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No caso em que 33 homens estupraram uma garota no Rio de Janeiro em maio/2016 a advogada da denunciante,  Eloísa Samny, é Black Bloc terrorista e pediu asilo político no Uruguai (última postagem abaixo). Estupraram?

Em vídeo do SBT a denunciante diz é viciada e como não tem dinheiro para sustentar o vício, passa as noites com quem não gosta, passa dias sem comer... (última postagem abaixo). Estupraram?

Alienação Parental Implantação de Falsas Memórias em Crianças SAP

A OAB, comunista gramscista, não só estimulou a prática como ela faz parte da destruição da família pelo comunismo gramscista.

Meu amigo Paulo Giudicissi de Abreu, foi vítima ( foi acusado de abuso sexual da filha ) ele gritava, queria se matar e só não aconteceu, pois a família da Rosa, a ex, lhe deu total apoio e inclusive emprego (nem os irmãos dela acreditaram). Ele nunca tocou no assunto, sua irmã, Eliane, que me contou por telefone há alguns anos.

Eu, Ubirajara Dorta Jardim, fui vítima: Falcatruas no Fórum de Araraquara (abre página nova e pode ler as duas páginas simultaneamente).

80% DOS BOLETINS DE OCORRÊNCIA CONTRA PAIS E MARIDOS SÃO FALSOS http://extra.globo.com/noticias/rio/nas-varas-de-familia-da-capital-falsas-denuncias-de-abuso-sexual-podem-chegar-80-dos-registros-5035713.html

http://www.ilisp.org/artigos/denunciacao-caluniosa-feminista-um-desservico-as-vitimas-de-estupro/ Feminismo é terrorismo contra homens e mulheres de verdade.

LEIA SOBRE O COMUNISMO GRAMSCISTA a Dilma criou a lei do FEMINICÍDIO para mais mentiras GRAMSCISTAS...

1- Famílias dilaceradas


Pai ou mãe que joga baixo para afastar o filho do ex-cônjuge pode perder a guarda da criança por "alienação parental"

Claudia Jordão

Fazia seis anos que Karla, de oito, não via o pai. Nem mesmo por foto. Sua irmã mais nova, Daniela, nem sequer o conhecia. Quando seus pais se separaram, ela ainda estava na barriga de sua mãe. Aquela noite de 1978, portanto, era muito especial para as duas irmãs. Sócrates havia deixado o Rio de Janeiro, onde morava, e desembarcado em São Luís do Maranhão, onde elas viviam com a mãe, para tentar uma reaproximação. “Minha mãe disse que nosso pai iria nos pegar para jantar”, conta Karla Mendes, hoje com 38 anos. As garotas, animadas e ansiosas, tomaram banho, se perfumaram e vestiram suas melhores roupas. “Acontece que meu pai nunca chegou, ficamos lá, horas e horas, até meia-noite”, diz. Enquanto as meninas tentavam superar a decepção, a mãe repetia sem parar: “Tá vendo? O pai de vocês não presta! Ele não dá a mínima!”

Naquele dia, Karla viveu sua primeira grande frustração. Mas o maior baque aconteceu 11 anos depois, quando recebeu uma ligação inesperada do pai, que até então estava sumido. Karla começou a entender que sua mãe havia armado contra todos naquela noite – e em outras incontáveis vezes. Ela descobriu que o pai esteve mesmo em São Luís. Para ele, minha mãe prometeu que iríamos à praia em sua companhia, mas sumiu com a gente quando ele passou para nos pegar. Para nós, inventou o jantar”, conta Karla. De tão desorientada com a descoberta, trancou a faculdade por um ano para digerir a história. “O mais difícil foi descobrir que meu pai não era um monstro”, diz Karla, que há 20 anos tem uma relação próxima com o pai, mas não fala com a mãe desde que descobriu que ela manipula da mesma forma seus dois outros filhos de outro casamento.

A história de Karla e sua família é tão triste quanto antiga e corriqueira. Pais e mães que mentem, caluniam e tramam com o objetivo de afastar o filho do ex-parceiro sempre existiram. A diferença é que, agora, há um termo que dá nome a essa prática: alienação parental. Cunhada em 1985, nos Estados Unidos, pelo psicanalista Richard Gardner, a expressão é comum nos consultórios de psicologia e psiquiatria e, há quatro anos, começou a aparecer em processos de disputa de guarda nos tribunais brasileiros. Inspirados em decisões tomadas nos EUA, advogados e juízes começam a usar o termo como argumento para regulamentar visitas e inverter guardas. “Se comprovada a alienação, através de documentos ou testemunhos, quem trama para afastar pai de filho está sujeito a sanções, como multa e perda de guarda”, diz a psicóloga e advogada Alexandra Ullmann. São as mesmas penalidades previstas no projeto de lei 4.053/2008 que tramita na Câmara e pune mães, pais e demais familiares alienadores – também sujeitos a processo criminal por abuso psicológico.

