que foi um pequeno acidente, mas desconhecia a Síndrome de Crohn e o manual de reumatologia da Dra. Emília Sato que eu teria que tomar Diclofenaco, que ignorasse Crohn e Dra. Emília Sato que eu já vinha pesquisando forte desde que (acima) Dr. Arnaldo Marchesoni alegou (problema no joelho há 10 anos antes disto) que eu tinha que parar com todo e qualquer remédio, tinha aguentar a dor e andar bastante de bengalas. Que minha reação a remédios era indicativo que eu tinha a doença de Crohn.

Tentei diagnosticar o Crohn num hospital estadual em Santos. O Crohn provoca diarréias constantes. Qualquer diarréia que se iniciava eu demorava 3 meses para combater. No 1º dos 3 dias de preparo para a Coloscopia tive diarréia tão violenta que tive que desistir. Me desidrataria, chegaria ao hospital de fraudas, e agravaria o Crohn e tive medo de não parar mais a diarréia.

3 anos se passaram e descobri que a cabeça se deslocou na 1ª vértebra (se parece com uma pequena bacia, o osso do quadril) os médicos só olharam as vértebras da segunda em diante que são semelhantes ao restante da coluna. A 1ª vértebra que liga a cabeça à coluna tem aproximados 15 centímetros de diâmetro e se calcificou fora do lugar. Com a calcificação por 3 anos esta parte dos ligamentos cruzados do pescoço ficaram sem se movimentar e encurtaram (se contraíram). Descobri por conta a calcificação e iniciei movimentos bruscos para que ela se quebrasse (corri riscos estando por conta própria), eu fazia umas "danças" violentas jogando o pescoço para os lados, para frente e atrás. Até que um dia fez um enorme barulho e quebrou a calcificação. O pescoço iniciou movimentos, mas os ligamentos cruzados estavam encurtados. A calcificação voltou, mas cada vez era mais fácil de quebrar. Pelo barulho menor e pela quebra mais fácil sei que estou vencendo a calcificação e que as cartilagens estão se formando no local. 4 anos enfrentando esta calcificação e mesmo aos 60 anos eu sinto que estou vencendo...

Intercalo (momentos de muita dor) os ombros quase no lugar, mas com movimentos limitados. Estou por conta própria, com 6 anestésicos Dormonid tomados ao dia (comprados no mercado negro [camelôs]). Durante o acidente cheguei a tomar por meses 12 dormonids ao dia para não me matar. Agora, após 8 anos, tomo uns 2 para suportar a dor para dormir.

Dr. Antonio (Policlínica J Menino) me pediu exames de sangue onde tenho que jejuar por 12 horas, e que com umas 9 horas de jejum tenho diarréia violenta que me impedem de comparecer ao exame.

A cabeça ergue pouco, mas tenho ainda muita limitação para olhar de lado e a dor ou tem intensidade média e constante e ou tenho picos de muita dor e contraturas. Os ombros nunca voltaram a o lugar (estão mais perto do pescoço) e devido a isto os braços ficaram menores e é uma luta no pós evacuação: na maioria das vezes a coluna estala e doi.

ATUALIZANDO E RESUMINDO 13/4/2013

Tenho apneia há muitos anos, mas dormindo na lateral (sobre os ombros) o queixo não obstruía, deitava com as costas sobre a ponta de um travesseiro de penas bem grosso que me impedia de virar de costas. Dormia bem e sem dores. Em 2008 sofri um "efeito chicote" em São Vicente e percebi a gravidade, quis de imediato ir para um bom hospital em São Paulo, mas minha esposa não acreditou e me levou pro PS da Santa Casa de Santos. Disseram que não era nada, que em 5 dias estaria bem. Me receitaram Diclofenaco, que me faz ação contrária, me incha mais as juntas (assim como a Cortisona). Tive um acidente no Joelho há alguns anos e o médico descobriu que não posso tomar remédios, me mandou parar com os remédios, enfrentar a dor e andar. Com 15 dias meu ombro esquerdo e omoplata foram parar junto a coluna (me olhando de frente não via o ombro). O queixo foi parar no peito e não dava para usar colar cervical. Os médicos particulares me indicavam receitas para estimular as endorfinas, e relaxantes musculares para dorezinhas de atletas. Não tinham ideia da dor de tendões supra espinais se esgarçando. Me mandavam para Fisioterapeutas que me machucavam tanto que só conseguia voltar neles 30 dias depois (não dava para usar papel higiênico). Depois me mandaram fazer criogenia e por o ombro no lugar de uma só vez e esgarçou os ligamentos do ombro, omoplata (não posso encostar o omoplata em cadeira ou cama), e que liga o manguito na cervical. A Condroitina e Glucosamina me ajudam, mas causam um refluxo que me inflama a garganta, ouvidos e entope o nariz (tenho apneia). Agora para dormir são 4 Dormonids e um aparelho parecido com o de Bruxismo com furo no meio para respirar. O refluxo já causa muitos estragos e dormir de boca aberta mais ainda. Acabou-se o dinheiro, raras horas de trabalho na semana. Ouço uns poucos médicos falarem que só o Hospital São Paulo pode resolver meu caso, mas que teria que arrumar um comprovante de endereço da região. A maioria só me encaminha para outro que encaminha para outro, SUS e AMES...

