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Medicina em ISRAEL pôe a Medicina Brasileira no Chinelo e GRÁTIS

Tudo no Brasil é para sindicalistas e políticos ganharem dinheiro. Os comunistas usam no lugar de "sindicato" a palavra CFM e ANVISA. Nenhum destes órgãos permitem curas com baixo custo, tudo é feito para não curar e para ter efeitos colaterais...

Entenda melhor os sindicatos aqui, abre página nova sem fechar esta.

2 artigos abaixo:

1-Tenho doença de Crohn diagnosticada há mais de 20 anos por Dr. Arnaldo Marchesoni. Quem é portador desta doença não pode tomar remédios, é uma doença intestinal em que todos, praticamente todos os remédios têm ação contrária. O joelho começou a doer há 20 anos e o médico me receitou o anti-inflamatório Diclofenaco e o joelho inchou e doeu mais, então o médico me receitou Cortisona injetável, onde a perna inteira inchou, formaram-se varizes enormes e tinha que andar de bengalas chorando.

Dr. Arnaldo Marchesoni disse que eu parasse com remédios, enfrentasse a dor e andasse muito de bengalas, que eu tinha doença de Crohn. Com 1,5 anos dispensei a bengala, mas ainda manquei por uns 6 meses.

Vi uma reportagem em um canal pago que um nordestino em fase terminal desta doença foi para Israel e ganhou 18 kilos em 1 ano.

Não preciso de maconha, pois o Crohn não suporta o THC em doses elevadas, preciso do Cannabidiol, antiinflamatorio não agressivo para o Crohn.

No Brasil é totalmente proibido e só alguns hospitais ministram para avaliação

Estou desmanchando em desgaste de juntas e ligamentos. Esclerose, choro de dor o dia todo (não posso tomar remédios). Meu histórico médico, diagnósticos e exames...


Cientistas israelenses desenvolvem maconha medicinal sem 'barato'

Pesquisadores conseguiram neutralizar a substância THC.
Planta foi desenvolvida pela Universidade Hebraica de Jerusalém.


Cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém desenvolveram um tipo de maconha medicinal, neutralizando a substância THC (
entorpecente ), que gera os efeitos cognitivos e psicológicos conhecidos como 'barato'.

Maconha foi desenvolvida por cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém. (Foto: Z. Klein)

De acordo com a professora Ruth Gallily, especialista em imunologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, a segunda substância mais importante da cannabis - o canabidiol (CBD) - tem propriedades '
altamente benéficas e significativas' para doentes que sofrem de diabetes, artrite reumatóide e doença de Crohn.

Gallily, que estuda os efeitos medicinais da cannabis há 15 anos, disse à BBC Brasil que o CBD que se encontra na planta 'não gera qualquer fenômeno psicológico ou psiquiátrico e reprime reações inflamatórias, sendo muito útil para o tratamento de doenças autoimunes'.

'Obtivemos resultados fantásticos nas experiências que fizemos in vitro e com ratos, no laboratório da Universidade Hebraica', afirmou a cientista, que é professora da Faculdade de Medicina.

Plantação de maconha da empresa Tikkun Olam.

De acordo com ela, após o tratamento com o CBD,
o índice de mortalidade em consequência de diabetes nos animais foi reduzido em 60%, tanto em casos de diabetes tipo 1 como tipo 2.

'Para pacientes idosos que sofrem de artrite reumatoide, o uso da cannabis pode ter efeitos maravilhosos e melhorar muito a qualidade de vida', disse Gallily.

'Constatamos em nossas experiências que o CBD leva à diminuição significativa e muito rápida do inchaço em consequência da artrite.'

A pesquisadora afirma que remédios à base de CBD seriam muito mais baratos que os medicamentos convencionais no tratamento dessas doenças.

A empresa Tikkun Olam obteve a licença do Ministério da Saúde israelense para desenvolver a maconha medicinal e cultiva diversas variedades da planta em estufas na Galileia, no norte de Israel.


Pacientes

De acordo com Zachi Klein, diretor de pesquisa da Tikkun Olam, mais de 8.000 doentes em Israel já são tratados com cannabis, a qual recebem com receitas médicas autorizadas pelo Ministério da Saúde.