A alienação parental consiste em programar uma criança para que, depois da separação, odeie um dos pais. Geralmente é praticada por quem possui a guarda do filho. Para isso, a pessoa lança mão de artifícios baixos, como dificultar o contato da criança com o ex-parceiro, falar mal e contar mentiras. Em casos extremos, mas não tão raros, a criança é estimulada pelo guardião a acreditar que apanhou ou sofreu abuso sexual. “É a maneira mais rápida e eficiente de afastar a criança do ex-cônjugue”, diz a desembargadora aposentada Maria Berenice Dias, uma das maiores especialistas no assunto. “Afinal, que juiz vai correr o risco de, na dúvida, não interromper o contato da criança com o acusado?” Segundo ela, nesses casos, testes psicológicos mostram que não houve crime em 30% das vezes. A investigação é complexa e o processo lento por isso a criança permanece anos afastada do pai, tempo suficiente para que os vínculos sejam quebrados. “Quando há falsa acusação de abuso, a criança sofre tanto quanto se tivesse sofrido a violência de fato”, afirma a psicóloga Andreia Calçada, autora de livros sobre o tema.

O que motiva alguém a jogar baixo com o próprio filho? Na maioria dos casos, a pessoa não se conforma com o fim do casamento ou não aceita que o ex-cônjuge tenha outro parceiro. No Brasil, 90% dos filhos ficam com a mãe quando o casal se separa. Por isso, a prática é muito mais comum entre as mulheres. “Há diversos níveis de alienação, mas no afã de irritar o ex-marido, as mães não têm noção do mal que fazem aos filhos”, diz Andreia.
 “O guardião altera a percepção da criança porque ela sente que o pai gosta dela, mas a mãe só o critica, e isso pode desencadear crises de angústia, ansiedade e depressão.” Além disso, a criança cresce em uma bolha de mentiras, o que pode provocar desvios de caráter e conduta.

Crianças de até seis anos são mais suscetíveis a uma modalidade de alienação chamada “implantação de falsas memórias”. É quando o pai ou a mãe a manipula a ponto de acreditar que vivenciou algo que nunca ocorreu de fato. Os dois filhos do consultor empresarial Nilton Lima, 45 anos, foram estimulados pela mãe e pela avó materna a acreditar que haviam apanhado do pai na infância. Nilton e a mãe dos rapazes se separaram após dez anos de casamento. “Certo dia, meu filho mais velho me disse que eu já havia batido nele”, diz Nilton, pai de Anderson, 22 anos, e Bruno, 16. “Fiquei chocado”, diz. Com o tempo, os filhos perceberam a manipulação e ficaram contra a mãe. Esse “efeito bumerangue” é comum quando as crianças crescem e começam a entender o que ocorre ao redor delas. “Nesses casos, os filhos se viram contra quem fez a cabeça de les”, diz a advogada Sandra Vilela. Há quatro anos, depois de quase uma década de briga na Justiça, Nilton conseguiu a inversão de guarda dos filhos. Para isso, foi fundamental o desejo deles de ficar com o pai.

Mas nem sempre uma decisão judicial favorável é suficiente para remendar laços partidos. Pai de uma adolescente de 15 anos e um garoto de dez, o publicitário Paulo Martins, 45, se separou há cinco anos. E, desde então, luta para ficar mais tempo com os filhos, que, sob influência da mãe, já chegaram a ignorar suas ligações, recusar seus convites e mudam de comportamento quando estão na presença dos dois. “Sempre que vou deixar o meu filho em casa, ele muda comigo, percebo que ele não quer que eu o abrace para que a mãe não veja”, conta Martins.

Em 2005, ele entrou com uma ação de regulamentação de visitas, na tentativa de ampliar o tempo de convívio com os filhos. A decisão, favorável a ele, saiu recentemente. Mas a filha mais velha de Martins ainda se recusa a vê-lo. Em julho, Martins resolveu presenteá-la com uma festa de 15 anos, o que deixou a adolescente superanimada. Tudo quase pronto, a bomba: “A mãe dela disse que só iria se a minha mulher não fosse”, conta ele. “Minha filha pediu para eu não levála, mas não quis ceder.” A adolescente preferiu abrir mão da festa e desde então não fala com o pai. Quando um casamento chega ao fim, o ex-casal precisa ter claro que a separação é entre eles. Separar a criança do pai ou da mãe é puni-la por algo que ela não tem culpa. “Não existe filho triste de pais separados, existe filho triste de pais que brigam”, diz o advogado Rodrigo da Cunha Pereira.

http://www.istoe.com.br/reportagens/paginar/1138_FAMILIAS+DILACERADAS/2

2- A alienação parental é a rejeição do genitor que "ficou de fora" pelos seus próprios filhos, fenômeno este provocado normalmente pelo guardião que detêm a exclusividade da guarda sobre eles ( a conhecida guarda física mono parental ou exclusiva ).

