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Em 2001 eu morava numa mini kit em São Vicente, SP e para não morrer de calor deixava a porta aberta (1500 apartamentos no condomínio Internacional). Tinha Internet rápida e aparecia todo o tipo de gente - Uma garota de 13 anos passava horas comigo (portas escancaradas) provocava os pais para apanhar, chamava o Consenho Tutelar e assumia o controle da casa ameaçando os pais com cadeia. Isto em 2001, antes do LULA, já havia a CONSTITUIÇÃO, IDIOTIZADA, QUE TEMOS ATÉ HOJE. Menores tudo podem: portar armas, matar sem serem penalizados... Desde 1988 temos esta constituição comunista.

A O SAÍREM DA FEBEM POR UMA PUNIÇÃO DE "ENTRADA"( CRIME LEVE ) SAEM DEVENDO R$300,00 MENSAIS AO PCC PARA NÃO SEREM ABUSADOS SEXUALMENTE na FEBEM, entram para o crime para pagar a mensalidade...

Feminismo na Suécia GERAÇÃO TERRORISTA criada com a PROIBIÇÃO DAS PALMADAS EM 1979

1- Feminismo na Suécia GERAÇÃO TERRORISTA criada na Suécia com a PROIBIÇÃO DAS PALMADAS EM 1979

Agora se matam ao entrar na idade em que podem ser penalizados, lotam os psiquiatras por acharem que a vida não vale mais ser vivida.

A proibição das punições físicas à crianças foi incorporada ao código penal da Suécia em 1979 QUE HOJE TENTA MUDAR A LEI - OS HOMENS SÃO FAVORÁVEIS - AS MULHERES CONTRA

2- O FEMINISMO SUECO QUE HOJE DESTRÓI OS JOVENS E TORNA AS MULHERES PERIGOSAS - MUITOS ARTIGOS CITAM O PERIGO DE SE IR A SUÉCIA - A CONDENAÇÃO POR ESTUPRO DE JULIAN ASSANGE - SE NÃO CONHECE AS LEIS E O FEMINISMO DETALHADAMENTE NÃO VÁ À SUÉCIA !!!
3- Regras tribunal sueco é legal de se masturbar em público
4- Suécia cria sistema de classificação feminista de filmes
5- ONDE ESTÃO AS LOIRAS?
6- Os loiros serão extintos?
7- Diplomata holandês atacado em Moscou


1- 29 de Outubro de 2013•17h54

Após proibir palmadas, Suécia "sofre" com geração de crianças mimadas

A proibição das punições físicas a crianças foi incorporada ao código penal da Suécia em 1979

Marie Märestad (dir.) e seu marido concedem entrevista à agência AFP em outubro Foto: AFPMarie Märestad (dir.) e seu marido concedem entrevista à agência AFP em outubroFoto: AFP

A Suécia, primeira nação do mundo a proibir as palmadas na educação das crianças, se pergunta agora se não foi longe demais e criou uma geração de pequenos tiranos.

"De uma certa forma, as crianças na Suécia são extremamente mal educadas", afirma à AFP David Eberhard, psiquiatra e pai de seis filhos. "Eles gritam quando adultos conversam à mesa, interrompem as conversas sem parar e exigem o mesmo tratamento que os adultos", ressalta.

O livro "Como as crianças chegaram ao poder", escrito por Eberhard, explica porque a proibição das punições físicas - incorporada de forma pioneira ao código penal da Suécia em 1979 - levou, pouco a pouco, a uma interdição de qualquer forma de correção das crianças.

"É óbvio que é preciso escutar as crianças, mas na Suécia isso já foi longe demais. São elas que decidem tudo nas famílias: quando ir para a cama, o que comer, para onde ir nas férias, até qual canal de televisão assistir", avalia ele, considerando que as crianças suecas são mal preparadas para a vida adulta.

O comportamento das filhas levou o casal Märestad a procurar aconselhamento  Foto: AFPO comportamento das filhas levou o casal Märestad a procurar aconselhamento Foto: AFP

"Nós vemos muitos jovens que estão decepcionados com a vida: suas expectativas são muito altas e a vida se mostra mais difícil do que o esperado por eles. Isso se manifesta em distúrbios de ansiedade e gestos de autodestruição, que aumentaram de maneira espetacular na Suécia", diz o psiquiatra.

