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10- Alckmin pedia a GUILHOTINA PARA A BASTILHA em 2013, bastilha era a sede do governo francês onde na revolução francesa os GOVERNANTES FORAM DECAPITADOS pelo povo. Agora ao final de 2014 Alckmin está no "pianinho" com Dilma e PT após atentado contra seu filho...

ESCUTAS do MP Impedem que TERRORISTAS do PCC Matassem ALCKMIN

8- PCC AMEAÇA A COPA E AS FORÇAS ARMADAS ( ITEM 8 ABAIXO )

SE SÃO PAULO CAIR CAI O BRASIL - SÃO PAULO ESTÁ EM GUERRA - A PM PAULISTA É O 2º MAIOR "EXÉRCITO" DO PAÍS.

ALCKMIN ESTÁ SE REVELANDO UM GUERREIRO, UM MILITAR !!

CONVOCAMOS OS BRASILEIROS DO BEM PARA LIMPAR O BRASIL - LUTEM A NOSSO LADO !!!

ALCKMIN É O CARA !!!

PCC ENTRA NO STF CONTRA ALCKMIN [ 7º artigo abaixo ]

1- INVESTIGAÇÃO HISTÓRICA EM SÃO PAULO DENUNCIA 175 BANDIDOS TERRORISTAS DO PCC, FACÇÃO CRIMINOSA PRETENDIA MATAR O GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN
O Ministério Público Estadual de São Paulo terminou, após três anos e meio de investigações, o maior mapeamento da história do crime organizado no País. Os promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) reuniram provas inéditas sobre o retrato da maior facção criminosa do Brasil. Foram denunciados 175 integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) e a Justiça pediu a internação de 32 presos detidos, em Presidente Venceslau, no Regime Disciplinar Diferenciado. O Ministério Público estadual flagrou toda a cúpula da facção atuando no crime organizado. Os bandidos controlavam de dentro do presídio 90% da facção criminosa do Estado de São Paulo. Eles ordenavam assassinatos, encomendavam armas e toneladas de cocaína e maconha. Também planejavam atentados contra policiais militares e autoridades e planos de resgate de presos. As investigações também revelaram, por meio de interceptações telefônicas, que o PCC também planejou matar o governador Geraldo Alckmin. Atuando em 22 Estados e em três países (Brasil, Bolívia e Paraguai), o bando fatura cerca de R$ 8 milhões por mês com o tráfico de drogas e outros R$ 2 milhões com sua loteria e com as contribuições feitas por integrantes. Segundo as investigações, o bando tem um arsenal de uma centena de fuzis em uma reserva de armas e R$ 7 milhões enterrados em partes iguais em sete imóveis comprados pela facção.

VITOR VIEIRA - VIDE-VERSUS

2- 11/10/2013

      às 15:06
PCC mantém ativa ordem para matar Alckmin; leia e ouça diálogo em que o PCC mandou votar no PT

O PCC tem seus afetos e seus desafetos. Do governador Geraldo Alckmin, por exemplo, o partido do crime não gosta. E agora fica claro que a organização mantém ativa a ordem de matar o governador. E já mandou, em 2006, que seus aliados votassem no PT, mais especificamente em José Genoino. Leiam o que vai no Estadão Online. Volto depois.

Por Marcelo Godoy:
O Primeiro Comando da Capital (PCC) decretou a morte do governador Geraldo Alckmin. Interceptações telefônicas mostram que pelo menos desde 2011 a facção planeja matar o governador de São Paulo.
O Estado teve acesso ao áudio de uma interceptação telefônica na qual um dos líderes do PCC, o preso Luis Henrique Fernandes, o LH, conversa com dois outros integrantes da facção. O primeiro seria Rodrigo Felício, o Tiquinho, e o segundo era o integrantes da cúpula do PCC, Fabiano Alves de Sousa, o Paca.

A conversa ocorreu no dia 11 de agosto de 2011, às 22h37. Paca questiona os comparsas sobre o que deveriam fazer. Em seguida, manda seus comparsas arrumarem “uns irmãos que não são pedidos (que não são procurados pela polícia) e treinar”. O treinamento para a ação seria para fazer um resgate de presos ou para atacar autoridades.