Esta guarda única permite ao genitor que detêm a guarda com exclusividade, a capacidade de monopolizar o controle sobre a pessoa do filho, como um ditador, de forma que ao exercer este poder extravagante, desequilibra o relacionamento entre os pais em relação ao filho. A situação se caracteriza quando, a qualquer preço, o genitor guardião que quer se vingar do ex cônjuge, através da condição de superioridade que detêm, tentado fazer com que o outro progenitor ou se dobre as suas vontades, ou então se afaste dos filhos.

Levando em consideração que as Varas de família agraciam as mulheres, com a guarda dos filhos, em aproximadamente 91% dos casos (IBGE/2002), salta aos nossos olhos que a maior incidência de casos de alienação parental é causada pelas mães, podendo, todavia ser causada também pelo pai, dentro dos 9% restantes.

Concluímos assim, que o compartilhamento parental na criação dos filhos, anularia o excesso de poder unilateral, origem da alienação parental, trazendo a solução para este e vários outros problemas causados pela Guarda Única.

Infelizmente nosso Novo Código Civil não nos agraciou com as mudanças que se fazem necessário para atender a mulher moderna, o pai responsável, a atual família brasileira, ao asseverar que a Guarda dos filhos continue sendo mono parental, da mesma forma que o Código Civil antecessor que data de 1916, hoje com 87 anos.

Com o objetivo de ajudar aos pais a identificar quando é que seus filhos podem estar sendo vítimas da alienação parental, juntamos as seguintes situações que demonstram em menor ou maior grau o risco da rejeição paterna.


• ...”Cuidado ao sair com seu pai . Ele quer roubar você de mim”...
• ...”Seu pai abandonou vocês “...
• ...”Seu pai não se importa com vocês”...
• ...”Você não gosta de mim! Me deixa em casa sozinha para sair com seu pai”...
• ...”Seu pai não me deixa refazer minha vida”...
• ...”Seu pai me ameaça , ele vive me perseguindo”...
• ...”Seu pai não nos deixa em paz, vive chamando no telefone”...
• ...”Seu pai tenta sempre comprar vocês com brinquedos e presentes”...
• ...”Seu pai não dá dinheiro para manter vocês”...
• ...”Seu pai é um bêbado”...
• ...”Seu pai é um vagabundo”....
• ...”Seu pai é desprezível”...
• ...”Seu pai é um inútil”...
• ...”Seu pai é um desequilibrado”...
• ...”Vocês deveriam ter vergonha do seu pai”....
• ...”Cuidado com seu pai ele pode abusar de você”...
• ...”Peça pro seu pai comprar isso ou aquilo”...
• ...”Eu fico desesperada quando vocês saem com seu pai”...
• ...”Seu pai bateu em você , tente se lembrar do passado”...
• ...”Seu pai bateu em mim, foi por isso que me separei dele”...
• ...”Seu pai é muito violento, ele vai te bater”...

Com isso, ocorrem casos de crianças com problemas psicológicos diversos, onde vemos tais reflexos somatizados, de uma culpa que elas não tem, ora em forma mais grave, como o desvio de comportamento, e outras copiando o modelo materno ou paterno de forma inadequada, ( ver pesquisas)

Caso ocorra com seu filho situação semelhante, é necessário que se procure a Vara de Família, devidamente representado por um advogado de família, para que seja peticionado uma ação de inversão da guarda, ou Guarda Compartilhada.