De acordo com Klein, a empresa pretende desenvolver um tipo de maconha com proporções diferentes de THC e canabidiol, para poder ajudar a diversos tipos de pacientes.

'Há pacientes para os quais o THC é muito benéfico, pois ajuda a melhorar o estado de espírito e abrir o apetite', afirmou.

Ele diz ainda que, em casos de doentes de câncer, a cannabis em seu estado natural, com o THC, pode melhorar a qualidade de vida, já que a substância provoca a fome conhecida como 'larica', incentivando os pacientes a se alimentarem.

O psiquiatra Yehuda Baruch acredita que 'o CBD tem significados medicinais fortes que devem ser examinados'. Baruch, que é o responsável pela utilização da maconha medicinal no Ministério da Saúde, disse à BBC Brasil que 'sem o THC, a cannabis será bem menos atraente para os traficantes de drogas'.

O psiquiatra afirmou que nos próximos meses o Ministério da Saúde dará inicio a um estudo sobre os efeitos do THC e do CBD em pacientes que sofrem dores crônicas.

O experimento será feito com 50 pacientes, que serão divididos em dois grupos. Um grupo receberá cannabis com alto nível de THC e baixo nível de CBD e o segundo receberá mais canabidiol do que THC.

Depois de um mês os grupos serão trocados e, durante a experiência, os pacientes preencherão questionários avaliando as alterações na intensidade da dor.

http://cbnfoz.com.br/bem-estar-vida-e-saude/editorial/viva-melhor/28052013-26536-cientistas-israelenses-desenvolvem-maconha-medicinal-sem-barato

2-Menina de 6 anos tratada com canábis caminha pela primeira vez

Uma criança britânica que sofria diversas convulsões toda semana está enfim se recuperando, depois que seus pais iniciaram um controverso tratamento com maconha medicinal. Médicos disseram a Paige e Matt Figi que sua filha, Charlotte, não teria muito tempo de vida depois de ser diagnosticada com uma condição rara de epilepsia. Depois de anos pesquisando uma forma de curar a doença, eles passaram a alimentá-la com doses controladas de cannabis sativa – parte de um procedimento que ainda não conta com ampla aceitação médica. As informações são do Daily Mail.

Os pais relatam que poucos meses depois de dar início ao tratamento, Charlotte começou a caminhar e falar pela primeira vez, e suas convulsões praticamente pararam. "Tentamos todo o possível, e os doutores continuavam nos dizendo que ela iria morrer. Quando Matt me falou sobre o tratamento, fiquei horrorizada, mas estávamos tão desesperados que decidimos tentar", informou a mãe da menina.

Charlotte, hoje com seis anos, teve as primeiras convulsões aos três meses de idade. Dentro de uma semana, ela começou a ter crises diversas vezes por dia. Ela foi diagnosticada com síndrome de Dravet – ou epilepsia mioclônica severa da infância -, uma forma rara de epilepsia que começa nos primeiros meses de vida. Crianças com essa condição costumam se desenvolver normalmente enquanto bebês, porém seu crescimento começa a estagnar por volta dos dois anos de vida. Pacientes com essa condição registram maior incidência de morte súbita inesperada em epilepsia.

Ainda não há cura para essa síndrome, e as opções de tratamento são limitadas, mas envolvem principalmente o uso de antiepilépticos para combater as convulsões. O tratamento com maconha medicinal envolve o aproveitamento do óleo extraído da folha da cannabis, que é então diluído até atingir uma dose precisa. Esse procedimento não é totalmente aprovado,
porém recebe apoio de algumas entidades – especialmente das famílias de pacientes com epilepsia, esclerose múltipla e mal de Parkinson.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/tratada-com-maconha-menina-de-6-anos-caminha-e-fala-pela-1-vez,d7b27ef8d0d70410VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html

3- Câncer que resistiu a tratamentos convencionais foi curado com THC o "barato" da maconha.