No meio da conversa, surge a revelação. LH diz que o tráfico de drogas mantido pela facção está passando por dificuldades. E diz: “Depois que esse governador (Alckmin) entrou aí o bagulho ficou doido mesmo. Você sabe de tudo o que aconteceu, cara, na época que ‘nois’ decretou ele (governador), então, hoje em dia, Secretário de Segurança Pública, Secretário de Administração, Comandante dos vermes (PM), estão todos contra ‘nois’.” Em escutas recentes, a ordem de matar o governador foi novamente mencionada por membros do PCC.

Voltei
Agora vamos ver o dia em que o PCC mandou votar no PT.  José Genoino, então candidato ao governo de São Paulo, recorreu à Justiça para tentar tirar do ar o texto que vai abaixo, publicados por VEJA na edição de 16 de agosto de 2006 e reproduzidos na VEJA.com. Na campanha eleitoral de 2006, o PSDB não levou ao horário eleitoral gratuito as gravações. Bem, é dispensável dizer que eu as teria levado, sim! Afinal, Lula acusava o governo de São Paulo de não cuidar direito da segurança pública. E que se lembre: 2006 foi o ano em que o PCC praticou atentados terroristas em São Paulo.
*
Desde o primeiro ataque massivo do PCC em São Paulo, espalhou-se a notícia da existência de gravações telefônicas que revelariam uma suposta ligação da máfia dos presídios com políticos do PT. VEJA teve acesso a uma série de diálogos entre membros da organização criminosa, interceptados pela polícia, contendo referências ao PT e ao PSDB. Neles, fica evidente a simpatia do PCC pelo PT, bem como a aversão da organização pelo PSDB (foi na gestão tucana, em 2003, que o estado de São Paulo implantou em alguns presídios o temido RDD – Regime Disciplinar Diferenciado, que prevê isolamento rigoroso e é odiado pelos detentos). Nenhuma das conversas às quais VEJA teve acesso, no entanto, comprova a existência de elo entre o PT e o PCC.

“É XEQUE-MATE, SEM MASSAGEM”

Conversa entre dois integrantes não identificados do PCC interceptada às vésperas de um dos ataques em São Paulo

A: A chapa esquentou pra nóis, hein, irmão.

B: Por quê?

A: Olha o salve do dia aqui. Geral aqui, que eu acabei de pegar com o Cara Branca: “Todos aqueles que são civil, funcionário e diretores e do partido PSDB: xeque-mate, sem massagem. E todos os irmãos que se (incompreensível) será cobrado com a vida. Salve geral, dia 12/6?. Peguei ele meio-dia".

B: Fé em Deus. Você tá aí na quebrada, irmão?

A: Tô aqui na quebrada. Vem pra cá que nós vamos puxar esse bando. Eu vou arrumar um menino bom pra nóis derrubar esse baguio aí, tio.

B: Então, é o seguinte, irmão: vou ver se dá pra mim ir hoje praí.

A: Então, se não der, arruma umas ferramentas (armas) aí. Nem que seja uns oitão. Pra gente juntar o baguio aí e sair no bonde aí.

B: Tá. Firmeza

É PRA ELEGER O GENOINO

Maria de Carvalho Felício, a “Petronília”, então mulher de José Márcio Felício, ex-líder do PCC, transmite ao preso José Sérgio dos Santos, a quem chama de “Shel”, orientação repassada por um líder da organização sobre as eleições de 2002

Maria de Carvalho Felício: Ele mandou uma missão pro Zildo (piloto-geral de Ribeirão Preto). Vamos ver se o Zildo é capaz de cumprir.

José Sérgio dos Santos: Tá bom. Você quer passar pra mim ou dou particularmente pra ele?

Maria: Não, não. Ele quer festa (ataques) até a eleição. E é pra eleger o Genoíno. E, ser for o caso, ele vai pedir pro pessoal mandar as famílias não irem nas visitas pra votar, entendeu? Ele falou que um dia sem visita não mata ninguém. Ele falou: “Fica todo mundo sem visita no dia da eleição pra todo mundo votar pro Genoíno”.

