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O Fascismo do PT contra os Médicos os FAZEM PARECER PIOR QUE JÁ SÃO

No início do governo LULA muitas faculdades de medicina FORAM FECHADAS, faculdades do tipo PAGOU PASSOU e parecia algo do bem, mas NOVAS E BOAS FACULDADES PÚBLICAS NÃO FORAM ABERTAS. Cotas Raciais foram instituídas, 8.000 filhos do MST foram fazer MEDICINA em CUBA. Quando os "MÉDICOS CUBANOS" COMEÇARAM A CHEGAR NA VENEZUELA logo assumiram o COMANDO DAS POLÍCIAS. 7.000 MILITARES FORAM PRESOS.

1- O fascismo do PT contra os médicos

02/09/2013 - 03h05

O PT está usando uma tática de difamação contra os médicos brasileiros igual à usada pelos nazistas contra os judeus: colando neles a imagem de interesseiros e insensíveis ao sofrimento do povo e, com isso, fazendo com que as pessoas acreditem que a reação dos médicos brasileiros é fruto de reserva de mercado. Os médicos brasileiros viraram os "judeus do PT".

Uma pergunta que não quer calar é por que justamente agora o governo "descobriu" que existem áreas do Brasil que precisam de médicos? Seria porque o governo quer aproveitar a instabilidade das manifestações para criar um bode expiatório? Pura retórica fascista e comunista.

E por que os médicos brasileiros "não querem ir"?

A resposta é outra pergunta: por que o governo do PT não investiu numa medicina no interior do país com sustentação técnica e de pessoal necessária, à semelhança do investimento no poder jurídico (mais barato)?

O PT não está nem aí para quem morre de dor de barriga, só quer ganhar eleição. E, para isso, quer "contrapor" os bons cidadãos médicos comunistas (como a gente do PT) que não querem dinheiro (risadas?) aos médicos brasileiros playboys. Difamação descarada de uma classe inteira.

A população já é desinformada sobre a vida dos médicos, achando que são todos uns milionários, quando a maioria esmagadora trabalha sob forte pressão e desvalorização salarial. A ideia de que médicos ganham muito é uma mentira. A formação é cara, longa, competitiva, incerta, violenta, difícil, estressante, e a oferta de emprego decente está aquém do investimento na formação.

Ganha-se menos do que a profissão exige em termos de responsabilidade prática e do desgaste que a formação implica, para não falar do desgaste do cotidiano. Os médicos são obrigados a ter vários empregos e a trabalhar correndo para poder pagar suas contas e as das suas famílias.

Trabalha-se muito, sob o olhar duro da população. As pessoas pensam que os médicos são os culpados de a saúde ser um lixo.

Assim como os judeus foram o bode expiatório dos nazistas, os médicos brasileiros estão sendo oferecidos como causa do sofrimento da população. Um escândalo.

É um erro achar que "um médico só faz o verão", como se uma "andorinha só fizesse o verão". Um médico não pode curar dor de barriga quando faltam gaze, equipamento, pessoal capacitado da área médica, como enfermeiras, assistentes de enfermagem, assistentes sociais, ambulâncias, estradas, leitos, remédios.

Só o senso comum que nada entende do cotidiano médico pode pensar que a presença de um médico no meio do nada "salva vidas". Isso é coisa de cinema barato.

E tem mais. Além do fato de os médicos cubanos serem mal formados, aliás, como tudo que é cubano, com exceção dos charutos, esses coitados vão pagar o pato pelo vazio técnico e procedimental em que serão jogados. Sem falar no fato de que não vão ganhar salário e estarão fora dos direitos trabalhistas. Tudo isso porque nosso governo é comunista como o de Cuba. Negócios entre "camaradas". Trabalho escravo a céu aberto e na cara de todo mundo.

Quando um paciente morre numa cadeira porque o médico não tem o que fazer com ele (falta tudo a sua volta para realizar o atendimento prático), a família, a mídia e o poder jurídico não vão cobrar do Ministério da Saúde a morte daquele infeliz.

É o médico (Dr. Fulano, Dra. Sicrana) quem paga o pato. Muitas vezes a solidão do médico é enorme, e o governo nunca esteve nem aí para isso. Agora, "arregaça as mangas" e resolve "salvar o povo".

