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Israel é o País com o Maior Nº de Empresas na NASDAQ a Bolsa de Valores Americana de Tecnologia

DIZEM O TEMPO TODO QUE SIONISTAS SÃO COMUNISTAS (Facebook).

Cerca de 63 empresas israelenses estão registradas na NASDAQ É O PAÍS COM O MAIOR NÚMERO DE EMPRESAS NA BOLSA AMERICANA de tecnologia.

Israel se tornou o país das invenções. O país tem mais start-ups de tecnologia e profissionais de pesquisa e desenvolvimento do que qualquer outro país no mundo. O MAIOR NÚMERO DE INVENÇÕES ANUAIS NO MUNDO.

Motivo do crescimento israelense:

Como é que um dos menores países do mundo está produzindo algumas das nossas mais importantes invenções? Rosen disse que a resposta não é simples, mas ela disse que grande parte da população imigrante do país, de mais de 70 nações, e as Forças de Defesa de Israel (IDF) estão relacionadas a esse nicho de mercado.

“Não acho que haja uma resposta, pelo menos não uma única resposta. Talvez os fatos simplesmente falem por si só”.

Dan Senor, um ex-oficial da política externa dos EUA, e Saul Singer, colunista do The Jerusalem Post, chamaram a política de imigração aberta de “fábrica de ideias”, em seu livro “Nação Start-up, A História do Milagre Econômico de Israel”.

1- Crescimento de startups torna Israel o país líder em progresso tecnológico

País ultrapassa Estados Unidos em produção de inovações

Israel startup

Primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, participa da inauguração da última representação do Google para pesquisa e desenvolvimento em Tel Aviv

Israel se tornou o país das invenções. O país tem mais startups (empresas iniciantes) de tecnologia e profissionais de pesquisa e desenvolvimento do que qualquer outro país no mundo.

Avanços na tecnologia médica têm salvo vidas ao redor do mundo, incluindo a do ex-congressista americano Gabrielle Giffords, que recebeu uma moderna bandagem elástica em ferimentos na cabeça.

Segundo Marcella Rosen, autora do livro “Dynamo minúsculo: Como um dos menores países do mundo produz algumas de nossas mais importantes invenções”, as “invenções israelenses têm se proliferado e prosperado pelo mundo”.

O exemplo do progresso tecnológico israelense pode ser visto na prática. Há poucas semanas o Google adquiriu o serviço israelense on-line de mapeamento Waze por 1,1 bilhões de dólares. A aquisição relembra o acordo de 1998, em que a America Online comprou o popular programa de mensagens instantâneas ICQ, da startup israelense Mirabilis, por cerca de 400 milhões de dólares.

Cerca de 63 empresas israelenses estão registradas na NASDAQ, o que garantiu ao país o topo da lista. Em Israel, 140 pessoas em cada 10 mil trabalham na área de pesquisa e desenvolvimento, uma vantagem considerável sobre os Estados Unidos, que vem em segundo lugar no mundo, com 85 pessoas por 10 mil trabalhadores.

No livro de Rosen, ela explora o sucesso de 21 invenções israelenses, incluindo a tecnologia de IceCure, um novo processo de remoção de tumores de mama.

De acordo com a publicação do The Economist, Israel tem mais startups de tecnologia e uma indústria de capital de risco com maior per capita do que qualquer outro país do mundo.

Motivo do crescimento israelense

Como é que um dos menores países do mundo está produzindo algumas das nossas mais importantes invenções? Rosen disse que a resposta não é simples, mas ela disse que grande parte da população imigrante do país, de mais de 70 nações, e as Forças de Defesa de Israel (IDF) estão relacionadas a esse nicho de mercado.

“Não acho que haja uma resposta, pelo menos não uma única resposta. Talvez os fatos simplesmente falem por si só”.

Dan Senor, um ex-oficial da política externa dos EUA, e Saul Singer, colunista do The Jerusalem Post, chamaram a política de imigração aberta de “fábrica de ideias”, em seu livro “Nação Start-up, A História do Milagre Econômico de Israel”.

“Os imigrantes não são avessos a começar do zero. Desde sobreviventes do Holocausto até judeus etíopes, o Estado de Israel nunca deixou de ser um país de imigração”, afirmam trechos da obra.