Santos: Não, mas isso… Acho que todo mundo… A maioria das mulher de preso… Vai votar no Al? Nunca.

Maria: Então, é pra pedir isso. Se, por exemplo, a mulher vai, daí a mãe, a irmã tudo vota pro Genoíno. Se só a mulher que vota, então essa mulher não vai na visita e vota no Genoíno. É pra todo mundo ficar nessa sintonia: Genoíno.

Santos: E é dali que vem, né?

Maria: Isso. É o (incompreensível)

Santos: Tá bom.

Maria: Tá bom, então?

Santos: Tô deixando assim um boa-tarde aí. Se cuida agora. Vai descansar.

Arremato
Por que o PCC quer matar Alckmin e manda votar em petistas? Os bandidos devem ter seus motivos. Abaixo, segue o link em que vocês podem ouvir as gravações. Peço moderação nos comentários.

Para ouvir a gravação, clique aqui.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/pcc-mantem-ativa-ordem-para-matar-alckmin-leia-e-ouca-dialogo-em-que-o-pcc-manda-votar-no-pt/

 

3- 11/10/2013 às 15h04 (Atualizado em 11/10/2013 às 16h12)

Escutas indicam que PCC tem planos de matar o governador Geraldo Alckmin

Matéria do jornal O Estado de S.Paulo traz detalhes de uma megainvestigação sobre a facção

Do R7

Ordem de matar o governador foi mencionada recentemente Robson Fernandjes/29.11.2012/Estadão Conteúdo

Uma investigação do MPE (Ministério Público Estadual) de São Paulo, que durou três anos e meio, apresenta informações detalhadas do funcionamento da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Interceptações telefônicas mostraram que, pelo menos desde 2011, a facção planeja matar o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. As informações foram publicadas no jornal O Estado de S. Paulo, nesta sexta-feira (11).

Em uma conversa ocorrida no dia 11 de agosto de 2011, às 22h37, um dos líderes do PCC, o preso Luis Henrique Fernandes, o LH, comenta a facção está passando por dificuldades.

— Depois que esse governador (Alckmin) entrou aí o bagulho ficou doido mesmo. Você sabe de tudo o que aconteceu, cara, na época que “nois” decretou ele (governador), então, hoje em dia, secretário de Segurança Pública, secretário de Administração, Comandante dos vermes (PM) estão todos contra “nois".

PCC teria ordenado morte dos suspeitos de matar menino boliviano

Leia mais notícias de São Paulo

Ainda de acordo com o jornal, em escutas recentes, a ordem de matar o governador foi novamente mencionada por membros do PCC.

Estrutura

A investigação do MPE mostra, ainda, que a facção, criada em São Paulo, tem representantes hoje em 22 Estados brasileiros, além da Bolívia e do Paraguai.

Reunidas pelos promotores do Gaeco (Grupo Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), as provas levaram às denúncias de 175 suspeitos e ao pedido de internação de 32 presos no RDD (Regime Disciplinar Diferenciado). Hoje, o PCC domina 90% dos presídios de São Paulo

A principal atividade desenvolvida pela facção é o tráfico de drogas. Mas os documentos reunidos pelo MPE mostram que a rotina do grupo envolve diversos outros crimes, como assassinatos, tráfico de armas, resgate de presos e atentados contra policiais militares e autoridades. Ainda de acordo com a matéria, o bando faz lobby e planeja entrar na política.

O faturamento anual dos negócios é de R$ 120 milhões e colocaria a facção entre as 1.150 maiores empresas do País. Só o tráfico de drogas movimenta  cerca de R$ 8 milhões por mês. Outros R$ 2 milhões vêm de loteria e de contribuições feitas por integrantes.

O MPE fez ainda um pedido à Justiça de que seja decretada prisão preventiva de 112 dos suspeitos. A Justiça de Presidente Prudente, no entanto, se negou a decretar a prisão de todos os suspeitos, sob o argumento de que seria necessário analisar mais detidamente as acusações.