Está cada vez mais difícil ignorar as qualidades medicinais da maconha. Estudada por cientistas em todo o planeta, a erva sagrada talvez guarde a cura para diversos males da sociedade que a recrimina. Dessa vez vem da Ásia a notícia: um novo estudo realizado pelo Colégio de Medicina da Universidade Católica da Coréia encontrou fortes evidências que o THC pode ser um excelente remédio no tratamento do câncer de estômago, especialmente nos casos que não respondem ao tratamento convencional.

A investigação partiu da análise das células cancerosas resistentes à quimioterapia, que foram então medidas com uma forma sintética do delta-9-tetrahidrocanabinol (THC), um dos princípios ativos mais abundantes na canábis. Os pesquisadores notaram uma redução drástica na taxa de sobrevivência das células expostas à substância, além de comprovarem que doses maiores de TCH conduziram ao aumento da mortalidade de células cancerígenas.

Embora muita pesquisa tenha que ser feita antes dessa descoberta ser comemorada, com certeza essa – e todas as outras pesquisas científicas que pipocam diariamente no exterior – ajudam a construir o caminho e os argumentos que justificam a liberdade no uso & cultivo de maconha, seja para quais se destinem.

**Fonte: International Journal of Cancer Research and Treatment

por: www.maryjuana.com.br


Gilberto Castro – Esclerose Múltipla

Maconha pediátrica? Estados americanos já permitem o uso por menores de idade

4-Composto encontrado na maconha protege contra a esclerose múltipla

Objeto de estudo nas principais universidades e centros de pesquisa do mundo, a maconha parece ser mesmo a cura de inúmeros males. Agora descobriram que o cannabidiol – um dos canabinoides não-psicotrópicos encontrados na erva – pode oferecer "proteção de longa duração" contra a esclerose múltipla, uma doença autoimune conhecida pelos efeitos neurológicos devastadores.

Publicado na revista Neurobiology of Disease, o estudo afirma que o cannabidiol (CBD) tem excelentes propriedades anti-inflamatórias e imunossupressoras. "No entanto, a maneira como o composto modifica os efeitos deletérios da inflamação permanece desconhecida", diz o resumo do artigo. Os pesquisadores explicam que "usando este modelo viral da esclerose múltipla, demonstramos que o CBD diminui a transmigração dos leucócitos no sangue. Além disso, a administração de CBD no momento da infecção viral exerce efeitos de longa duração, melhorando os déficits motores que ocorrem na fase crônica da doença".

A conclusão do estudo – que foi conduzido por uma equipe do Departamento de Sistemas Funcionais e Neurobiologia do Instituto Cajal, na Espanha – menciona o "significativo potencial terapêutico do CBD no tratamento de patologias com algum componente inflamatório".

Como vocês podem perceber, a maconha é só vantagem – e só não vê quem não quer!

*Fonte: Neurobiology of Disease

2- Até 2000, aproximados, eu sentia dores incapacitantes nas pernas e me injetava Benzotal, um antibiótico com 2 ampicilinas diferentes. Os médicos me pediam exames de sangue, onde se houvesse aumento dos glóbulos brancos haveria infecção e então teria que tomar antibióticos, mas os exames não acusavam infecções.

Erro médico, pois as dores começavam leves nas pernas e em 30 dias estava incapacitado pela dor e tomando o benzotal injetável de 1000 mg. No dia seguinte estava sem dor (por conta própria).

Infecções intestinais diversas, como Crohn, não são detectadas por exames de sangue. Crohn é mais comum em judeus e eu sou Barreto Jardim. Barretos fugiram da Espanha e Jardins de Portugal para não serem mortos pela Santa Inquisição.

Logo após 2000 o Benzotal foi proibido pela ANVISA. Sofri um grave acidente. Tenho Vascularização das Articulações que creio eu o Benzotal resolvia.

Há anos tento exames de Tuberculose ( 15 % ataca as articulações e não pulmões ) Brucelose ( carne crua e queijos caseiros )... Doença de Chagas ( Dr. Wellington Pinto, OAB Araraquara, tinha no esôfago e não no coração - outro que esqueçi o nome pegou Chagas no cérebro e morreu ) Não consigo estes exames...

Sindicatos ANVISA e CFM não permitem curas de baixo custo
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CFM, Conselho Federal de Medicina - SUS, Sistema Único de Saúde
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Bira Jardim
 

Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

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