Senor e Singer também disseram que o IDF promove a criatividade e inteligência dos jovens que cumprem o serviço obrigatório por dois anos. Os escritores dizem que o serviço militar dá aos jovens um senso de responsabilidade. O pensamento criativo é estimulado no ambiente relativamente não-hierárquico.

Hezi Himmelfarb, CEO da IceCure, uma empresa israelense que desenvolveu tecnologia de ponta para a remoção de tumores de mama, também defende a atuação do serviço militar obrigatório israelense. Ele disse que o gosto pela aventura desenvolvido no IDF pode ajudar a expandir as mentes dos jovens: “Meu filho, após o serviço militar, não se apressou para a universidade. Ele voou para a América do Sul para experimentar novas aventuras”.

Exemplo de uma startup de sucesso

Himmelfarb explicou que o desenvolvimento da IceCure começou em uma incubadora de pesquisas em 2006. Cientistas iniciaram o método de congelamento de um tumor da mama utilizando gás arrefecido de alta pressão. Este método tinha sido utilizado desde os anos 1980, mas era necessário anestesia geral e a paciente sofria riscos de deformar a mama.

A startup substituiu o gás pelo azoto líquido, o que fez a diferença. Tornou-o compacto o suficiente para caber em um consultório médico e o paciente precisou passar apenas por uma anestesia local. O processo mata o tecido tumoral e “uma vez que ele está morto, o corpo sabe como se livrar dele”, disse ele.

Visão dos países vizinhos sobre o crescimento das startups israelenses

O ex-primeiro-ministro palestino Salam Fayyad guardou em sua mesa de trabalho um exemplar de “Start-up Nation” como uma fonte de inspiração para a crescente indústria de tecnologia da Cisjordânia.

Fareed Zakaria, do canal CNN disse que a obra “é um livro que cada empresário, burocrata e político árabe deve ler”. As linhas finais do livro destacam a importância da internacionalização do conhecimento tecnológico: “enquanto Israel tem muito a aprender com o mundo, o mundo tem muito a aprender com Israel”.

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2- OS PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO

Brevemente postarei um artigo sobre “Os Protocolos dos Sábios de Sião” que ultimamente tem sido muito divulgado e comentado em alguns sites.

Quero chamar a atenção de todos os cristãos internautas (que amam o povo de Israel e intercedem pelo povo judeu) sobre o plano de dominação do mundo planejado supostamente por um grupo de judeus maçônicos. Esse plano denominado “Protocolo dos Sábios de Sião”, que está sendo largamente publicado na Internet, NÃO É E NUNCA FOI UM PLANO CRIADO POR UM GRUPO DE SÁBIOS DO JUDAISMO COM INTUITO DE DOMINAR O MUNDO. O documento original foi elaborado por um francês de nome Abbé Barruel e, tempos depois, os soviéticos descobriram esse documento e o modificaram; depois, os mesmos soviéticos divulgaram esse documento, em 1905, como tendo sido criado por um grupo de rabinos do movimento sionista judaico, em 1897.  Esta versão dos protocolos dos sábios de sião que circula na Internet é uma farsa dos soviéticos e também das sociedades secretas atuais para caluniar o povo judeu, com intuito de aguçar ainda mais o sentimento anti-semita na população mundial. Até mesmo o ditador alemão Adolf Hitler se beneficiou dessa farsa com pretexto para massacrar os judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Como não conseguiram destruir os judeus com o holocausto na Segunda Grande Guerra, esses mesmos inimigos do povo de Deus tem arquitetado diversos planos para destruí-los, mas nunca vão conseguir.  Na verdade, as sociedades secretas da Rússia, da Inglaterra e dos EUA é que colocaram em prática as idéias de dominação do mundo contidas nos protocolos.