O mesmo argumento foi usado pela Vara das Execuções Criminais, que indeferiu o pedido de liminar feito pelo MPE para internar toda a cúpula da facção no RDD da Penitenciária de Segurança Máxima de Presidente Bernardes.

http://noticias.r7.com/sao-paulo/escutas-indicam-que-pcc-tem-planos-de-matar-o-governador-geraldo-alckmin-11102013

4-'O que de novo tem a oferecer quem fez São Paulo andar tão devagar?', questiona Emídio de Souza, ex-prefeito de Osasco, que deve coordenar campanha de Padilha

Com apoio das principais correntes internas do PT, desde Construindo um Novo Brasil (CNB) até a Mensagem, e principalmente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-prefeito de Osasco Emídio de Souza é o virtual futuro presidente do diretório estadual do PT em São Paulo. O cargo significa vaga certa na coordenação da campanha ao governo do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Maranhão: PT prepara caminho para romper com o clã Sarney

PSB deixa governo: Desejo é por candidatura própria, diz Campos

Poder Online: Alckmin trata PMs como ‘filhos bastardos’, diz vereador tucano

Em entrevista ao iG no seu escritório político, em São Paulo, Emídio revelou o foco da estratégia petista para quebrar os quase 20 anos de hegemonia tucana no maior colégio eleitoral do Brasil é atacar as bases do governador Geraldo Alckmin (PSDB), candidato à reeleição.

'A verdade é que o Alckmin é um governador que pensa pequeno', ataca Emídio

Segundo Emídio, o PT vai intensificar a presença no interior, onde Alckmin teve suas maiores votações. A ideia é reforçar a propaganda das ações do governo federal no interior já que, de acordo com ele, a comunicação foi falha nesta região. A campanha de Padilha também vai investir no possível descontentamento de partidos da base do governador diante da exigência do PSB de ocupar a vice do tucano. O terceiro pilar da estratégia será mostrar Alckmin como um político pouco atuante diante da ousadia de Padilha.

Poder Online: PT manterá estratégia do ‘morde e assopra’ com o PSB

Leia os principais trechos da entrevista:

iG - Como o senhor conseguiu essa aliança tão ampla que inclui até a Mensagem?

Emídio de Souza – Sempre fui uma pessoa com trânsito em todas as correntes. Sou do CNB, mas acho que o PT é maior do que as correntes. Além disso, não vou disputar nenhum cargo eleitoral e quero ser puramente presidente do PT. E também pesou o apoio do presidente Lula.

iG – Quais as prioridades do PT de São Paulo para os próximos anos?

ES – No topo da lista está a reeleição da presidenta Dilma e a conquista do governo de São Paulo. Para isso, vamos precisar trabalhar algumas coisas no PT como a revitalização das instâncias partidárias, dos diretórios e da nossa presença no interior do Estado, principalmente nas pequenas e médias cidades.

iG – Quais as bases deste discurso?

ES - Em primeiro lugar a falta de planejamento. Não existem políticas sociais em São Paulo que tenham avançado no ritmo do resto do Brasil. Temos um baixíssimo investimento em transporte metropolitano. O PSDB foi incapaz de construir dois quilômetros de metrô por ano. A educação de São Paulo caiu de qualidade e os programas não tiveram continuidade nem nas gestões deles. O Alckmin criou escola da família e curso de inglês, o Serra acabou com aquilo e os cursos nunca mais foram retomados. Mais do que isso, além de nunca formularem políticas conjuntas com o governo federal, eles disputam. Onde criamos o Minha Casa Minha Vida eles criam a Casa Paulista, por exemplo. É por isso que São Saulo, que sempre puxou o Brasil, hoje é puxado pelo Brasil. Boa parte dos empregos foi criada graças ao governo federal. Isso foi criando um ambiente em que os paulistas perceberam que aquilo que está a cargo do governo do Estado como as áreas de saúde, segurança e habitação não está de acordo com a pujança de São Paulo.

iG – O PT vai explorar as lacunas destes 20 anos de governo do PSDB?