Suas teses são contestadas por outros especialistas, como o terapeuta familiar Martin Forster, que sustenta que, numa escala mundial, as crianças suecas estão entre as mais felizes. "A Suécia se inspirou sobretudo na ideia de que as crianças deveriam ser ouvidas e colocadas no centro das preocupações", afirma Forster. Segundo ele, "o fato de as crianças decidirem muitas coisas é uma questão de valores. Pontos de vista diferentes sobre a educação e a infância geram culturas diferentes".

O debate sobre o mau comportamento das crianças surge regularmente nas discussões sobre a escola, onde os problemas de socialização ficam mais evidente. 

É óbvio que é preciso escutar as crianças, mas na Suécia isso já foi longe demais. São elas que decidem tudo nas famílias

David EberhardPsiquiatra

No início de outubro, o jornalista Ola Olofsson relatou seu espanto após ter ido à sala de aula de sua filha. "Dois garotos se xingavam, e eu não fazia ideia de que com apenas 7 anos de idade era possível conhecer aquelas palavras. Quando eu tentei intervir, eles me insultaram e me disseram para eu ir cuidar da minha vida", conta à AFP.

Quase 800 internautas comentaram a crônica de Olofsson. Entre os leitores, um professor de escola primária relatou sua rotina ao passar tarefas a alunos de 4 e 5 anos: "Você acha que eu quero fazer isso?", disse um dos alunos. "Outro dia uma criança de quatro anos cuspiu na minha cara quando eu pedi para que ela parasse de subir nas prateleiras".

Após um estudo de 2010 sobre o bem estar das crianças, o governo sueco ofereceu aos pais em dificuldade um curso de educação chamado "Todas as crianças no centro". Sua filosofia: "laços sólidos entre pais e filhos são a base de uma educação harmoniosa de indivíduos confiantes e independentes na idade adulta".

Um de seus principais ensinamentos é que a punição não garante um bom comportamento a longo prazo, e que estabelecer limites que não devem ser ultrapassados, sob pena de punição, nem sempre é uma panaceia.

"Os pais são instruídos a adotar o ponto de vista da criança. Se nós queremos que ela coopere, a melhor forma de se obter isso é ter uma relação estreita", afirma a psicóloga Kajsa Lönn-Rhodin, uma das criadoras do curso governamental. "Eu acredito que é muito mais grave quando as crianças são mal-tratadas (...), quando elas recebem uma educação brutal", avalia.

Marie Märestad e o marido, pais de duas meninas, fizeram o curso em 2012, num momento em que eles não conseguiam mais controlar as crianças à mesa. "Nós descobrimos que provocávamos nelas muitas incertezas, que elas brigavam muito (...) Nós tínhamos muitas brigas pela manhã, na hora de colocar a roupa para sair", relembra essa mãe de 39 anos. "Nossa filha caçula fazia um escândalo e nada dava certo (...) Nós passamos por momentos muito difíceis, até decidirmos que seria bom se ouvíssemos especialistas, conselheiros", conta Märestad, que é personal trainer em Estocolmo.

O curso a ajudou a "não lutar em todas as frentes de batalha" e a dialogar melhor. Mas para ela, as crianças dominam a maior parte dos lares suecos. "Nós observamos muito isso nas famílias de nossos amigos, onde são as crianças que comandam".

Segundo Hugo Lagercrantz, professor de pediatria na universidade Karolinska, de Estocolmo, a forte adesão dos suecos aos valores de democracia e igualdade levou muitos a almejarem uma relação de igual para igual com seus filhos. "Os pais tentam ser muito democráticos (...) Eles deveriam se comportar como pais e tomar decisões, e não tentarem ser simpáticos o tempo todo", diz Lagercrantz.

Ele vê, contudo, algumas vantagens nesse estilo de educação. "As crianças suecas são muito francas e sabem expressar seu ponto de vista", afirma. "A Suécia não valoriza a hierarquia e, de uma certa forma, isso é bom. Sem dúvida, esta é uma das razões pelas quais o país está relativamente bem do ponto de vista econômico".

http://noticias.terra.com.br/mundo/europa/,477a68fadb402410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

Imagine estas crianças criadas pelas CARTILHAS DO PT. Como será o futuro delas? Como será sua casa?