Outras características de mães, ou pais, que induzem a alienação parental aos filhos:

• Cortam as fotografias em que os filhos estão em companhia do pai, ou então proíbe que as exponha em seu quarto.
• Pais monoparentais, não participam ao pai que “ficou de fora” informações escolares como os boletins escolares, proíbe a entrada destes na escola, não fornece fotografias, datas de eventos festivos escolares e tentam macular a imagem do pai junto ao corpo docente do colégio.
• Pais dessa natureza, não cooperam em participar de mediações promovidas por instituições que promovem a mediação entre casais em litígio, são freqüentemente agressivos, arrogantes, e exímios manipuladores.
• Restringem e proíbem terminantemente, a proximidade dos filhos e parentes com os membros da família do ex-cônjuge.
• Encaram o ex-cônjuge como um fator impeditivo para a formação de uma outra família.(normalmente porque idealizam uma nova vida imaginando poder substituir a figura do pai pela a do padrasto, o que não seria possível com a proximidade do ex).
• Pais que induzem a alienação parental, ao ser necessário, deixam seus filhos com babás, vizinhos, parentes ou amigos, mas nunca com o pai não residente, (mesmo que ele seja o seu vizinho), a desculpa clássica é: ” Seu pai está proibido de ver as crianças fora do horário pré-estipulado para ele “ , ” Seu pai só pode ficar com vocês de 15 em 15 dias. Foi o Juiz que disse “ ou “ Não permito, porque seu pai vai interferir na rotina da nossa família”
• Pais que induzem a alienação parental, normalmente são vítimas do seu próprio procedimento no futuro, sendo julgados pelos seus próprios filhos impiedosamente.
• Tem crises de depressão e agressividade, exercendo violência física ou psicológica sobre seus filhos.
• Fazem chantagem emocional sempre que possível, especialmente quando a criança está de férias com o pai não residente.
• Não percebe o cônjuge na sua angustiante revolta e infelicidade que o seu “maior inimigo” poderia ser seu maior aliado, sendo enormemente beneficiada dividindo a responsabilidade no compartilhamento da guarda do filho, com o ex-cônjuge.
• Muitas vezes negam ao pai não residente o direito de visitar seus filhos nos horários pré-estipulados, desaparecendo por semanas a fio, ou obrigando as crianças a dizerem, que não querem sair com o pai, não permitindo nem mesmo que ele se aproxime de sua casa, chamando a polícia sob a alegação que está sendo ameaçada ou perseguida.
• Não permitem o contato telefônico do pai com o filho em momento algum, proibindo inclusive que o filho ligue para ele.
• Proíbem a empregada doméstica de passar a ligação do pai ao seu filho.
• Desaparece com o telefone celular que o pai dá para o filho.
• Costumam fazer denunciações caluniosas de agressão, ameaça, crimes contra a honra, etc.
• Agridem fisicamente o pai em locais não públicos, e imediatamente se deslocam para locais públicos, para forjar um pedido socorro por terem sido agredidas.
• Freqüentemente ameaçam mudarem-se pra bem longe, os Estados Unidos ou uma cidade bem longe.

BIBLIOGRAFIA: SÍNDROME DE ALIENAÇÃO PARENTAL
Por François Podevyn ( podevyn.f@js.mil.be ) http://users.skynet.be/paulwil/pas.htm

Traduzido para o Espanhol por Paul Wilekens (aul.willekens@chello.be)

Euclydes de Souza é advogado, presidente da Apase Rio de Janeiro e PaiLegal

Escrito por Euclydes de Souza* | 21 Fevereiro 2003

http://www.pailegal.net/guarda-compartilhada/204

 

3- Síndrome da alienação parental causa transtornos

Um fenômeno não é novo e vem sendo identificado pelos profissionais que se dedicam ao estudo dos conflitos familiares e da violência no âmbito das relações interpessoais.

É conhecido por alguns, como síndrome de alienação parental (SAP), outros intitulam de "implantação de falsas memórias".

De acordo com a desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, Maria Berenice Dias, esse tema começa a despertar a atenção, pois é prática que vem sendo denunciada de forma recorrente.

"Sua origem está ligada à intensificação das estruturas de convivência familiar, o que fez surgir, em conseqüência, maior aproximação dos pais com os filhos", explica.

Assim, quando da separação dos genitores, passou a haver entre eles uma disputa pela guarda destes, algo impensável até algum tempo atrás.

Antes, a naturalização da função materna levava a que os filhos ficassem sob a guarda da mãe. Ao pai restava somente o direito de visitas em dias predeterminados, normalmente em fins de semana alternados.

Mãe e madrasta, a professora A. G., vive na pele um caso grave de SAP com sua enteada. A mãe da menina promove a violência emocional com a criança desde que seu atual marido se separou dela, quando a menina tinha apenas quatro anos de idade.

A terapeuta familiar Roberta Palermo comenta que a síndrome identifica um processo em que um dos genitores - geralmente o que detém a guarda da criança "faz a cabeça" do filho para que ele odeie o genitor sem qualquer justificativa. Assim, o filho após a separação dos pais passa a ser utilizado como instrumento de vingança e agressividade direcionado ao parceiro.