ES – Claro. A dita competência deles não resiste a uma análise. Como você fala de competência de quem não constrói nem dois quilômetros de metrô por ano, de quem não consegue tirar um ferroanel do papel há 20 anos, de quem não consegue fazer cair os índices de segurança em lugar nenhum? Se compararmos os dados de segurança de 10 anos atrás o Rio de Janeiro era o pior Estado, mas apesar dos problemas o Rio teve criatividade, ousadia, e conseguiu melhorar a situação. Pode-se criticar, mas eles criaram uma política de enfrentamento do crime organizado. O que São Paulo fez nesta área? Eles não conseguem controlar nem os celulares dentro das cadeias.

iG - A estratégia é reforçar os feitos do governo federal em São Paulo?

ES – Sim. Vamos divulgar muito. Vamos falar o que São Paulo é capaz de ganhar se caminhar junto como Brasil.

iG – Faltou uma comunicação melhor do governo federal em São Paulo?

ES – Precisa mostrar mais, principalmente no interior. As regiões metropolitanas conseguem perceber melhor porque há mais fluxo de informações.

iG – Alckmin é muito forte no interior. O PT vai atacar as bases dele?

ES - A verdade é que o Alckmin é um governador que pensa pequeno. É o governador do cafezinho na padaria, do tapinha nas costas. Ele não é o governador da solução. Ele não está à altura da ousadia que São Paulo precisa. Nestes 20 anos de governo, ele não ficou fora em nenhum momento. A pergunta que se faz é a seguinte: o que de novo tem a oferecer quem fez São Paulo andar tão devagar? Ele se comporta com muito medo em relação ao crime organizado e como um leão diante dos movimentos sociais. É só ver o que a PM fez no Pinheirinho e nas manifestações do dia 13 de junho. O Alckmin não assume nada. Quando tem crise na segurança pública ele fala que o problema é do governo federal. Quando tem crise nos transportes ele fala que o problema é da prefeitura. Qual é o papel do Estado então?

iG – O PT retomou o governo da capital no ano passado e o senhor já falou sobre a necessidade de reforçar o partido nas pequenas cidades. O PT avalia que a eleição será decidida no interior?

ES – A conquista da capital, do cinturão da Grande São Paulo e o fato de o PT governar hoje 45% dos paulistas mostra a força do partido apesar de tudo o que se fez contra o PT nos últimos anos. O interior é um desafio que vamos ter que compreender melhor e a minha atuação será muito mais voltada para esta parte do Estado. Não acho que o interior é conservador por si, mas que os moradores precisam conhecer melhor o que é o PT. Eles precisam saber que a escola técnica foi feita pelo PT, que o Luz para Todos chegou graças ao governo do PT, que o estaleiro de Araçatuba e que o alcoolduto que vai até Santos são do PT etc. Então está faltando mais diálogo e presença nossa no interior.

iG – Com quais partidos o PT tem conversado para formar a aliança de apoio a Padilha tendo em vista que PMDB e PSD podem ter candidatos próprios e o PSB deve apoiar Alckmin?

ES – Já estamos conversando com os partidos. O foco da nossa aliança são as siglas da base da Dilma. Alguns deles têm a pretensão de lançar candidato e nós respeitamos. São os casos do PMDB, PSD e PDT, mas ainda assim estamos conversando com estes partidos e com outros como PR, PRB, PC do B. Vamos formar uma aliança a mais ampla possível. Até junho tudo é possível, mas não vejo uma catástrofe caso eles lancem candidatos.

iG – A ideia é fazer um pacto com vistas para o segundo turno?

ES – Aliados não se atacam. O foco da nossa campanha é a falência do PSDB, a decadência dos últimos 20 anos. O foco vai ser o esgotamento do Alckmin e do PSDB. Não tem outra coisa a ser dita.

iG – E o PSB?

ES – É natural. O Eduardo Campos está buscando o caminho dele. Vamos continuar insistindo no diálogo. Não faz o Eduardo pela história dele, pela história do avô dele ter qualquer aliança com Aécio Neves. A nós cabe manter a família unida.

iG – Mas em São Paulo existe algum diálogo com o PSB?

ES – Em São Paulo, o PSB sempre teve proximidade maior com Alckmin, mas isso não os impediu de apoiar o Fernando Haddad e participar da Prefeitura de São Paulo.

iG – O apoio ao Haddad foi negociado por cima e definido pelo próprio Eduardo Campos. O PSB de São Paulo era contra.