2- Como o país que inventou o sexo livre se transformou no carrasco de Assange


As outrora libertárias suecas adotaram um feminismo radical em que o pênis é um inimigo.
A Última LOIRA Natural Nascerá em 2200 na Finlândia, segundo a OMS ?

Quer entender o que está acontecendo com Julian Assange, um dos maiores inovadores do jornalismo em toda a história, um titã da transparência e do combate a governos e corporações corruptas?

Leia Uma Breve História do Sexo Sueco — como a nação que nos deu o amor livre redefiniu o estupro e declarou guerra a Julian Assange. O autor é Oscar Swartz, um guru sueco de TI de 53 anos e um libertário em todas as esferas, da política ao sexo.

Torço para que alguma editora brasileira já esteja traduzindo. Meu exemplar comprei na Amazon, e comecei a ler depois de um simples clique para comprar e baixar o livro.

Swartz facilitou ao máximo nossa vida. Fez uma linha do tempo. Seu relato vai dos anos dourados do sexo na Suécia àquilo em que ela se transformou hoje – um inferno para os homens.

A primeira parte é conhecida. A Suécia era uma referência de liberdade sexual nos anos 1950 e 1960. Vigoravam lá idéias muito à frente do tempo, como o “erotismo samaritano”. Isso significava o seguinte: proporcionar sexo a pessoas desfavorecidas. Por exemplo, deformadas, ou com problemas neurológicos sérios. O Estado manteria bordéis para atender as necessidades sexuais dos impossibilitados de conquistar mulheres pelas vias normais.

Os suecos viam o sexo com extraordinária naturalidade. Swartz cita um filme que marcou época, A Linguagem do Corpo, de 50 anos atrás. Comprei. Impressionante. Estudiosos sérios discutem a melhor maneira de homens e mulheres terem uma vida sexual boa com imagens explícitas. Há uma aula sobre a fisiologia da masturbação feminina ilustrada com uma mulher se acariciando. E há recomendações ainda hoje atuais sobre o que o casal não deve fazer – intolerância um diante do outro etc etc.

Essa era a Suécia, um paraíso do sexo libertador.

Até que, nos anos 1970, florescesse lá um feminismo predador em que o homem acabaria se transformando no lixo da humanidade. A influência veio dos Estados Unidos. Particularmente, de uma feminista chamada Valerie Solanas, autora do Manifesto Scum, um clássico anti-homens. (Valerie se notabilizaria não apenas pelo manifesto como pela tentativa de matar Warhol porque ele perdeu os originais de uma peça que ela lhe passou.)

A Última LOIRA Natural Nascerá em 2200 na Finlândia, segundo a OMS ?

Suecas: bonitas, gostosas — e perigosas

A diatribe de Valerie conquistou mulheres influentes na Suécia, e foi então que o pesadelo começou. (A principal acusadora de Assange, Anne Ardin, é uma devota de Valerie.)

As feministas suecas foram ganhando posições importantes na mídia, na política e na justiça, e os homens foram sendo reduzidos à condição de bandidos sexuais até que provem o contrário, se conseguirem.

O conceito de estupro passou a ser mais e mais esticado. Num certo momento, uma discussão forte se iniciou sobre o “sexo por insistência”. Suponhamos que você insista com uma amiga para que ela durma com você. Ela topa, afinal. Depois, se arrependida, ela poderia acusar você de estupro. O tema ainda está em aberto.

Swartz conta o caso de um rapaz de 18 anos cuja namorada ficava na casa dele com frequência. Os dois faziam sexo praticamente o tempo todo. Um dia, ela estava dormindo na casa dele, e no meio da noite ele a acariciou. Quando o garoto rompeu com a namorada, ela o processou por estupro por conta da noite em que ele procurou sexo na madrugada. Resultado: um ano de cadeia para ele.

Assange errou quando fez sexo na Suécia sem conhecer os riscos enormes de retaliação caso as mulheres se sintam contrariadas ou rejeitadas. Mas acertou ao recusar a ir para lá, porque o que o esperava era uma condenação antecipada. A mídia local já vinha fazendo uma campanha intensa contra ele. (E continua.) Na polícia e na justiça, herdeiras de Valerie fatalmente o justiçariam. As chances de elas encaminharem alegremente Assange para os Estados Unidos seriam enormes.

Swartz fez um trabalho notável.