O site indicado, abaixo, foi criado por um cristão que tem sentimentos anti-semita e parece que ele desconhece o poder das sociedades secretas. Sabemos que existem judeus traidores; o ateu e comunista Karl Marx foi um deles. Hoje também existem judeus que estão traindo o seu próprio país. Se existe um grupo de judeus maçônicos por trás dessas conspirações, porém, o povo de Israel não tem nada a ver com isso. Temos que ficar a favor do povo judeu, a fim de evitar um novo holocausto. Por favor, acesse o site, abaixo, e veja os comentários absurdos contra os judeus.

http://www.geocities.com/athens/atrium/3336/protocolos_01.htm

Miquels – Manaus, 24/05/2008.

http://miquels007.wordpress.com/2008/05/24/os-protocolos-dos-sabios-de-siao/

3- Por Adriano Caravina DIFAMAÇÃO DOS JUDEUS

A Liga Antidifamação (ADL) divulgou os resultados da pesquisa “ADL Global 100” em que 53.100 adultos em 102 países foram questionados sobre 11 estereótipos antissemitas. O resultado demonstrou que 26% dos entrevistados, cerca de 1.09 bilhão de pessoas, estão profundamente infectados com opiniões antissemitas. No Brasil, o número foi de 16%, cerca de 22 milhões de pessoas.


A maior concentração de entrevistados com estes pensamentos foi encontrada no Oriente Médio e em países do Norte Africano, onde quase três quartos dos entrevistados, 74%, concordaram com a maioria dos estereótipos antissemitas. Por outro lado, na maioria dos países de língua inglesa, a percentagem de pessoas com crenças antissemitas é de 13%, muito inferior à média geral. Países de maioria protestante têm as mais baixas avaliações de crenças antissemitas, em comparação com qualquer outro país de maioria religiosa. 


A respeito do tema Holocausto: a pesquisa aponta que apenas 54% de todos os entrevistados já ouviram falar, e que duas em cada três pessoas entrevistadas ou nunca ouviram o termo ou não acreditam que os relatos históricos sejam exatos. Entre os entrevistados brasileiros, estes números são, respectivamente, de 79% e 61%. 


Sabemos que o antissemitismo é um fenômeno quase inexplicável, e a pesquisa da ADL está aí para provar. Por exemplo, por que, nos EUA, as opiniões antissemitas são indiferentes ao gênero, isto é, homens e mulheres possuem o mesmo índice, mas na Nova Zelândia os homens possuem um percentual bem maior do que as mulheres? Por que o Panamá ultrapassa em muito todos os outros países das Américas, com um índice de 52%? Por que há um índice tão baixo nas Filipinas, apenas 3%? Por que a Malásia, um país em que a presença judaica chega a ser quase nula, possui um alto índice de 61%? Seria possível identificar as causas do grau de antissemitismo dos países? 


Este artigo foi elaborado antes dos trágicos acontecimentos em Bruxelas e Paris. Então logo fui checar o índice de antissemitismo da Bélgica, cujo valor é 27%. O da França é 37%. O índice da ADL serve para comparar e analisar os países, porém, não é possível concluir se o Brasil é muito ou pouco antissemita, se países com índices acima dos 26% serão, necessariamente, mencionados em notícias, ao redor do mundo, como local de atos antissemitas, e países com índices bem abaixo dos 26% estarão livres desse mal. A pesquisa traz uma única certeza: o antissemitismo ainda está presente e precisa ser combatido. A Liga Antidifamação, fundada em 1913, é a organização líder mundial de combate ao antissemitismo por meio de programas e serviços que neutralizam o ódio, o preconceito e a intolerância.
http://global100.adl.org/

Fonte: http://www.67.idmkt10.com/v/27e1Rtaen3Ge58db-55a69

4- Sionismo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Theodor Herzl (1860 – 1904), Fundador do sionismo moderno

Sionismo (em hebraico: ציונות Tsiyonut) é um movimento político e filosófico que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado nacional judaico independente e soberano no território onde historicamente existiu o antigo Reino de Israel (Eretz Israel).

O sionismo é também chamado de nacionalismo judaico e historicamente propõe a erradicação da Diáspora Judaica, com o retorno da totalidade dos judeus ao atual Estado de Israel. O movimento defende a manutenção da identidade judaica, opondo-se à assimilação dos judeus pelas sociedades dos países em que viviam.

O sionismo surgiu no final do século XIX na Europa Central e Oriental como um movimento de revitalização nacional e logo foi associado, pela maioria dos seus líderes, à colonização da Palestina. Segundo o pensamento sionista, a Palestina fora ocupada por estranhos.1 Desde a criação do Estado de Israel, o movimento sionista continua a defender o estado judeu, denunciando as ameaças à sua permanência e à sua segurança.