No acidente pedi para minha esposa fotografar a motorista e o carro e ela se negou (a minha esposa). Desci com dificuldades, anotei a placa e dei na mão dela que enfiou na bolsa. No dia e dias seguintes (ela estava dirigindo e era dona no carro) ela se negou a fazer o BO, mais alguns dias um cliente que trabalhava com DPVAT se ofereceu para acompanhá-la para fazer o BO e ela alegou ter perdido a placa e um documento fornecido pelo 1º médico para fazer o BO. Se negou a gastar 1 Real até ver que parei de trabalhar, então me levou em sub médicos particulares de Santos. Quando um cliente ligava ela gritava comigo até eu ir ao cliente fazer orçamento (caso da Imobiliária Nieto onde fui dopado de Dormonid).

Nos meses seguintes, onde eu chorava para andar de carro (o ombro esquerdo e omoplata se juntaram à coluna e o queixo bateu no peito) minha esposa queria que assinasse um contrato de compra de um apartamento no Condomínio Agua Play (em construção), onde se eu morresse a dívida estaria quitada. Tomava 12 Dormonids ao dia para não me matar...

Nos momentos que antecederam o acidente em avenida movimentada e de alta velocidade em São Vicente, o sinal abria e minha esposa não saia com o carro, carros buzinavam. Eu avisava que o sinal abriu e ela gritava comigo. No momento do acidente o semáforo já havia aberto, ela não avançou com o carro, pediu que eu pegasse um bloco de notas no porta luvas e neste momento bateram atrás.

Dr. Oronzo Pirchio, ortopedista, cobrava, R$200,00 falava sem parar, receitou diacereína, e amiptrilina, que levavam a contraturas abdominais onde meu batimento cardíaco ia a 40 batimentos por minuto e parecia que ia morrer, pois tinha que respirar forçado. Punha a mão no meu ombro e me botava para fora em 15 minutos exatos. Eu tomava 1/2 dormonid para conseguir chegar. Na terceira consulta ele já tinha me posto para fora e eu tirei a camisa e lhe mostrei o ombro nas costas junto da coluna, entrei novamente, pediu que fosse a um fisioterapeuta que com criocinésio terapia colocaria meu ombro no lugar de uma vez (anestesia com gelo - veja pedido). Estouraram ou esgarçaram meus ligamentos do ombro e o supra espinal que liga o manguito na coluna. Fiquei e estou pior, não posso encostar o omoplata em cadeiras, cama. Formaram caroços.

Dr. Antonio Carlos Ribeiro S. Novaes, ("Fui professor de medicina em Paris") reumatiologista, me indicou cortisona injetável, pediu antes exames de sangue e que esquecesse Crohn e Dra. Emília Sato. Com a cortisona injetável (veja cintilografia após a cortisona) o corpo inflamou inteiro, a coluna toda doía, quadril estalava e doía muito, os pés estalavam e doíam, tive uma inflamação generalizada.

Dr. German Vassilieff, ortopedista, disse que eu estava com uma contratura monstruosa, meu pescoço não tinha movimento algum e quanto a deu ombro me recomendou o médico abaixo que atendia na sala ao lado.

Eu não tinha contratura monstruosa, descobri que o lado esquerdo da cabeça tinha um leve movimento abaixo da orelha e que o lado esquerdo não tinha movimento algum, concluí por uma calcificação e iniciei movimentos bruscos com a cabeça e pescoço por dias até que estalou muito forte e comecei a movimentar a cabeça e pescoço. Ao movimentar, onde fraturei a calcificação, fazia barulho e insisti nos movimentos para gastar a calcificação. Alguns dias depois calcificou novamente e em mais alguns dias quebrei a calcificação e insisti no movimento. Os anos de calcificação me encurtaram os ligamentos cruzados do pescoço que venho tentando alongar há anos.

Dr. German Vassilieff e o médico abaixo (reunidos) após endoscopia e ressonância em meu ombro optaram por uma cirurgia para alongar o manguito encurtado (que puxava o supra espinal) que causava muita dor e raspar e remover uma calcificação no ombro (diagnósticos). Ficaria em R$100.000,00 a cirurgia.

Já haviam passado anos, estava morando de aluguel e com um carro 2004, não tive como arrumar tando dinheiro.

Alguns meses depois encontrei Dr. German Vassilieff no AMES (creio que sua clínica assumiu o AMES de Santos) e este estava reunido com outros médicos dando instruções "estamos aqui para fazer a fila andar, encaminhem os pacientes para outros médicos e exames rapidamente" escutei. Na hora que me atendeu disse que não tinha nada que resolvesse meu ombro com hidroterapia.