Assange só poderia ser catalogado como estuprador num país em que ter pênis é um pecado.

Leia mais: O amigo de Assange: um perfil de Rafael Correa, presidente do Equador 

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A Última LOIRA Natural Nascerá em 2200 na Finlândia, segundo a OMS ?

Sobre o Autor

O jornalista Paulo Nogueira, baseado em Londres, é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/uma-breve-historia-do-sexo-sueco-como-o-pais-que-inventou-o-amor-livre-se-transformou-no-carrasco-de-assange/

3- Regras tribunal sueco é legal de se masturbar em público (se não é dirigida a ninguém específico)

  • O homem, de 65 anos, absolvido da acusação de agressão sexual após se masturbando na praia

  • Tribunal decidiu que ele não cometeu nenhum crime já que ele não estava dirigindo a sua acção no sentido de uma pessoa específica

  • Qualquer um que faz o mesmo no Reino Unido iria enfrentar acusação de exposição indecente

PUBLICADO: 16:12 GMT, 18 de setembro de 2013 | ATUALIZADO: 16:31 GMT, 18 de setembro, 2013

Um tribunal da Suécia decidiu que é aceitável a se masturbar em público, desde que ele não é dirigida a ninguém.

A decisão veio em julgamento marco na sequência de um processo movido contra um homem visto tocando-se em uma praia.

O homem de 65 anos de idade, que baixou os calções perto da água em Drevviken praia, Estocolmo, e começou a se masturbar, foi inicialmente acusado de agressão sexual.

Mas em uma decisão surpresa, o Tribunal Distrital Södertörn absolveu o homem. Enquanto o juízo afirmou que "pode ​​ser provado que o homem se expôs e se masturbou nesta ocasião", que, posteriormente, acrescentou que nenhum delito tivesse sido cometido.

Södertörn District Court, na foto, absolveu um homem acusado de agressão sexual por se masturbar em uma praia, porque não foi dirigido a ninguém

Södertörn District Court, na foto, absolveu um homem acusado de agressão sexual por se masturbar em uma praia, porque não foi dirigido a ninguém

Ele baseia sua conclusão no fato de que o homem não estava dando prazer a si mesmo para uma pessoa específica, de acordo com o site de notícias Inglês linguagem da Suécia, The Local .

Os promotores realizaram suas mãos em acordo, sublinhando que a lei exige para o ato a ser dirigida a outra pessoa para contar como um crime.

O promotor público Olof Vrethammar disse ao jornal Mitti que ele não estava planejando apelar da decisão.

Ele disse ao jornal, citado no local: "Para que isso seja uma ofensa criminal é necessário que o abuso sexual foi direcionado para uma ou mais pessoas. Eu acho que o julgamento do tribunal é razoável. "

O homem de 65 anos de idade, foi inicialmente acusado de agressão sexual depois de prazer a si mesmo em uma praia no interior Drevviken, perto de Estocolmo, Suécia

O homem de 65 anos de idade, foi inicialmente acusado de agressão sexual depois de prazer a si mesmo em uma praia no interior Drevviken, perto de Estocolmo, Suécia

A decisão levanta questões sobre se a masturbação pública agora será aceitável em toda a Suécia, contanto que não é dirigida a outra pessoa.

Mr Vrethammar parecia pensar assim, "O tribunal tem feito um julgamento sobre este caso. Com isso, podemos concluir que não há problema em se masturbar na praia. O ato pode ser considerado conduta desordeira ", disse.

Suécia, assim como seus vizinhos escandinavos, tende a ter uma abordagem mais tolerante e, por vezes, progressiva com as questões sociais.

Exposição indecente: COMO A LEI FUNCIONA NA GRÃ-BRETANHA

No Reino Unido, a exposição indecente vem sob a Lei de Crimes Sexuais de 2003.

Ela envolve a exibição pública de partes da anatomia de uma forma que pode ser ofensivo para os outros e moralmente inaceitável.

Casos levados a tribunal incluir pessoas expondo-se de forma considerada indecente e particularmente ofensivo aos outros em trens, ônibus e outras áreas públicas. 

Masturbação ou tocar a si mesmo em vista do público de uma forma descaradamente sexual é abrangido pela lei.

O teste de decência ou não depende do público, as regras da comunidade e se ou não a exposição pretende e / ou faz repelir o público. 

