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Este artigo começa EM SÉCULOS PASSADOS COM JOANA D'ARC, MASSACRES DIVERSOS E CHEGA AOS DIAS ATUAIS:

Segundo levantamento consignado à ONU pelo embaixador do Vaticano, D. Silvano Maria Tomasi, mais de 100 mil cristãos – repetindo, cem mil cristãos – são mortos a cada ano [[ ATUALMENTE ]] em razÃo do fanatismo anticristão.[1] Ou seja, o massacre de 273 vítimas por dia – repetindo: por dia.

O ARTIGO ABAIXO SE REFERE A QUE OS CRISTÃOS NÃO SE IMPORTAM, POIS NÃO ESTÃO (AINDA) MORRENDO PARENTES E VIZINHOS

273 MORTOS AO DIA POR CRISTIANOFOBIA E NINGUÉM SE IMPORTA

AS MORTES ESTÃO CADA DIA MAIORES E CADA DIA MAIS PERTO

OUTRO AGRAVANTE DE NOSSOS TEMPOS ATUAIS É O COMUNISMO QUE QUANDO INSTALADO ELIMINA O CRISTIANISMO

1-Bem se vê a genialidade de um dos maiores literatos da língua portuguesa — Eça de Queiroz — pela maneira como ele nos introduz no cenário de um tema bizarro: o pé da Luísa Carneiro. Primeiramente, ele descreve o cenário.
Bem recordo uma noite em que, numa vila de Portugal, uma senhora lia, à luz do candeeiro, um jornal da tarde. Em torno da mesa outras senhoras costuravam. Espalhados pelas cadeiras e no divã, três ou quatro homens fumavam, na doce indolência do tépido serão de maio.
Catástrofes em pontos longínquos do planeta enunciados pela senhora causavam indiferença ou sono. Até que se passou o seguinte:
A leitora, tão cheia de graça, virou a página do jornal doloroso, e procurava noutra coluna, com um sorriso que lhe voltara, claro e sereno… E, de repente, solta um grito, leva as mãos à cabeça:
— Santo Deus!…Todos nos erguemos num sobressalto. E ela, no seu espanto e terror, balbuciando:
— Foi a Luísa Carneiro, da Bela Vista… Esta manhã! Torceu um pé!
Então a sala inteira se alvorotou num tumulto de surpresa e desgosto. As senhoras arremessaram a costura; os homens esqueceram charutos e poltrona; e todos se debruçaram, reliam a notícia no jornal amargo, se repastavam da dor que ela exalava!… A Luisinha Carneiro! Desmanchara um pé! Já um criado correra, furiosamente, para a Bela Vista, buscar notícias por que ansiávamos. Sobre a mesa, aberto, batido da larga luz, o jornal parecia todo negro, com aquela notícia que o enchia todo, o enegrecia.
Dois mil javaneses sepultados no terremoto, a Hungria inundada, soldados matando crianças, um comboio esmigalhado numa ponte, fomes, pestes e guerras, tudo desaparecera – era sombra ligeira e remota. Mas o pé desmanchado da Luísa Carneiro esmagava os nossos corações… Pudera! Todos nós conhecíamos a Luisinha – e ela morava adiante, no começo da Bela Vista, naquela casa onde a grande mimosa se debruçava do muro, dando à rua sombra e perfume.

Foi a essa altura que Eça de Queiroz chegou aonde queria chegar, o papel da distância em nossos sentimentos: um carro esmagando a pata de um cão, em frente à nossa janela, é um caso infinitamente mais aflitivo do que a heroica e adorável Joana d'Arc queimada na praça de Rouen!

Esta constatação feita, voltemos ao Terceiro Milênio, e veremos algo do mesmo gênero. Segundo levantamento consignado à ONU pelo embaixador do Vaticano, D. Silvano Maria Tomasi, mais de 100 mil cristãos – repetindo, cem mil cristãos – são mortos a cada ano em razão do fanatismo anticristão.[1] Ou seja, o massacre de 273 vítimas por dia – repetindo: por dia.

Será que alguém julgará que isto é menos digno de atenção que o pé machucado de uma menina? Talvez seja a explicação da pouca atenção que a mídia dá a esses números impressionantes!

Vejamos o julgamento de Plinio Corrêa de Oliveira a quem assim procede: É um homem de horizontes estreitos, de vontade acanhada, medíocre em toda a força do termo. Um egoísta que julga que está no centro do universo e acha legítimo que para ele as coisas só interessem enquanto forem próximas a si.[2]

Da mesma forma, uma pessoa ouve, por exemplo, que vai haver uma novena na própria paróquia e se interessa muito. Mas se lhe dizem que Nossa Senhora apareceu em Fátima. a pessoa se move menos, porque Fátima é longe e é um outro continente. Assim, ela não julga das coisas nem de acordo com a razão, nem de acordo com o espírito de fé.

Não se trata de estremecer no sentido sensível, nervoso, da palavra. Não é isto! Mas é fazer um juízo a respeito da gravidade desse acontecimento, à vista das razões sobrenaturais e às vezes também materiais, que levam a conferir a ele toda sua gravidade.
_____________________
[1] "O Estado de S. Paulo, 8-6-13
[2] Tudo o que está em itálico foi extraído de conferência pronunciada por Plinio Corrêa de Oliveira, em 27-8-71.
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(*) Leo Daniele é colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM)


http://agenciaboaimprensa.blogspot.com.br/

2-Cristianismo e Comunismo

Metropolita Filareto (Voznesensky 1893-1985)

 

Examinaremos agora a questão da relação do Cristianismo com o Comunismo, precisamente, com esta forma particular de comunismo que apareceu hoje em dia, com a idéia de realizar os ideais do socialismo. Esta forma de comunismo surgiu na história como um inimigo jurado e severo do Cristianismo. Por sua vez, o Cristianismo se reconhece como completamente estranho e hostil ao comunismo, ao seu espírito e a todo conteúdo de sua ideologia.