Em uma acepção menos comum, o termo pode também se referir ao sionismo cultural, proposto por Ahad Ha'am, e ao apoio político dado ao Estado de Israel por não-judeus, tal como no sionismo cristão.

Os críticos do sionismo o consideram como um movimento colonialista ou racista.2 Os sionistas rebatem essas críticas, identificando o antissionismo com o antissemitismo.3 4

Terminologia

O termo "sionismo" é derivado da palavra "Sion" (em hebraicoציון), que, em hebraico, quer dizer elevado. Originalmente, Sião ou Sion era o nome de uma das colinas que cercam a Terra Santa, onde existiu uma fortaleza de mesmo nome. Durante o reinado de David, Sião se tornou um sinônimo de Jerusalém ou da Terra de Israel. Em inúmeras passagens bíblicas, os israelitas são chamados de "filhos (ou filhas) de Sião".

No Livro de Isaias, o nome de Sião figura diversas vezes como equivalente para todo aquele que crê no Deus de Israel: Por amor de Sião não me calarei, e por amor de Jerusalém não me aquietarei, até que saia a sua justiça como um resplendor, e a sua salvação como uma tocha acesa (Isaias, 62-1).

História do Sionismo

O chamado "sionismo moderno" articulou-se e desenvolveu-se especialmente a partir da segunda metade do século XIX, em especial entre os judeus da Europa Central e do Leste Europeu, que viviam sob a pressão das perseguições e massacres sistemáticos provocados pelo antissemitismo crônico destas regiões.

O século XIX foi uma época de irrupções nacionalistas em todo mundo. Gregositalianospolonesesalemães e sul-americanos, entre outros, estabeleceram seus movimentos nacionais em busca de singularidade política, étnica e cultural. Seguindo estes modelos, o sionismo foi o mais recente dos processos de renascença nacional a despertar na Europa.

O sionismo também pode ser considerado como uma reação ao crescente assimilacionismo provocado pela integração dos judeus da Europa Central aos povos e comunidades onde se encontravam estabelecidos, o que, segundo os críticos, solapava as bases culturais e religiosas fundamentais do judaísmo tradicional.

O uso do termo "sionismo" surgiu durante um debate público realizado na cidade de Viena, na noite de 23 de janeiro de 1892, e foi cunhado por Nathan Birnbaum, um escritor judeu local que fundara em 1885 a revista “Selbstemanzipation!” (Autodeterminação!)5 . No entanto, considera-se que o "Pai do Sionismo" tenha sido o jornalista e escritor austríaco Theodor Herzl, autor do livro “Der Judenstaat” (O Estado Judeu).

Precedentes do Sionismo

São considerados precursores do sionismo (ou "protossionistas") alguns pensadores e religiosos judeus que expressaram em obras escritas o desejo ancestral do povo judeu de retornar às suas raízes históricas através da volta para sua terra de origem. Por outro lado, o nacionalismo judaico é considerado como uma decorrência direta dos diversos movimentos nacionalistas que surgiram no Ocidente a partir do Iluminismo e das revoluções Francesa e Americana.

Os primeiros protossionistas foram membros do clero judaico, como os rabinos Judá AlkalaiNaftali Berlin (o “HaNatziv”); Tzvi KalisherSamuel Mohiliver e Isaac Jacob Reines.

Segundo a narrativa religiosa e tradicional, o sionismo surgiria logo após a queda do Segundo Templo e a consequente expulsão da maioria dos judeus dos territórios do antigo Reino de Israel, entre os anos 66 e 135 d.C. A oração "no ano que vem, em Jerusalém", recitada todo os anos durante o Pessach, expressa a vontade, transmitida através das gerações, de retorno à Terra de Israel como condição precípua para a vinda do Messias e do estabelecimento de uma nova ordem, onde as esferas sagrada e terrena passariam a conviver em um único plano.

A "nostalgia de Sião" se manifestou claramente nos discursos de diversos místicos judeus surgidos ao longo dos séculos de duração da Diáspora, desde David Alroy ("falso messias"), no século XII, até Sabbatai Zevi, no século XVII, passando pelos poemas de Yehudah Halevi e por uma infinidade de místicos.