Banho de sol, por exemplo, em poucos ou mesmo sem roupas, é improvável de causar ofensa e, portanto, constituem a exposição indecente.

Se condenado, a pena mais provável é um bem e / ou serviço comunitário, em vez de uma pena de prisão, apesar de exposição indecente pode resultar em um prazo máximo de prisão de 24 meses, dependendo das circunstâncias.

Mas esta decisão histórica levanta preocupações sobre a extensão em que as pessoas vão aproveitar a liberdade de se masturbar com impunidade em público.

Dr Liz Davies, um leitor de Proteção à Criança em Londres, Metropolitan University, que realizou uma pesquisa no sistema de proteção à criança da Suécia, disse que pensou que esta decisão foi surpreendente.

"A Suécia tem um sistema de proteção à criança realmente robusto e investigação muito rigorosa em torno de abuso sexual. 

"Portanto, este julgamento é surpreendente, dado que tal ato poderia ser testemunhado por crianças, bem como adultos", disse.

O caso vem quente nos saltos de um julgamento semelhante recente, em que um garoto de 15 anos, foi absolvido da acusação de agressão sexual depois que ele jogou sua calcinha em um lago e ficou nua na frente de duas filhas menores de idade.

Ambas as meninas tinham solicitado o rapaz ser acusado de abuso sexual, mas o Tribunal Distrital Södertörn decidiu que o seu comportamento não era de natureza sexual assim que a carga foi demitido, segundo o The Local.

No Reino Unido alguém que se masturba em público ou expõe a si mesmos de alguma forma enfrenta uma acusação de exposição indecente.

 http://www.dailymail.co.uk/news/article-2424416/Swedish-court-rules-IS-legal-masturbate-public-directed-specific.html#ixzz2i7RUSNzQ 

4- Suécia cria sistema de classificação feminista de filmes

  • Para conseguir conceito ‘A’, filme deve ter personagens femininos que conversem entre si

  • Toda a trilogia do ‘Senhor dos Anéis’, todos os filmes de ‘Guerra nas estrelas’, ‘A rede social’ e ‘Pulp fiction’, por exemplo, fracassam nesse teste

AP

Publicado:6/11/13 - 10h40

Atualizado:6/11/13 - 11h49

Ellen Tejle, gerente da sala de cinema Bio Rio, em Estocolmo, é uma das incentivadoras do novo sistema AMI BRAMME / AP

ESTOCOLMO — Você espera que o sistema de classificação de um filme diga se ele tem cenas de sexo, nudez, palavrões, violência. Mas agora os cinemas na igualitária Suécia estão criando uma novo sistema para destacar o preconceito de gênero, ou a ausência dele. Para conseguir uma classificação “A”, o filme deve passar pelo chamado teste Bechdel, o que significa ter pelo menos duas personagens femininas com nome que conversem entre si sobre algum assunto que não seja um homem.

"Toda a trilogia do ‘Senhor dos Anéis’, todos os filmes de ‘Guerra nas estrelas’, ‘A rede social’, ‘Pulp fiction’ e todos menos um ‘Harry Potter’ fracassam nesse teste", disse Ellen Tejle, gerente da Bio Rio, uma sala de cinema de arte do bairro chique de Sodermalm, em Estocolmo.

A Bio Rio é um das quatro salas de cinema suecas que lançaram a nova forma de classificação no mês passado para destacar como poucos filmes seriam aprovados. A maioria dos espectadores reagiiu de forma positiva à ideia e “para alguns foi uma revelação”, disse Tejle.

As crenças sobre o papel da mulher em nossa sociedade são influenciadas pelo fato de que os espectadores raramente veem “uma superheroína ou uma professora ou uma pessoa do sexo feminino que passe por desafios emocionantes e os supere”, afirma Telje. Ela nota que a classificação nada diz sobre a qualidade dos filmes.

“O objetivo é ver mais histórias e perspectivas femininas nas telas de cinema”, defende.

O Instituto do Cinema Sueco, patrocinado pelo governo, apoio a iniciativa, que começa a ganhar força. A TV a cabo escandinava Viasat Film começará a usar a classificação em suas sinopses e programou uma sessão classe “A” de “Super Domingo” no dia 17 de novembro, quando vai exibir apenas filmes que passaram no teste, como “Jogos vorazes”, “A dama de ferro” e “Selvagens”.