Na fila do AMES um senhor morreu a meu lado antes do AMES abrir. Coloquei os dedos e sua jugular e vi que estava morto, não deu tempo de ninguém usar o celular e chegou uma ambulância com 2 sujeitos rindo, puseram ele numa maca sem examinar, o colocaram na ambulância e foram embora. Nada nos jornais ou TV. Alguma câmera de vigilância deve ficar postada e ambulância posicionada com atores rindo prontos para encobrir as mortes na fila do AMES.

Dr. Mário Pierry Filho, especialista em ombros, após endoscopia e ressonância em meu ombro optou por uma cirurgia para alongar o manguito encurtado (que puxava o supra espinal) que causava muita dor e raspar e remover uma calcificação no ombro (diagnósticos). Ficaria em R$100.000,00 a cirurgia.

B- A IMBECILIDADE DOS MÉDICOS DE SANTOS: Pedem cintilografias ósseas com contraste, ressonâncias, tomografias e cada um que vê o mesmo exame (diagnósticos) fala coisas diferentes. Para 1 tenho problemas genéticos, para outros fraturas de mais de 30 anos. Ninguém compreende um fechamento ósseo, uma parada de crescimento aos 14 anos. Um Legista que encontrasse minha clavícula esquerda diria que o morto teria 14 anos. Ninguém conhece Crohn e os efeitos de drogas dobre seus portadores. Cheguei a comprar o manual de Reumatologia da Dra. Emília Sato titular da UNIFESP e Escola Paulista de Medicina e ficavam ofendidos quando tentava lhes explicar.

Minha última cintilografia óssea o próprio instituto (o mesmo do instituto do sono) coloca em NEGRITO e com interrogação a minha clavícula direita "grandes deformidades, trauma??" nunca tive acidente algum na clavícula direita (diagnósticos).

Alunos de Faculdades Particulares são clientes: Paga e tira o diploma. Não são inteligentes para disputar vaga em vestibulares das grandes Universidades Públicas. Grande parte com QI abaixo de 80.

Exemplo: As Faculdades Oswaldo Cruz em São Paulo entregou um diploma de Contabilidade à uma aluna com microcefalia que não forma ou entende frases para uma redação. Por mais que explique, esta contadora não diferencia "mais" de "mas"...

2- UMA SUCESSÃO DE ERROS MÉDICOS QUE COMEÇARAM AOS 7 ANOS DE IDADE (o pior está ao final do texto - leia o início para entender o final - 1 erro foi levando à outros)

 

Tinha 17 anos e me alistei na AFA em Pirassununga, para fazer serviço militar, ter moradia, comida e 1/2 salário mínimo. Ao final de 1974 iria prestar exames para (fazia o 3º ano do 2º Grau a noite) cadete e ser oficial aviador. Em setembro cai de um caminhão basculante com uma corcova de grama enorme e não havia onde segurar. Passei meses internado no hospital da AFA, o coccix inflamou, tive febre alta onde me cobriram de bolsas de gelo (tive alucinações). Dr. Fernandez (s) fez uma cirurgia no coccix, onde colocaram vários arames de aço e dreno para a carne se formar. Em dezembro me deram alta para ir para casa e voltar a cada mês, viajava em pé em 3 ônibus de Pirassununga até Araraquara. Voltei para tirar os arames e soube que minha turma havia dado baixa. Fui reclamar com um oficial que não poderia dar baixa assim, estava de licença médica, entreguei a licença médica a ele, mas ele viu meu nome na lista de baixa e exigiu que tirasse o uniforme. Tive que emprestar roupas para sair do quartel. Voltei para ser atendido em março e tive alta definitiva. Reclamei de dores no pé (abriu), coluna lombar, mas estava de roupas civis e Dr. Fernandez ficou de me dar um apoio. Falei com o mesmo oficial de meses atrás e nada foi resolvido. Me neguei a pegar a reservista e fui esperando. (veja foto da HORRIPILANTE cirurgia DO COCCIX alguns dias)

Durante 1975 fui para 53 kg (tinha 70 no quartel) pela inatividade (não podia fazer atividades físicas), por ter que estar novamente na casa de meus pais. Arrumei um emprego de vendedor, mas mal podia andar, sentava de lado com dificuldades. Frequentei o psiquiatra Dr. Edson Arruda, que suicidou-se alguns anos depois, que me receitou Stelapar de manhã e Diazetard a noite.

Usei o INPS em Araraquara, trações lombares e nestes exames descobri que fiquei com uma perna mais curta. Meu pé abriu, coluna lombar afetou e muitos anos depois descobri que a bacia foi afetada. Deveria ter entrado na Justiça Militar, mas fui inocente e esperei anos por uma solução. Ligava sempre para o oficial em Pirassununga que sempre alegava ainda não ter tido resposta. Só pude tirar título de eleitor depois dos 45 anos. Sentar, andar ainda doem e agora com 60 anos está bem pior.