No século XIX, o britânico George Eliot publica o romance Daniel Deronda (1876), que descreve a vida de um homem que se dedica à busca da criação de um centro nacional para os judeus. Mas seriam Leon Pinsker, médico polonês e Moses Hess, escritor alemão, aqueles que mais se destacariam como precursores do Sionismo naquele século.

O Caso Dreyfus como impulso

Ao final do século XIX os judeus que detinham uma condição social um pouco mais elevada (em geral os habitantes dos países da Europa Ocidental) julgavam-se mais seguros contra as perseguições antissemitas que vitimavam os judeus do Leste, mais arraigados às tradições, pois encontravam-se plenamente inseridos nas sociedades daqueles países. Esses judeus pouco diferiam, culturalmente, de seus vizinhos cristãos, e muitos abandonavam as práticas religiosas ou se convertiam ao cristianismo, como forma de selar o processo de completa assimilação. Entre esses, encontrava-se Theodor Herzl, um advogado nascido em Budapeste e que, na juventude, chegou a pedir em carta ao Papa que ajudasse os judeus de toda a Europa a se converterem coletivamente ao catolicismo.

Herzl ganhou notoriedade quando passou a publicar matérias assinadas na imprensa alemã a partir do final da década de 1880 e, graças a isso, recebeu um convite para se tornar correspondente do jornal "Neue Freie Presse" em Paris, onde cobriu o julgamento do militar Alfred Dreyfus. Dreyfus era um oficial judeu do Exército Francês acusado injustamente de espionar em favor dos alemães. Ao testemunhar a série de fraudes engendradas por elementos da oficialidade francesa para culpar Dreyfus com alegações antissemitas, Theodor Herzl se deu conta de que nem a assimilação cultural seria capaz de livrar os judeus da discriminação.

Com base nessas reflexões e aproveitando-se do pensamento de outras pessoas, Herzl escreve, em 1895, sua principal obra, Der Judenstaat – Versuch Einer Modernen Lösung der Judenfrage ("O Estado Judeu – Uma Solução Moderna para a Questão Judaica"), onde preconiza a necessidade da reconstrução da soberania nacional dos judeus em um Estado próprio 6 . Em O Estado Judeu, Herzl descreve, de forma romanceada, suas visões de como tornar possível a construção de uma futura nação judaica, discorrendo sobre imigração, compra de terras, edificações, leis, idioma etc. Muitas das ideias de Herzl serviriam de inspiração para os primeiros legisladores do futuro Estado de Israel.

O Congresso Sionista

O livro de Herzl foi bem recebido pela maior parte dos judeus europeus que compartilhavam dos mesmos ideais. Com o intuito de aglutinar as diversas tendências nacionalistas judaicas, Herzl organizou o Primeiro Congresso Sionista, que deveria ser realizado em Munique, na Alemanha. Contudo, líderes religiosos da comunidade judaica local se opuseram à iniciativa, por temerem uma exposição excessiva e uma possível retaliação antissemita. Assim, o evento acabou por se realizar na cidade suíça de Basileia, em 29 de agosto de 1897. Segundo seus criadores, o Congresso tinha como propósito de mostrar ao mundo "o que é o sionismo e o que ele pretende" e também para unir todos os sionistas sob uma só organização.

O evento reuniu cerca de 200 participantes e seus principais resultados foram a formulação da plataforma sionista, conhecida como "Programa de Basileia", e a fundação da Organização Sionista Mundial, sob a presidência de Herzl. Durante a reunião, discutiu-se onde deveria ser instalado o Estado Judeu, dividindo-se os congressistas entre a Palestina Otomana ou algum território desabitado cedido aos sionistas7 , como a ilha de Chipre, a Patagônia e até em alguma das colônias europeias na África, como o Congo ou Uganda. Venceram os partidários da Palestina, com o argumento de que aquela era a região de origem de toda identidade judaica na Antiguidade 8 . Em seu diário, Herzl escreveu: "Se eu tivesse que resumir o Congresso de Basileia numa só frase, ela seria: ‘em Basileia eu fundei o Estado Judeu’. Se eu dissesse isto hoje, seria objeto de risos universais; mas em cinco anos, talvez em cinquenta, todos o verão".

Seriam realizados 21 Congressos Sionistas até à eclosão da Segunda Guerra Mundial.