O teste Bechdel foi batizado em homenagem à cartunista americana Alison Bechdel, que introduziu o conceito em seu quadrinhos "Dykes to watch out for", em 1985. Desde então o tema vem sendo discutido entre feministas e críticos de cinema, mas Telje espera que a classificação “A” ajude a espalha o assunto entre espectadores. Pelo menos uma estrela de Hollywood se animou com a ideia, quando procurada pelo Associated Press.

“Um sistema de classificação feminista? Isso é interessante”, disse a atriz e produtora Jada Pinkett Smith. "Vamos ver se funciona."

O sistema “A” é a nova iniciativa na Suécia para promover a igualdade entre os gêneros questionando como as mulheres são retratadas na esfera pública. A publicidade sueca é fiscalizada para evitar o sexismo e empresas são criticadas quando reforçam estereótipos, como por colocar mulheres com pouca roupa apenas para chamar a atenção. Mas muitos acham que o sistema na verdade não revela se um filme é igualitário.

“Há muitos filmes que passam no teste Bechdel, mas não ajudam a tornar a sociedade mais igualitária ou melhor, enquanto outros não passam nesse teste e são maravilhosos”, afirma o crítico de cinema Hynek Pallas.

Pesquisas nos EUA demonstram que as mulheres são pouco representadas no cinema e que isso pouco mudou nos últimos 60 anos. Dos 100 principais filmes americanos de 2011, as mulheres representaram 33% de todos os personagens e apenas 11% dos protagonistas, de acordo com pesquisa do Centro de Estudo da Mulher na TV e no Cinema, de San Diego.

Outro estudo, da Centro de Política Pública de Annenberg, da Universidade da Pensilvânia, mostra que a proporção entre personagens masculinos e femininos se mantém em dois pra um nas últimas seis décadas. Esse estudo, que examinou 855 sucessos de bilheteria entre 1950 e 2006, revela ainda que personagens femininos têm duas vezes mais chances de aparecer em cenas sexualmente explícitas, enquanto os masculinos têm mais chances de serem violentos.

“Aparentemente Hollywood acha que filmes com personagens masculinos fazem mais bilheteria. Também é verdade que boa parte da indústria — roteiristas, produtores, diretores, etc — é dominada por homens, então surpreende que as histórias sejam contadas sob a perspectiva deles”, argumenta Amy Bleakley, autora do estudo.

Em 2010, Kathryn Bigelow se tornou a primeira mulher a vencer o Oscar de melhor direção, por “Guerra ao terror”. O filme, sobre uma equipe de desarmamento de bombas no Iraque, não passa do teste Bechdel.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/suecia-cria-sistema-de-classificacao-feminista-de-filmes-10699081#ixzz32epG2sRI 

5- ONDE ESTÃO AS LOIRAS? (VERDADEIRAS)

Foi a noticia que li no fim de semana, sensivelmente daqui a 200 anos nascerá a última pessoa com cabelo loiro, provavelmente na Finlândia, dizem os entendidos da OMS. Isto é o resultado da evolução genética humana. Tal como à 11 000 anos nasceu a primeira pessoa loira. Para conseguir acasalar, a Natureza embutiu-lhes esta característica. Naquele tempo dos ugas-ugas, os homens tinham que caçar e estavam constantemente em pequenas e grandes guerras, por essa razão, muitos nunca regressavam a casa e as mulheres tinham que mostrar, aos poucos que sobravam, que eram a melhor escolha para prosseguir as gerações, tal como fazem os animais selvagens no presente. Daí ter havido uma mutação no código genético, o qual, permitiu a mudança da cor do cabelo.

Mas agora, com a quantidade de seres humanos que povoam esta bola azul, e com a variada escolha que existe, nem sempre acertada é certo, essa necessidade já não é precisa, por isso mesmo, o código genético já está a mudar.

Pelo menos, daqui a 200 anos, saberemos que a loira é falsa. Porque loiras, e loiros também, só de cabelo pintado. Só tenho pena, porque as anedotas de loiras irão acabar e o Fernando Rocha, se ainda for vivo, vai para o Fundo de Desemprego.