Humberto Zenóbio Picolini (major da reserva) entrou na AFA antes, convivemos como soldados por meses, mas na época de meu acidente, creio que já era cadete, mas tenho certeza que se lembra que fui soldado. Lanes, que foi soldado comigo, no ano seguinte o encontrei como Policial Rodoviário e morava em Ribeirão Preto.

Se tivesse acionado a Justiça Militar teria direito a ser TRATADO no Hospital Central da Aeronáutica no Rio (que na época era muito bom) e se este não resolvesse teria direito a aposentadoria como 3º Sargento (aproximados R$2.500,00 mensais).

Parei de crescer aos 14 anos e só me dei conta no serviço militar onde fui informado de minhas medidas e lembrei que tinha 1,67 m quando entrei na escola IEEBA. No quartel estava com 1,675 metros.

Nunca entendi, e nunca me preocupei com isto, até aos 30 anos ao ler um artigo sobre os males da Cortisona: Fechava os ossos parando o crescimento, causava inflamações intestinais crônicas. Descobri a Diprosalic pomada (cortisona e ácido salicílico - o ácido come a pele descamada e a cortisona resolve o restante).

Aos 14 anos fiz radiografia com Dr. Gerson, neurologista e não tinha nada. Aos 20 anos fiz uma radiografia para sinusite e revelou um osso no centro da região pineal (osso no cérebro no tamanho de um ovo de codorna) e fui ao Dr. Cicogna, neurologista, que alegou que 1 em cada 1000 pessoas têm isto e que não causava problemas (Este osso veio da Cortisona!).

A- Morava na Usina Tamoyo, secção Aparecida, a maior usina de açúcar do mundo (parte dos municípios de Ibaté, Araraquara, Boa Esperança do Sul, Ribeirão Bonito e Guatapará, SP - A linha de trem interna chegava a Guatapará por algumas fazendas de açúcar que não eram dos Morganti).

Tive febre alta numa noite de muita chuva, meu avô ligou para o pediatra, Dr. Genaro Granata, que por 7 Km de terra e com certeza de alagamentos nas imediações da ponte do Rio Chibarro chegou em 40 minutos aproximados.

Tomei uma Benzetacil (deduzo pelo pó branco misturado com água e a dor que passei).

Alguns meses depois comecei a ter taquicardia (160 batimentos/minuto) e muitos gases.

Ali pelos 12 anos fiz exames cardíacos com Dr. Ivo Jardim (primo em 2º grau) e eu não tinha nada.

A taquicardia continuou e fui a Dr. Gerson, neurologista, que com uma radiografia e eletroencefalograma disse que eu não tinha nada.

Mas, eu tinha! A Benzetacil acabou com minha flora intestinal provocando tantos gases que o coração ia por vezes a 160 batimentos.

Eu mesmo descobri que (já quase adulto) tomando um pouco de água com vinagre, soltava uns puns e arrotos e a taquicardia passava.

Hoje existem pró bióticos (não são lactobacilos - são bactérias e leveduras presentes no intestino de grandes animais) e transplante de fezes para resolver tal problema.

B- PAREI DE CRESCER AOS 14 ANOS: fui fazer exame médico para frequentar a piscina do clube Náutico Araraquara, e Dr. Wiliam Roberto Olivi disse que tinha Psoríase (não contagioso de origem psicossomática e semelhante ao Vitiligo - mão branca) e que fosse a seu consultório (até então outro dermatologista, Dr. Moacyr Couto, professor da UNESP me diagnosticou com IMPINGEM e me fantasiou, dos 7 aos 14 anos de idade com, AZUL DE METILENO - eu parecia artista de circo).

Me receitou Cortisona em comprimidos e Diazepan que tomei dos 14 aos 30 anos de idade (parava por vezes, mas a psoríase voltava - como as pessoas achavam aquilo contagioso e eu trabalhava com comércio, voltava a tomar).

C- CAÍ DE UM CAMINHÃO - Ao impedir que meu pai espancasse minha mãe (infos 1) (infos 2) fui mandado embora de casa, voltei para a casa de meu avô Mauro Jardim (até então eu tinha a certeza de fazer medicina, meu Tio Gualter Jardim era médico formado pela USP Ribeirão e meu Pai, Farmacêutico pela mesma USP. Desde 2 ou 3 anos de idade já sabia pelo meu avô que eu seria médico, com 6 anos já lia as revistas médicas e livros que meu tio descartava. Mas com o AVC do meu avô meu tio João Paulo Silva Jardim e minha tia Marília Silva Jardim haviam assumido o poder na casa e percebi que não seria mais médico. Meus tios me tratavam muito mal, fui criado por meu Avô dos 9 meses aos 11 anos e creio que temiam que se eu ficasse ali teria direito a herança (meu avô tinha 7 casas, um grande sítio e boa aposentadoria).