ES – A situação do PSB depende muito do caminho que o Eduardo trilhar. Se conseguir consolidar a candidatura nacional vai ficar muito difícil, mas se lá na frente ele se reaproximar do PT, Dilma e Lula, é possível que ele reintervenha em São Paulo. Além disso, se Alckmin der a vice ao PSB, o que parece ser uma exigência, outros partidos da base do Alckmin podem se rebelar. Então temos muito jogo pela frente.

5- A base de PREFEITOS de Alckmin já estava reduzida a 20% em 2012, pelos ataques do PCC, MENSALÃO DO PT PAULISTA, imprensa comprada, falsos processos com ajuda da OAB, notícias falsas, PM infiltrada e intimidada pelo PCC. Agora a ordem é reduzir a 10% até 2014. PMs ligados ao PCC irão cometer crimes para prejudicar Alckmin. ALCKMIN QUER A GUILHOTINA, MAS ESTA ENFRAQUECIDO. PT É UMA FACÇÃO QUE SUBORNA, faz chantagens, falsos processos e falsos escândalos midiáticos como o SIEMENS.

A ordem é não haver Governadores de oposição em 2014.

6- Os HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS FEDERAIS como o Hospital São Paulo, da Escola Paulista de Medicina, da UNIFESP deixaram de receber o 1/3 de verba FEDERAL em 6/2012 e agora o GOVERNO FEDERAL FAZ ESTE ALARDE: LIBEROU R$100 MILHÕES para a totalidade dos HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS DO BRASIL após 14 meses sem enviar nada. Este valor não dá para 1 semana de gastos, veja detalhes: http://jornalzonasul.com.br/hospital-sao-paulo-reclama-da-falta-de-verbas/ UMA NINHARIA PERTO DO QUE ALCKMIN TEM GASTO PARA MANTER ESTES HOSPITAIS.

7- Facção criminosa tenta levar casos do PCC ao STF

A ação dos bandidos foi detectada pela primeira vez em 2010, após registrarem dificuldade de obter benefícios para presos no Estado

12 de outubro de 2013 | 0h 01
Bruno Paes Manso e Marcelo Godoy

O crime organizado quer influenciar as decisões do Supremo Tribunal Federal e se infiltrar na corte. É o que demonstram as interceptações telefônicas feitas pelo Ministério Público.

Veja também:
link Maior investigação da história do crime organizado denuncia 175 do PCC
link PCC planeja matar o governador Geraldo Alckmin, revelam escutas
link 'Nós não vamos nos intimidar', diz Alckmin sobre o PCC

A ação dos bandidos foi detectada pela primeira vez em 2010 e envolveu uma articulação entre pelo menos dois integrantes da Sintonia Final Geral, a cúpula da facção, e advogados que trabalhariam para a Sintonia dos Gravatas, o departamento jurídico do PCC.

No dia 28 de agosto de 2010, à 0h46, Daniel Vinícius Canônico, o Cego, conversou com uma advogada identificada pelo MPE como Maria Carolina Marrara de Matos. Ele reclama de que dificilmente um benefício legal é concedido aos detentos da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, onde está a maior parte da cúpula da facção.

A advogada revela então o plano de reunir diversos recursos negados pela Justiça de São Paulo aos integrantes da facção, como pedidos de concessão do regime semiaberto. Diz a Cego que o "irmão" dela "foi chamado para trabalhar com um ministro, o (Ricardo) Lewandowski".

O Estado procurou entre os funcionários do gabinete do ministro algum que tivesse o mesmo sobrenome. Não encontrou. Também procurou a advogada nesta sexta-feira. Ela negou que conhecesse alguém no STF. Disse que seu irmão não trabalha lá. "A acusação é um absurdo e eu tenho como provar", disse.

No telefonema, Cego pede que a advogada faça o que propõe e ela afirma que vai a Brasília falar com o ministro. Não há nenhuma indicação na investigação de que a conversa realmente tenha ocorrido.

Em 15 de setembro de 2010, os investigadores surpreenderam um dos maiores traficantes do PCC, Edilson Borges Nogueira, o Biroska, pedindo para sua mulher que procurasse uma advogada identificada como Lucy de Lima. A advogada devia contatar um político de Diadema, no Grande ABCD, para que ajudasse a obter benefícios no cumprimento de sua pena.