Agora uma coisa para a ciloca, e para os demais visitantes, a razão de eu colocar um fundo de template escuro é devido a um amigo meu que tem um problema grave de visão, uma doeça rara, e esta é uma das maneiras que ele tem para distinguir as letras do restante, mas eu estou a tentar colocar outras coisas no blog. É, como já disse, uma questão de me habituar a esta plataforma.

http://alvfau.blogs.sapo.pt/8666.html

6-Os loiros vão ser extintos?

mulher com cabelos loiros
Fotógrafo: Miodrag Gajic
Agência: Dreamstime.com
As histórias sobre o fim das loiras
contêm uma grande dose de exagero

Antes de as histórias sobre a extinção dos ruivos existirem, havia as histórias sobre a extinção dos loiros. Em setembro de 2002, vários jornais e noticiários de TV disseram que os loiros desapareceriam em 200 anos. Um artigo da BBC News da época citou "cientistas alemães" que disseram que os loiros estariam extintos em 2202. Segundo o artigo, a pesquisa afirmava que a Finlândia, com sua alta proporção de loiros, seria o local de nascimento do último loiro. A afirmação foi feita baseando-se no fato de que o cabelo loiro vem de um gene recessivo e que mais homens estavam escolhendo loiras tingidas em vez das loiras reais. Já outros artigos repetiam os mesmos fatos sobre a futura extinção dos loiros, mas mencionavam que sua fonte era a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Um dermatologista da University of Edinburgh foi uma das várias pessoas a discordar da afirmação. Jonathan Rees disse que o gene para o cabelo loiro somente "desapareceria" se houvesse uma vantagem evolutiva inerente em ser loiro, o que não é verdade, apesar das várias piadas que afirmam o contrário [fonte: BBC News]. Ele acrescentou ainda que os loiros se tornariam menos comuns, mas que não desapareceriam por completo [fonte: BBC News].

A página da Internet Snopes, especializada em desmentir rumoreslendas urbanas, publicou um artigo derrubando a história da extinção dos loiros. Eles citavam uma notícia do Washington Post que afirmava que a história havia sido exagerada. O Snopes também descobriu histórias de jornal semelhantes sobre o desaparecimento dos loiros publicadas em 1961, 1906, 1890 e 1865. A história de 1961 alegava que faltavam de 50 a 140 anos para o desaparecimento dos loiros, ao passo que a de 1906 dizia que eles ainda tinham 600 anos pela frente. A maioria dos artigos citava pesquisas científicas que, de uma maneira ou de outra, diziam que os homens consideravam mulheres de cabelos pretos mais desejáveis.

Como foi mostrado pelo Washington Post, a OMS nunca produziu um estudo sobre a eventual extinção dos loiros. Nenhum órgão de notícias que escreveu sobre a história inicialmente, contudo, entrou em contato com a OMS para confirmar os resultados do suposto estudo. (Um produtor de TV entrou em contato com a OMS, mas não esperou pela confirmação para transmitir a notícia.)

O Washington Post acabou por rastrear a origem da história até uma revista feminina alemã chamada "Allegra". Essa revista utilizou como fonte um antropólogo, que aparentemente não existe, funcionário da OMS [fonte: Washington Post]. No final, a maioria dos jornais e emissoras de TV que veicularam a história tiveram de corrigir a notícia.

Para obter mais informações sobre ruivos e loiros (que estão longe de serem extintos), genética e assuntos relacionados, confira os links na próxima página.

http://ciencia.hsw.uol.com.br/extincao-dos-ruivos1.htm

7- Diplomata holandês atacado em Moscou

MOSCOU - As relações entre a Rússia e os Países Baixos tomaram um rumo estranho recentemente. No mês passado, a Rússia apreenderam um navio do Greenpeace que navega sob a bandeira holandesa. Pouco mais de uma semana atrás, um alto nível diplomata russo em Haia reclamou que a polícia havia lhe batido. Então, na terça-feira à noite, um diplomata holandês do mesmo nível em Moscou disse que dois homens saltaram enquanto ele entrou em seu apartamento e agrediu-o, deixando-o amarrado com fita.

Um site de notícias russa que goza de boas ligações com os serviços de segurança mostrou uma foto de um espelho no apartamento em que os homens supostamente havia desenhado um coração com batom em torno do equivalente a língua russa das letras LGBT. A polícia informou que nada foi levado do apartamento.