Tinha 17 anos e me alistei na AFA em Pirassununga, para fazer serviço militar, ter moradia, comida e 1/2 salário mínimo. Ao final de 1974 iria prestar exames para (fazia o 3º ano do 2º Grau a noite) cadete e ser oficial aviador. Em setembro cai de um caminhão basculante com uma corcova de grama enorme e não havia onde segurar. Passei meses internado no hospital da AFA, o coccix inflamou, tive febre alta onde me cobriram de bolsas de gelo (tive alucinações). Dr. Fernandez (s) fez uma cirurgia no coccix, onde colocaram vários arames de aço e dreno para a carne se formar. Em dezembro me deram alta para ir para casa e voltar a cada mês, viajava em pé em 3 ônibus de Pirassununga até Araraquara. Voltei para tirar os arames e soube que minha turma havia dado baixa. Fui reclamar com um oficial que não poderia dar baixa assim, estava de licença médica, entreguei a licença médica a ele, mas ele viu meu nome na lista de baixa e exigiu que tirasse o uniforme. Tive que emprestar roupas para sair do quartel. Voltei para ser atendido em março e tive alta definitiva. Reclamei de dores no pé (abriu), coluna lombar, mas estava de roupas civis e Dr. Fernandez ficou de me dar um apoio. Falei com o mesmo oficial de meses atrás e nada foi resolvido. Me neguei a pegar a reservista e fui esperando. (veja foto da HORRIPILANTE cirurgia DO COCCIX alguns dias)

Durante 1975 fui para 53 kg (tinha 70 no quartel) pela inatividade (não podia fazer atividades físicas), por ter que estar novamente na casa de meus pais. Arrumei um emprego de vendedor, mas mal podia andar, sentava de lado com dificuldades. Frequentei o psiquiatra Dr. Edson Arruda, que suicidou-se alguns anos depois, que me receitou Stelapar de manhã e Diazetard a noite.

Usei o INPS em Araraquara, trações lombares e nestes exames descobri que fiquei com uma perna mais curta. Meu pé abriu, coluna lombar afetou e muitos anos depois descobri que a bacia foi afetada. Deveria ter entrado na Justiça Militar, mas fui inocente e esperei anos por uma solução. Ligava sempre para o oficial em Pirassununga que sempre alegava ainda não ter tido resposta. Só pude tirar título de eleitor depois dos 45 anos. Sentar, andar ainda doem e agora com 60 anos está bem pior.

Humberto Zenóbio Picollini (major da reserva) entrou na AFA antes, convivemos como soldados por meses, mas na época de meu acidente, creio que já era cadete, mas tenho certeza que se lembra que fui soldado. Lanes, que foi soldado comigo, no ano seguinte o encontrei como Policial Rodoviário e morava em Ribeirão Preto.

Se tivesse acionado a Justiça Militar teria direito a ser TRATADO no Hospital Central da Aeronáutica no Rio (que na época era muito bom) e se este não resolvesse teria direito a aposentadoria como 3º Sargento (aproximados R$2.500,00 mensais).

D- AINDA A CORTISONA: Tive uma dor no joelho que veio do nada e foi aumentando. Fui ao Dr. Arnaldo Marchesoni , clínico geral (muito bom) que me receitou diclofenaco e o joelho inchou, piorou e doeu muito mais. Voltei e me receitou Cortisona injetável, e a perna inchou semelhante a elefantíase, comecei a chorar para andar, formaram varizes enormes.

Voltei a Dr. Arnaldo Marchesoni que alegou que eu tinha que parar com todo e qualquer remédio, tinha aguentar a dor e andar bastante de bengalas. Que minha reação a remédios era indicativo que eu tinha a doença de Crohn.

Não andava, mesmo de bengalas, mais de uma quadra, estava totalmente sem dinheiro, minha família me tratando muito mal e eu não tinha a menor ideia do motivo. Tinha que para comer, carregar minha mãe em estado terminal de câncer, a carregava chorando de dor no joelho (muitos anos depois fiquei sabendo disto).

Sem dinheiro e família, ao minha mãe falecer, vendi o meu 1/5 do valor da casa herdada por R$10.000,00 (valia R$100.000,00 o meu 1/5). Iria vender por R$25.000,00 para o inquilino do salão da frente, mas quase fui morto e não podia me defender. Vendi a meu irmão Geraldo, pedi 6 meses para sair da casa. Comprei uma moto usada, um computador usado e comecei a gravar CDs, andando de moto e um pouco à pé para vender CDs o joelho foi melhorando. Usei bengalas por 1,5 anos, depois mais uns 2 anos com dor em redução.

Mudei para Santos, SP (para não ser maltratado) e começar vida nova.