O político era um vereador da cidade - Manoel Eduardo Marinho, o Maninho (PT). AoEstado, Maninho disse que teve contato com Biroska apenas quando era criança, pois o pai dele ("Seu Nonô") era guarda da prefeitura de Diadema e o irmão é metalúrgico. Maninho militou no sindicato dos metalúrgicos. "Repudio o PCC, mas gosto muito de seu Nonô." Maninho negou que tenha sido procurado pela advogada.

Biroska queria que o vereador testemunhasse em seu favor. A investigação não detectou se o político foi contactado pelo PCC. Biroska é o chefe do tráfico em Diadema. Dias antes (24 de agosto), Biroska conversa com uma mulher identificada como a advogada Lucy. Ela trata do recurso que está tentando para ajudar seu cliente e afirma que vai se encontrar com um ministro do STF. Ela quer tratar de um habeas corpus cujo relator, segundo o MPE, era Joaquim Barbosa - o ministro negou o habeas corpus.

Resistência. O Estado procurou ainda a advogada Lucy e deixou recado no telefone celular. Nenhuma das advogadas foi denunciada pelo MPE. A tentativa de influenciar os tribunais superiores teria como objetivo vencer as resistências encontradas pelos bandidos para a concessão de benefícios.

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,faccao-criminosa-tenta-levar-casos-do-pcc-ao-stf,1084798,0.htm

8- PCC ameaça com 'Copa do Mundo do terror'; PM está em alerta

Facção promete reagir caso a cúpula seja transferida para o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) na cadeia. Promotor relata ameaça ao Exército

Marcola

Novas ordens do crime surgiram depois de a defesa de Marcola, o chefão do PCC, ter acesso aos detalhes da megainvestigação (Sergio Lima/Folha Imagem)

Escutas recentes operadas pela inteligência policial revelam que o Primeiro Comando da Capital (PCC) planeja novos ataques caso a cúpula da facção criminosa seja transferida para o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) da Penitenciária de Presidente Bernardes, no interior de São Paulo. Diante do planejamento do bando, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Benedito Roberto Meira, pôs a corporação em estado de alerta. E as ameaças da facção não param por ai. Em 2014, os bandidos prometem uma "Copa do Mundo do terror" e ataques durante as eleições.

Os planos dos criminosos foram interceptados em telefonemas recentes flagrados pela polícia. Os bandidos afirmam que vão fazer uma greve branca nos presídios se a liderança do PCC for transferida para o RDD. Também dizem que, em caso de reação do governo paulista à greve, criminosos nas ruas vão atacar. "Passei uma mensagem aos meus homens para que eles redobrem a atenção no atendimento das ocorrências, quando estacionam os carros e no caminho para casa", afirmou Meira. Em 2012, depois de a facção ordenar ataques a policiais, 106 PMs foram assassinados.

As novas ordens do crime surgiram depois de a defesa de criminosos como Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, o chefão do PCC, ter acesso aos detalhes da megainvestigação realizada por três anos contra o crime organizado. Grande parte do mapeamento das ações do PCC foi feito com a colaboração de PMs.

Leia também:
Governo cria força-tarefa para investigar elo de policiais com PCC

As orientações saíram por meio de telefonemas dados pelos líderes que estão na Penitenciária II de Presidente Venceslau, no oeste paulista. "O clima é muito tenso na região. Eles estão transmitindo as ordens pelos celulares porque querem que a gente saiba", afirmou um dos 23 promotores dos Grupos de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaecos) do estado que assinaram a denúncia contra os 175 acusados de pertencem à organização criminosa.

A inteligência policial verificou também que o bando tomou precauções para o caso de toda a cúpula ser isolada no RDD de Presidente Bernardes. Marcola e os demais integrantes da "Sintonia Final Geral", cúpula da facção, escolheram substitutos que devem assumir os negócios da organização criminosa. Tudo isso para que o tráfico de drogas não seja prejudicado.