Sem desistir

"Quando engravidei, esse quadro piorou, pois a mãe dizia para a minha enteada que o pai não gostava dele, que só gostava do bebê que ia nascer", conta a professora.

Nesse caso, a mãe passou a incitar ódio contra o pai e deixar de cuidar da própria filha. "Já pedimos a guarda da minha enteada e estamos aguardando a decisão da justiça", informou a professora.

Para M. A. F. S. a situação é mais grave ainda. Segundo ele, a ex-mulher foge com a filha de um ano e desaparece por semanas, sem que ele saiba onde estão.

"Ela me pune por meio de minha filha, por eu ter dado um fim no nosso relacionamento", ressalta. A criança que ama seu genitor é incitada a afastar-se dele, que também a ama. Entra em cena a contradição de sentimento e a destruição do afeto entre ambos.

A partir disso, a criança perde a confiança no genitor e passa a ter um vínculo maior com o outro, aceitando tudo o que lhe é dito como verdade. A mãe tenta afastar o pai a qualquer custo, que é agora considerado um invasor.

Roberta Palermo, autora de livros sobre o relacionamento entre casais separados, declara que, perante as dificuldades impostas, principalmente, pelas mães, alguns pais desanimam e até desistem, somem (PRONTO A OAB CONSEGUIU).

"Quando não, aceitam as migalhas de convivência oferecidas pela ex-esposa", reconhece. De acordo com a especialista, essas não são as saídas adequadas. O pai precisa ter forças para enfrentar o problema e resolvê-lo. Não pode desistir de ser pai, de dar essa oportunidade ao filho. "Desistir é ser conivente com a decisão da mãe", argumenta.

Distúrbios psicológicos

Crianças vitimas da síndrome da alienação parental são mais propensas a apresentar distúrbios psicológicos, como depressão, ansiedade e pânico. Também utilizam drogas e álcool como forma de aliviar a dor e culpa da alienação.

Apresentam baixa auto-estima e sofrem por isso. Nos casos mais graves, sofrem outros transtornos mentais, correndo o risco de cometer suicídio. "Ao tornarem-se adultas, dificilmente conseguirão uma relação estável, invariavelmente, em função da desqualificação do genitor alienado", observa a terapeuta.

M. A. F. S. alega que, quando pede ajuda às autoridades, ninguém faz nada e dizem apenas que ele deve esperar. Luciana Godoy, outra madrasta que presencia um caso de SAP gravíssimo com seu atual marido adverte que é preciso frear com urgência tal comportamento, caso contrário, "continuaremos a conviver com adolescentes envolvidos com drogas ou álcool, com dupla personalidade, sem chão, sem rumo, por terem agido injustamente, manipulados por mães sociopatas",

Redação - Paraná-online

4- Morte inventada

Um documentário sobre o tema, chamado A morte inventada, com depoimentos de vários filhos que foram submetidos à alienação parental, busca discutir a alienação parental, um distúrbio cada dia mais habitual no âmbito das disputas pela custódia de um filho na hora da separação de um casal, situação na qual um genitor procura deliberadamente alienar (afastar) o seu filho ou filha do outro genitor, deturpando a sua mente, tendo normalmente êxito em seus intentos.

A sua manifestação consiste na campanha de difamação contra um genitor. É o resultado da combinação de uma programação (lavagem cerebral) levada a cabo pelo ensinamento sistemático de um genitor alienante, a fim de destruir o vínculo entre o genitor alienado e a criança, destruição essa que, infelizmente, se perdura quase sempre para toda a vida.

http://www.youtube.com/watch?v=kBJCFnte0Ow Assista o Documentário

5- 33 "estupraram" uma garota no Rio de Janeiro em 5/2016

A ADVOGADA DA GAROTA DO RIO ESTUPRADA POR 33 HOMENS
FEZ ESTA DECLARAÇÃO NO YOUTUBE EM 21 DE JULHO DE 2014
"URGENTE Declaração de Eloísa Samy 
Advogada se diz perseguida política pelo estado do Rio de Janeiro"
Acusada de ser uma violenta black bloc a advogada Eloísa Samny teve pedido de asilo político negado pelo consulado do Uruguai em 2014

Roberto Cabrini, SBT, entrevista a jovem do caso "33" e ela diz que é viciada e como não tem dinheiro para sustentar o vício, passa as noites com quem não gosta, passa dias sem comer...

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/05/1776311-laudo-feito-apos-estupro-em-menina-nao-aponta-indicios-de-violencia.shtml?cmpid=facefolha

Falsas Denúncias de Estupro 2
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Alienação Parental Implantação de Falsas Memórias em Crianças SAP

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Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

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