E- APÊNDICE SUPURADO - Sem família e amigos tive um apêndice supurado, juntei umas roupas e fui para a Santa Casa de Santos. Disse: estou com apêndice supurado! Já são 3 dias de muita dor e hoje tive vômitos e febre.

A radiografia revelou a mancha que eu já esperava e fui operado. Dra. Regina, anestesiologista foi muito simpática: Fiquei acordado batendo papo durante a cirurgia, mas não atrapalhei.

Ao final da cirurgia o médico castelhano que me operou, deu uma bronca: Estava tudo arrebentado, fezes por todo o lado, que eu esperei muito para procurar socorro. No 1º momento, 3 dias antes, eu já havia auto diagnosticado a apendicite e ligado para a família e filhos em Araraquara pedindo companhia por alguns dias. Ninguém veio. Quando vieram os vômitos tive certeza da supuração e fui pro hospital.

Nos dias seguintes tive que lutar com um problema já diagnosticado há anos pelo Prof. Dr. Mário Francisco Real Gabrielli da UNESP Araraquara: Antes da cirurgia eu dormia de bruços, ou sobre os ombros, pois de costas meu queixo cai e obstrui a respiração. Quando o Mário diagnosticou e pediu que o procurasse na UNESP, tive que sair de Araraquara pelos maus-tratos familiares ( fui dado para criar para lá e para cá ).

Fiquei, creio que 9 dias no hospital, lutando para não dormir, sabia que morreria naquela posição. Não havia como virar de lado com a barriga enorme, inchada, com dreno, saindo líquidos da lavagem no intestino (parecia uma grávida). Comuniquei ao médico que me visitava (creio que um residente presente na cirurgia) que no 5º dia não resisti ficar acordado, que consciente, mas sem respiração e reação, o queixo caiu, o coração disparou, eu não conseguia abrir a boca e respirar. E então meu coração parou, me vi flutuando e vendo meu corpo! Repentinamente o coração voltou a bater forte e consegui abrir a boca e ficar acordado novamente.

O médico riu! E saiu...

Um pouco mais tarde uma enfermeira veio trocar o soro, o rolo de esparadrapos pequeno acabou e ela o esqueceu sobre a mesinha ao lado de minha cama. Me apossei do rolo, o enfiei na boca, testei e vi que não sairia sozinho.

Tentei dormir, mas acordava em sobressaltos com a garganta seca. Acordava com trancos no coração pela queimação de respirar pela boca e o trauma da parada cardíaca.

Comecei a ter pressão alta por não dormir. Não dormir por muitos dias mata por hipertensão.

Começaram a me tratar de pressão alta.

No 9º dia (creio) me deram alta, peguei um taxi e ao chegar em casa medi minha pressão (aparelho novo e homologado) e estava 22 X 12. Liguei para a Drogamed que era do Alexandre e pedi por um motoboy um remédio para pressão.

Ainda, ( com 22 x 12 ) enquanto aguardava o remédio, tive que fazer uma corcova na cama com travesseiros e cobertores para que quando dormisse ficasse com a cabeça caída para trás e a boca abrisse ao dormir. Testei e comprovei que a boca abria e o queixo não obstruía a respiração.

Fui liberado da Santa Casa de Santos com 22 X 12 de pressão. Passei alguns dias caído no apartamento (não sei precisar quantos). Tomei antibiótico para anaeróbicas que na bula cita alucinações. De olhos abertos não tinha alucinação, mas ao fechar os olhos imagens coloridas e amórficas passavam em alta velocidade (aterrorizante). Trocava o curativo diariamente e lavava com sabonete conforme recomendações médicas.

Foram 3 meses para parar de vazar ( o dreno foi tirado pela Evelin Ferle, da Imobiliária Ferle, no elevador por estar com 15 dias de atraso no aluguel ) o buraco do dreno parou de vazar 1º e o corte por último.

Liguei pro Alexandre da Farmácia Drogamed me ceder um motoboy para fazer um saque e pagar a Evelin Ferle - Imobiliária Ferle (isto com uns 15 dias da alta médica). Ela me arrancou o dreno no elevador e tentou enfiar o dedo no buraco (uma mulher muito grande e forte).

Fui à delegacia (taxi) de São Vicente e se recusaram a fazer o botetim de ocorrência. Depois soube no prédio, edifício Internacional, 800 apartamentos na divisa de Santos com São Vicente que os Ferle chegaram ali falidos e assumiram o controle do prédio, que pessoas desapareciam. Que várias famílias procuraram por entes que tiveram a última residência ali e nunca mais foram encontrados.

Soube que não fui morto e desaparecido por dona Alda ser minha amiga. Com 90 anos me fazia a feira, passava 2 X ao dia para saber como estava e se precisava de algo do mercadinho. Sra. Alda morava só apesar de boa relação com os filhos em São Paulo.