A difamação vai piorar quando a culpa for jogada nos órgãos profissionais da categoria, dizendo que os médicos brasileiros não querem ir para locais difíceis, mas tampouco aceitam que o governo "salvador da pátria" importe seus escravos cubanos para salvar o povo. Mais uma vez, vemos uma medida retórica tomar o lugar de um problema de infraestrutura nunca enfrentado.

Ninguém é contra médicos estrangeiros, mas por que esses cubanos não devem passar pelas provas de validação dos diplomas como quaisquer outros? Porque vivemos sob um governo autoritário e populista.

Luiz Felipe Pondé

Luiz Felipe Pondé, pernambucano, filósofo, escritor e ensaísta, doutor pela USP, pós-doutorado em epistemologia pela Universidade de Tel Aviv, professor da PUC-SP e da Faap, discute temas como comportamento contemporâneo, religião, niilismo, ciência. Autor de vários títulos, entre eles, "Contra um mundo melhor" (Ed. LeYa). Escreve às segundas na versão impressa de "Ilustrada".

 

2- 42 mil leitos do SUS desativados entre outubro de 2005 e junho de 2012. CFM fez um levantamento nos recursos físicos disponíveis

Quase 13 mil leitos foram desativados na rede pública de saúde desde janeiro de 2010. Naquele mês, o SUS (Sistema Único de Saúde) contava com 361 mil leitos, número que, em julho deste ano, caiu para 348.303. No mesmo período, no entanto, a quantidade de leitos privados e aqueles destinados aos beneficiários de planos de saúde aumentou de 142.260 para 155.698, um acréscimo de 13.438.

As informações foram apuradas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) junto ao Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), do Ministério da Saúde. O período escolhido levou em conta informação do próprio governo de que os números anteriores a 2010 poderiam não estar atualizados.

Para o presidente do CFM, Roberto Luiz d'Ávila, os dados revelam, de forma contraditória, o favorecimento da esfera privada em detrimento da pública na prestação da assistência à saúde.

"Estes números são apenas uns dos desdobramentos do subfinanciamento público no Brasil, principal responsável pelas dificuldades do SUS. Convocar mais médicos e oferecer menos leitos me parece uma contradição. Isso é jogar sob a responsabilidade dos médicos esse cenário de abandono do sistema público de saúde".

Mais atingidas
 
As especialidades mais atingidas com o corte foram a psiquiatria (-7.449 leitos), pediatria (-5.992), obstetrícia (-3.431) e cirurgia geral (-340). Em números absolutos, os Estados das regiões sudeste e nordeste foram os que mais sofreram redução no período. Só no Rio de Janeiro, por exemplo, 4.621 leitos foram desativados desde 2010.

Na sequência, aparece Minas Gerais (-1.443 leitos) e São Paulo (-1.315). No Nordeste, foi no Maranhão o maior corte (-1.181). Entre as capitais, foram os fluminenses os que mais perderam leitos na rede pública (-1.113), seguidos pelos fortalezenses (-467) e curitibanos (-325).  
 
Na outra ponta, apenas nove Estados apresentaram números positivos no cálculo final de leitos ativados e desativados nos últimos dois anos e meio: Rondônia (629), Rio Grande do Sul (351), Espírito Santo (239), Santa Catarina (205), Mato Grosso (146), Distrito Federal (123), Amapá (93), Roraima (24) e Tocantins (9).

Nas capitais, 14 delas conseguiram elevar a taxa de leitos, o que sugere que o grande impacto de queda recaiu sobre as demais cidades metropolitanas ou do interior dos estados.

Milhares de leitos
 
Enquanto os 150 milhões de brasileiros que dependem exclusivamente do SUS perderam quase 13 mil leitos desde janeiro de 2010, o quantitativo na rede suplementar e nas unidades privadas aumentou em 9% nesse mesmo período. Ao todo, 23 estados elevaram o montante na rede "não SUS" até julho de 2013. Apenas Amapá, Mato Grosso do Sul, Maranhão e Rio Grande do Norte sofreram um leve decréscimo.

Entre as capitais, somente quatro apresentaram variação negativa no período: São Luís (-209), Vitória (-18), Campo Grande (-14) e Macapá (-12).
 
Menos 26 mil leitos no SUS desde 2005 – No ano passado, o CFM fez um levantamento semelhante nos recursos físicos disponíveis no SUS e identificou que 42 mil leitos haviam sido desativados entre outubro de 2005 e junho de 2012.