Durante a greve branca, os líderes do PCC querem impedir a inclusão de novos detentos na cadeia. Pretendem se recusar a serem fechados nas celas, ficando livres nos pátios. Também paralisariam o trabalho nas prisões onde existem oficiais. Em caso de intervenção do Grupo de Intervenção Rápida (GIR), da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) ou da Tropa de Choque da PM, os detentos da facção pretendem começar atentados nas ruas. De acordo com a inteligência policial, funcionários dos presídios também foram informados por presidiários sobre as supostas intenções da facção. O conteúdo dessas novas escutas não faz parte da denúncia apresentada pelos promotores.

Leia também:
Investigação do MP revela que PCC tentou se infiltrar no STF
PCC planejou matar Alckmin, diz Ministério Público

As ameaças do crime organizado contra o estado surgem no momento em que o Poder Judiciário analisa dois recursos apresentados pelo Ministério Público Estadual (MPE) contra as decisões de juízes que negaram a transferência da cúpula da facção para o RDD e a decretação da prisão de todos os 175 acusados - dezesseis deles tiveram a denúncia rejeitada.

Forças Armadas - Na semana passada, um dos promotores do caso relatou no Gabinete de Gestão Integrada (GGI), no Comando Militar do Sudeste, do Exército, a ameaça feita pelo PCC para os eventos de 2014. A expansão das atividades da facção criaria novos riscos. "A facção sabe que teremos muitos turistas aqui durante a Copa", afirmou o promotor.

(Com Estadão Conteúdo)

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/pcc-ameaca-com-copa-do-terror-pm-esta-em-alerta

9- VEJA COMO EM TODO O BRASIL A OPOSIÇÃO FOI DESTRUIDA

10- Guilhotina para a Bastilha pede Alckmin

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), fez ontem um discurso em tom de desabafo em que criticou a impunidade no Brasil e afirmou que o "povo não sabe de um décimo do que se passa contra ele" próprio.

"Se não, ia faltar guilhotina para a Bastilha, para cortar a cabeça de tanta gente que explora esse sofrido povo brasileiro", afirmou.

Du Amorim - 14.mar.2013/Divulgação/Governo SP
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB)
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB)

O tucano fez o discurso no lançamento de um programa estadual que auxilia prefeituras a disponibilizar portais de acesso a informações públicas. Começou dizendo que grandes casos de corrupção foram descobertos por acidente. "O controle é zero."

"O sujeito fica rico, bilionário, com fazenda, indústria, patrimônio e não acontece nada. E o coitado do honesto é execrado. É desolador."

As críticas de Alckmin foram feitas em frente ao chefe do Ministério Público de São Paulo, Márcio Elias Rosa, e do corregedor-geral da Administração do Estado, Gustavo Ungaro, representantes dos dois principais órgãos paulistas de combate à corrupção.

A situação causou constrangimento entre aliados, já que o tucano não dirigiu suas críticas a uma esfera específica de Poder nem isentou o próprio governo dos ataques.

O governador não poupou sequer o programa que estava sendo anunciado. Criticou as fundações do governo que receberam para desenvolver o sistema. "Não deviam cobrar nada, isso é obrigação."

Alckmin acusou também a existência de uma "grande combinação" que impede que dados sejam disponibilizados. "Salários, ninguém põe na internet, porque o sindicato pediu liminar. 'Olha eu gostaria de pôr, mas a Justiça proibiu'", ironizou.

O Legislativo de São Paulo, de maioria alckmista, se enquadra no ataque --não divulga salários por decisão judicial obtida por servidores.

Alckmin criticou ainda a morosidade do Judiciário. "A corrupção, o paraíso é o Judiciário. Todo mundo diz: 'Na hora que for para Justiça vai resolver'. Vai levar 20 anos."

O tucano não atendeu a pedido de entrevista e deixou o evento sem comentar a fala.

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,alckmin-afirma-que-faltaria-guilhotina-para-punir-corruptos,1030155

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/05/1275598-faltaria-guilhotina-se-o-povo-soubesse-o-que-se-passa-diz-alckmin.shtml

 
ESCUTAS do MP Impedem que TERRORISTAS do PCC Matassem ALCKMIN 12

Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

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