Diplomatas estrangeiros aqui são vigiados por agentes do governo, e ao longo dos anos alguns foram submetidos a assédio prolongado - incluindo o embaixador dos EUA, Michael McFaul, quando ele chegou pela primeira vez no início de 2012 . A agressão física é consideravelmente mais grave.

Rússia está tratando o incidente como um ataque de criminosos. Mas isso acontece em meio a disputas crescentes entre os dois países e fúria russa sobre o tratamento de seu diplomata na Holanda.

Na noite de 05 de outubro, No. 2 diplomata de Moscou em Haia, Dmitry Borodin, foi levado em custódia pela polícia holandesa. Contas são diferentes, mas a polícia aparentemente invadiram seu apartamento depois que sua esposa estava envolvido em um acidente de trânsito e os vizinhos se queixaram de que o casal havia sido abusar de seus filhos. O diplomata, que disse que a polícia havia bebido, foi detido, em seguida, liberado.

Rússia afirma polícia holandesa venceu Borodin quando o levou em custódia e denunciou a forma como ele foi tratado . A Holanda pediu desculpas pelo incidente.

Agora, um diplomata identificado pelas autoridades russas como contrapartida de Borodin, Onno Elderenbosch, o chefe da missão holandesa em Moscou, foi atacada por homens, segundo ele, estavam posando como eletricistas que trabalham em uma caixa de disjuntor fora de seu apartamento.Ele não ficou gravemente ferido, e ele chamou a polícia para relatar o incidente.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia na quarta-feira chamou o ataque "deplorável." O comitê investigativo abriu uma investigação criminal.

"Nosso povo tem que ser capaz de fazer o seu trabalho em segurança, e eu quero garantias de que as autoridades russas serão responsáveis ​​quanto a este ponto", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros holandês, Frans Timmermans, escreveu em um post no Facebook. Ele também convocou o embaixador russo para uma explicação.

"Nós condenamos o ataque ao ministro-conselheiro da Holanda, em Moscou", twittou McFaul quarta-feira. "Essas ações são inaceitáveis."

2013 foi designado como um ano para celebrar a amizade holandês russo. Mas ativistas na Holanda denunciou uma nova lei russa cercear homossexual "propaganda", e no mês passado, a Rússia aproveitou a Holanda sinalizado navio do Greenpeace Arctic Sunrise e prendeu sua tripulação depois fizeram um protesto em uma plataforma de petróleo do Ártico.

O navio está nas mãos dos russos, e os membros da tripulação enfrentar acusações de pirataria, que carregam uma sentença de 15 anos.

Autoridades holandesas disseram que pretendem levar a Rússia a um tribunal de arbitragem internacional sobre a apreensão, mas tal ação poderia levar meses para acontecer.

Na semana passada, um assessor do inspetor sanitário chefe da Rússia, Gennady Onishchenko, que frequentemente atinge os bens de países com os quais Moscou está discutindo, anunciou que os produtos lácteos holandeses e tulipas holandesas enfrentar uma proibição de importação potencial.

"Se dependesse de mim, o ano Holanda-Rússia está 'on hold'", um membro do Partido Trabalhista do parlamento holandês, Michiel Servaes, escreveu no Twitter. "Primeiro, esclarecimentos e garantias para a segurança de diplomatas holandeses."

Rei Willem-Alexander planejou uma visita a Moscou em 9 de novembro para encerrar o ano de celebração da amizade entre os dois países. Não está claro se essa viagem vai acontecer.

http://www.washingtonpost.com/world/europe/dutch-diplomat-attacked-in-moscow/2013/10/16/11b269ac-366a-11e3-89db-8002ba99b894_story.html

 
Feminismo na Suécia e a Proibição das Palmadas
Feminismo na Suécia e a Proibição das Palmadas
LEIA SOBRE O LEILÃO DE 1 SÓ - A PETROBRAS PAGOU 40% DA COMPRA DO PRÉ-SAL DA PETROBRAS - JÁ HÁ 3 MESES O GOVERNO SABIA QUE NÃO HAVERIAM INTERESSADOS E ARMOU UM CIRCO ELEITORAL COM O EXÉRCITO E BACK BLOCS.

LEIA UM POUCO SOBRE DESINFORMAÇÃO GRAMSCISTA E DEIXE DE SER MASSA DE MANOBRA !!!

Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

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