Após a denúncia, o Ministério da Saúde justificou que a queda de leitos representa uma tendência mundial devido aos avanços em equipamentos e medicamentos que possibilitam o tratamento sem necessidade de internação do paciente. Em seguida, no entanto, chegou a tirar o banco de dados do ar, alegando que o sistema passava por atualização.
                                                                                                     
Meses depois a consulta aos recursos físicos foi restaurada. Com a "atualização" da queda, a base CNES revelou uma queda menor: 26.404 leitos desativados entre outubro de 2005 e julho de 2013. A partir dos novos números, é possível observar que a quantidade de leitos desativados nos últimos três anos e meio (2010 a julho de 2013) representa 48% do total de leitos fechados nos últimos oito anos.
 
Segundo nota explicativa do Ministério da Saúde, as informações relativas aos leitos complementares (Unidades de Terapia Intensiva e Unidades Intermediárias), "compreendidas entre agosto/2005 a junho/2007, estavam publicadas de forma equivocada, contabilizando em duplicidade os quantitativos desses tipos de leitos". A partir de outubro de 2012, no entanto, foram corrigidas as duplicidades identificadas nos totais dos leitos complementares.

ONDE FALTA MÉDICO, FALTAM DENTISTAS E ENFERMEIROS, MOSTRA PESQUISA

A concentração de médicos nos grandes centros acompanha a de outros profissionais de saúde, como dentistas e enfermeiros, e a de unidades de saúde. Onde falta um, faltam os outros.

É o que o mostra um recorte da pesquisa Demografia Médica no Brasil, que se baseou em dados da AMS (Assistência Médico-Sanitária) do IBGE, que conta os postos de trabalho ocupados por profissionais de saúde

http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2013/09/09/sus-perdeu-127-mil-leitos-enquanto-rede-privada-ganhou-134-mil-diz-cfm.htm

 

3- Esta PROPAGANDA ENGANOSA e FALSO PROCESSO http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/apos-polemica-sobre-sumico-de-amarildo-upp-anuncia-troca-de-comando-na-rocinha-28082013 PODE ATÉ CONDENAR A PM CARIOCA

MAS É A FALSA PROPAGANDA E FALSO PROCESSO GRAMSCISTA EXPLICADO ADIANTE: Gramscismo no Brasil

 

4- A medicina AMERICANA está desesperada com os MEXICANOS curando por 1/6 do VALOR AMERICANO, então tentam desacreditar a técnica já comprovada em JOÃO PESSOA, PB por MÉDICOS, em NITERÓI por DENTISTAS e em todo o BRASIL por VETERINÁRIOS.

LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS E METADE DOS MÉDICOS NÃO MAIS SERÃO NECESSÁRIOS QUANDO ISTO CAIR NO CONHECIMENTO POPULAR: TURISMO MÉDICO PARA TIJUANA - MÉXICO

MÉDICOS AMERICANOS COBRAM U$ 200 MIL, MEXICANOS U$ 13 MIL E VETERINÁRIOS BRASILEIROS U$ 1,5 MIL PELO MESMO TRATAMENTO, PROCEDIMENTO, TEMPO E CURA.

Existe uma reserva de mercado insituída pelo CFM, onde a medicina foi fracionada, para se ter tantos médicos. Tenho apneia obstrutiva (polipos no nariz e queixo mal posicionado) tenho diagnóstico de apneia grave pelo Instituto do Sono e Há 7 anos um médico me empurra para outro - minha pressão já começa a subir pelo esforço de respirar - uso um aparelho bucal para manter a boca aberta e respirar que me causa rachaduras na língua e inflamações na garganta e ouvido constantes - sofri um "efeito chicote" na cervical onde uma vertebra se deslocou e pinça um tendão supra espinal - 6 anos com muitas drogas para superar a dor e um médico me encaminha para outro - um veterinário cobra R$800,00 para uma raspagem na vértebra no local onde pinça o tendão - agora em 8/2013 passei por uma Otorrino que alega que meus exames são velhos, tem 7 anos e não foi feito nada e agora pede outro e a fila no Institudo do Sono é de 2 anos, em 1 ano e meio receberei um telefonema que o exame foi marcado para muitos meses depois. Veja o que lhe é escondido e a fonte é "The New York Times" TURISMO MÉDICO PARA TIJUANA - MÉXICO

 
Médicos Brasileiros os Novos Judeus

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