Sei de uma família (me informaram e fiz contato pessoal) que teve a filha de 4 anos ameaçada de desaparecer por correr pelos corredores e fazer o barulho natural de crianças (moravam numa kitchenette minúscula e o prédio não possuía área de laser).

Com 3:30 e 9:00 minutos deste ÁUDIO a mãe da Evelin Ferle me faz ameaças e confessa ilegalidades ( eu estava com 30 dias de atraso - a 1ª cobrança com agressão logo que saí do hospital eu pude pagar ). Eu estava com 30 dias que a barriga havia parado de vazar, mas ao andar algumas quadras minha pressão subia muito. Não podia andar de moto, pois fiquei com uma espécie de labirintite e não conseguia me equilibrar na moto. Tentei vender a moto, mas apareceu uma restrição federal.

Não podia sair para trabalhar, pois havia a ameaça de desaparecerem com minhas coisas (quando comecei a fazer meus 1ºs sites para 3ºs). Não podia perder meu computador e vídeo aulas. Fiz um 1º site para o Alexandre da Rally Veículos (combinei que se gostasse pagaria o quanto quisesse). O Dério adorou e pediu outro site e em 1 ano eu tinha 30 sites de veículos em 3 cidades.

Fiz um telegrama com AR (a portaria assinou) relatando os fatos e que se algo me acontecesse eles seriam os culpados. Coloquei no telegrama também que a delegacia de SV havia se recusado a fazer ocorrência.

Os Ferle então me contataram por um advogado e eu lhe disse que sairia quando quisesse, que não pagaria mais! O advogado me propôs um contrato assinado onde eu ficaria mais 6 meses no apartamento sem pagar e assinamos.

No advogado tive a certeza que o dono do apartamento (eu tinha contrato assinado) não existia, era um morto, conforme fui informado no prédio. Quis assinar um termo, quis falar com o proprietário, mas tive que assinar com o advogado. No prédio fui informado que os Ferle, ali no Internacional e em muitos outros tinham muitos apartamentos em nome de mortos.

Não tinha amigos reais, mas na Internet 2 amigas me ofereceram ajuda. Fui conhecer a 1ª em Jundiaí: Era amante do patrão há muitos anos, mostrou sua casa maravilhosa (onde moraríamos) e continuaria a ser amante do patrão. Após 2 anos nos separaríamos e a casa seria minha, o casamento seria só para encobrir a vergonha que ela passou sendo abandonada pelo noivo no altar. Sandra secretária da Rebovisa em Campo Limpo Paulista ao lado de Jundiaí...

Fui conhecer a 2ª em Carapicuíba, que se ofereceu para alugar um apartamento para morarmos juntos. Logo que cheguei, vendeu todas as minhas coisas, comprou tudo novo. E comunicou que iríamos nos casar. Comuniquei que não nos conhecíamos para tanto, que achava suspeito meu divórcio à revelia, que queria me inteirar de um divórcio que soube por muitos anos depois de ocorrido. Era para morarmos juntos, mas de imediato após me mudar veio a exigência do casamento. A saúde estava melhorando, mas ela controlava todas as finanças. Ou casava, ou teria que alugar um AP mobiliado e financiar um computador.

Mas a apneia piorou muito após a cirurgia do apêndice: com os remédios ingeridos o nariz passou a entupir por refluxo, então não era mais só o queixo. O apêndice produz glóbulos brancos como a coluna vertebral e é uma reserva de pro bióticos. Os remédios para aneróbicas, e a falta do apêndice me agravaram a síndrome de Crohn.

Fui ao IC do HC onde Dr. João Ruoco, otorrino e pediu endoscopia nasal e exames de apneia. Foi diagnosticado desvio de septo (uma mamadeira de vidro cheia quando conheci minha mãe aos 11 anos de idade) e um tumor (cisto). Diagnosticado com apneia grave no Instituto do Sono (Dr. Mário Real Francisco Gabrielli havia diagnosticado que uma simples e única cirurgia de arcada dentária resolveria). Fui operado no HC em São Paulo de Palato e Septo.

Fiz os exames cardíacos no Instituto do Coração e fui aprovado para a cirurgia. O Septo, foi uma loucura: O antialérgico dos "astronautas" e um antibiótico que nunca ouvi falar me dispararam a pressão. Nos 2 dias de internação eu urinava sem parar em contrações, pequenos esguichos constantes de urina não me permitiam tirar o Urinol (papagaio - mijador). Chegando em casa minha pressão regulava ensopando uma toalha de banho com meio litro de sangue em todas as madrugadas.

No PS do HC, todas as madrugadas, me davam remédio para pressão sub-lingual. E um residente DOIDO concluiu que meu nariz estava torto e o puxou violentamente para a esquerda.

Tudo isto, sangrava meio litro toda madrugada, puxaram meu nariz violentamente, nunca fizeram o procedimento contra a aderência (toda cirurgia de septo, diariamente, são verificadas aderências e estas descoladas, abertas ou o septo pode ficar mais fechado que antes da cirurgia). Procedimento nunca feito e o septo ficou mais fechado que antes da cirurgia.