A história da Igreja, durante a época dos Apóstolos, nos conta que aquela época teve seu próprio comunismo cristão, quando os fiéis tinham tudo em comum, como diz o livro dos Atos dos Apóstolos. Este comunismo cristão existe até hoje, na forma do Monasticismo, que é considerado a melhor forma de vida ascética Cristã. Assim, compartilhar a propriedade do ponto de vista cristão, não é apenas aceitável, é mais do que isso: é uma maneira brilhante e idealmente nobre de relação cristã, seguindo o exemplo dos que existiram e existem atualmente na vida da Igreja Ortodoxa.

Como são grandes as diferenças entre o comunismo cristão e o comunismo Soviético. Estão tão longe um do outro como o céu da terra. O comunismo cristão não é uma finalidade independente de si mesma, algo que o Cristianismo se esforce. Não, é o resultado e nascimento de um espírito de amor que respirava na história primitiva da Igreja. Além disso, o comunismo cristão era totalmente voluntário. Eles nunca disseram: "Nos dê tudo: isso nos pertence". Pelo contrário, os próprios cristãos se sacrificavam para que "ninguém dissesse que algo de sua propriedade era seu". Em relação ao comunismo socialista, a divisão da propriedade é uma finalidade em si, que necessita ser atingida a qualquer preço, sem nenhuma consideração. O Comunismo alcança sua finalidade de uma maneira puramente coerciva, não se detêm nos meios empregados, nem sequer em atingir os que não estão de acordo. A base deste comunismo não é a liberdade como nas comunidades Cristãs, mas sim a coerção, não há amor que se auto-sacrifica, mas sim a inveja e o ódio...

Em sua luta contra o Cristianismo, o comunismo Soviético chega aos excessos que excluem a justiça mais básica, reconhecida em todo o mundo. Em sua ideologia de classe, o comunismo Soviético pisoteia a justiça. O objetivo de seu trabalho não é a felicidade comum de todos que estão sob o cuidado do estado, mas sim os interesses de uma só classe. Todo o resto dos grupos estatais e sociais de cidadãos são "deixados de lado", fora do cuidado e proteção do governo comunista. A classe que está no poder não se preocupa com eles.

Ao falar de sua nova ordem, de seu estado livre, o comunismo promete constantemente uma "ditadura do proletariado". Assim, com o tempo, o dito manifesto não deu nenhum sinal da prometida ditadura do proletariado, o que existe é uma ditadura burocrática sobre o proletariado. Além de que, não há nenhuma manifestação de liberdade política sob esse sistema: nem liberdade de imprensa, reunião, nem inviolabilidade de residência. Somente os que viveram na União Soviética podem saber a violência e a intensidade da opressão que ali reina. Sobre tudo isso, impera um terror político que jamais foi experimentado antes: execuções e crimes, exílios e prisões em condições incrivelmente rígidas. Isto é o que o comunismo tem dado ao povo russo, no lugar da liberdade prometida.

Em sua propaganda política, o comunismo proclama que está alcançando a realização da liberdade, igualdade (querem dizer: justiça) e fraternidade. Já falamos da primeira e da segunda. A idéia de fraternidade foi retirada dos cristãos, que se chamam de "irmãos". O apóstolo Pedro disse: "Honrai a todos, amai os irmãos" (1 Pedro 2,17). Na prática, o comunismo mudou a palavra "irmão" para a palavra "camarada". Isto é muito importante, já que os camaradas podem ser cúmplices (mas não irmãos) em qualquer atividade. Mas ninguém pode falar realmente a palavra "irmão" em nenhum lugar, onde impera a luta de classes, inveja e o ódio sem precedente.

Todas estas diferenças citadas entre o Cristianismo e o comunismo não esgotam a mesma essência da contradição entre ambos. A diferença fundamental entre o comunismo e o Cristianismo jaz ainda mais profundamente, na ideologia religiosa de ambos. Não é de se estranhar, que os comunistas lutam maliciosamente e obstinadamente contra a nossa fé. O comunismo é supostamente um sistema ateu que renuncia a toda religião. É na realidade, uma religião: uma religião fanática, obscura e intolerante. O Cristianismo é uma religião do Céu, o comunismo, uma religião da terra. O Cristianismo prega o amor a todos, o comunismo prega a luta de classes e a guerra baseada no egoísmo. O Cristianismo é uma religião de idealismo, fundada na Fé da vitória da verdade de Deus e de Seu amor. O comunismo é uma religião de um pragmatismo seco e racional, que tem como objetivo de criar um paraíso terreno (paraíso da saciedade animal e reprovação espiritual).

Isso significa, que assim como se põe uma cruz no túmulo de um Cristão, o túmulo de um comunista é marcado por uma estaca vermelha. Simbólico e indicativo nos dois! Em um, a fé da vitória da vida sobre a morte e do bem sobre o mal. No outro, a obscuridade, ignorância, trevas e vazio, sem alegria, nem alívio e esperança para o futuro. Assim como as santas relíquias dos santos e ascetas da fé em Cristo florescem com incorruptibilidade e fragrância, o cadáver podre embalsamado de Lênin é o melhor símbolo do comunismo.

http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/miscellaneous/cristianismo_e_comunismo.html

Católicos nigerianos mortos pela sua Fé em dezembro de 2011
Bira Jardim
 
 

Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

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