Devido a reação aos remédios experimentais (os médicos ganham passagens para Paris, New York e etc. para receitarem estes remédios e fazerem relatórios). O IC do HC é pago, é como Hospital particular e tem como função arrecadar a qualquer custo verbas para o HC. Meu batimento cardíaco foi no pós operatório a 115 por minuto. 1 mês depois permanecia a 115. Li que isto não pode ficar assim e que prejudica, passei num cardiologista que me receitou Rivotril que me deu faringite e rachaduras no nariz (mais um dia tomando teria que tomar antibióticos novamente), me lembrei de um amigo que tomava um remédio de pressão que reduzia o batimento, liguei para ele, tomei por 1 semana, voltou ao normal e parei.

O Palato, céu da boca, fizeram um buraco tão grande que para tomar água me engasgo, vai direto para a garganta sem engolir. Para comer, basta a comida estar na boca para ir pro pulmão. Com a comida na boca não posso respirar. A comida para na ligação dos ouvidos com a garganta causando inflamações constantes. Um gargarejo normal não retira a comida dos ouvidos, tenho que fazer um gargarejo lento, soprando pouco ar, para a água descer até os ouvidos (quase vai, por vezes vai água nos pulmões e me engasgo) e retirar arros, carne moída... Além de inflamar posso me engasgar horas depois de comer com a comida que sai dos ouvidos e vai para os pulmões. O esforço é enorme (reflexo) para tirar a comida dos pulmões e que geralmente depois vai parar no septo e com muito jeito tenho que tirar sem voltar novamente para os pulmões.

Fui informado que na retirada do tumor (cisto) eu teria laios de sangue permanentes no nariz e estes laios só duraram 15 dias. Sinto que o cisto está de volta, muita pressão interna fecha a narina esquerda logo acima da arcada dentária e no início na narina.

Eu tinha um problema na arcada dentária diagnosticado por Prof. Dr. Mário Francisco Real Gabrielli e me fecharam mais o septo e fizeram um IMPENSÁVEL buraco no Palato que não permite a língua ter controle sobre engolir.

Minha apneia piorou ainda mais, minha vida financeira decaiu e acabei no Sus, Ames, Ambesp de Santos. Lá com anos consegui uma indicação para o HC em SP. Lá chegando, fui atendido por um Neuro, lhe expliquei meu caso e ele ficou bravo, que meu caso não era neurológico, me mandou embora. Desci no 1º andar do HC onde fazem a carteirinha e te encaminham para o médico.

Me encaminharam novamente para o mesmo Neuro (voltei à Santos e voltei para SP), que deu pulos, me ofendeu! Expliquei que segundo as explicações do 1º andar ele deveria me atender e me encaminhar para onde achasse necessário. Me levou até um guichê cheio de mulheres, falou com uma (eram um pouco antes das 8 da manhã) que me pediu que aguardasse. Umas 4 horas depois fui até a mulher que só ergueu os olhos e pediu que aguardasse, as 15 h voltei na mulher (notei que ela me olhava de tempo em tempo) e mandou que aguardasse. Fui embora, tenho uma cirurgia no coccix que não me permite sentar por todo este tempo (o mesmo acidente do coccix, afetou a bacia, lombar, abriu o pé) ou ficar em pé por este tempo.

Voltei na Ambesp em Santos, falei com a assistente social, que o encaminhamento para o neurologista tinha dado muito trabalho, gritos e ofensas. Ela gritou comigo: Toda a apneia é neurológica! Ignorante, minha apneia é mecânica diagnosticada como arcada dentária por Prof. Dr. Mário Francisco Real Gabrielli chefe do setor buco-maxilo da UNESP Araraquara (médico e dentista).

No dia seguinte ela me arrumou um encaminhamento para o Instituto do Sono. E lhe disse, disse e mostrei ao médico de Santos, que já tinha diagnóstico do Instituto do Sono constatando apneia grave. Já vinha mostrando em Santos o diagnóstico e reclamando da cirurgia do HC que me deixou pior.

Leia sobre CÉLULAS TRONCO NA CHINA

Faculdades Pagou Passou Falsos Médicos Limítrofes em Santos SP

Faculdades Pagou Passou 1
Faculdades Pagou Passou 2
Atenção: Se este conteúdo for retirado do ar judicialmente, ou por hackers, tenho o mesmo conteúdo em outro domínio e servidor Brasileiro. Outros na Holanda e Dinamarca, onde a justiça raramente tira qualquer conteúdo. Não encontrando este conteúdo neste domínio, faça buscas pelos artigos e conteúdo presente neste site e encontrará no Baidu buscador chinês, ou no Google. Este conteúdo na Holanda e Dinamarca está pago por 5 anos e não tenho acesso.

Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

comente: blog@artisnobilis.com