Oposição judaica ao Sionismo

Segundo alguns autores, a intenção de imigrar e viver na Palestina seria algo distante das intenções reais da maioria dos judeus, estando presente apenas enquanto referência religiosa. Abraham Leon escreve em 1942 que "durante o tempo que o judaísmo ficou incorporado ao sistema feudal, o 'sonho de Sião' não foi precisamente mais que um sonho e não correspondia a nenhum interesse real (...). O taberneiro ou o 'granjeiro' judeu da Polônia do século XVI pensava em retornar à Palestina tanto quanto o milionário judeu da América de hoje." 9

A tese do retorno ao lugar de origem ganhou a grande maioria dos adeptos por ter forte apelo religioso, baseado na redenção do povo de Israel e na “Terra Prometida”. Por outro lado, outras correntes religiosas (em especial as fundamentalistas) a consideravam uma compulsão heroica e sentimental, e alguns até a reprovavam duramente, alegando que esta “redenção” deveria vir obrigatoriamente pela “obra de Deus” e não de ações políticas. Outros judeus a não aderir ao Sionismo foram os adeptos do budismo. No entanto, tais visões foram se tornando gradativamente minoritárias e isoladas com o passar dos anos e o crescimento da Organização Sionista.

Nos dias atuais, a oposição judaica ao Sionismo está restrita a alguns membros de seitas religiosas, como os haredim do Neturei KartaSatmer e Edá Hacharedit, bem com aos adeptos de ideologias internacionalistas de esquerda.

A Palestina e a Terra de Israel

A região da Palestina, onde historicamente existiu uma pátria judaica, encontrava-se desde o ano de 638 sob o jugo árabe muçulmano. A partir de 1517, o Império Turco-Otomano incorpora aquelas terras, tornando-se a Palestina uma província turca, status que duraria até o início do século XX. A presença dos judeus na região permaneceu ininterrupta por todo este período, embora em condição de minoria. Em algumas cidades, como Hebron e Safed, a presença das comunidades judaicas se fazia mais numerosa e importante, convivendo em relativa paz com a maioria muçulmana.

Havia também a tradição judaica de migrar para a Palestina para lá morrer e ser sepultado, ou para estudos religiosos nas diversas yeshivot instaladas na região. Estas escolas de formação rabínica recebiam recursos doados por organizações filantrópicas, mas na segunda metade do século XIX, algumas destas organizações, como a Aliança Israelita Universal, passaram a investir na fundação de cidades e fazendas coletivas, dentro de um espírito socialista e secular. Assim Mikveh Israel foi fundada em 1870, seguida por Petah Tikva (1878), Rishon LeZion (1882) e outras comunidades agrícolas fundadas pelas sociedades Bilu e Hovevei Zion.

Mas com a primeira grande leva de imigrantes judeus chegados à Palestina, a partir de 1881, a demografia na Palestina começou a sofrer a sua primeira grande mudança em séculos. Estas ondas (chamadas de aliot), oriundas principalmente do Império Russo e do Iêmen, acabaram por gerar mais comunidades agrícolas e cidades 10 11 . Estas primeiras aliot independentes serviriam de modelo para as imigrações que viriam nos anos seguintes, já sob o estímulo da Organização Sionista de Herzl.

Até meados do século XIX, a população total da Palestina registrava um decréscimo lento. Mas as migrações judaicas inverteram este quadro, e no raiar do século XX a região registrou o primeiro aumento demográfico em séculos. A população de judeus chegou a 10% do total antes de 1909, quando foi fundada a cidade de Tel Aviv, a primeira urbe exclusivamente judaica desde a Antiguidade.

O estabelecimento dos primeiros olim em terras palestinas se deu em zonas desabitadas, adquiridas com recursos doados por subscrições públicas ou por grandes filantropos europeus. O mais célebre destes foi o barão Edmond de Rothschild, que sozinho doou recursos para a aquisição de 125 mil acres (ou 22,36 km²) de terras.

No entanto, uma nova onda de perseguições antissemitas ocorrida na Rússia fez crescer o número de olim. Em abril de 1903 o Pogrom de Kishinev vitimou dezenas de judeus 12 e evidenciou para os sobreviventes a necessidade de buscar a autodeterminação em um ambiente democrático.

As divisões do Sionismo

O Sionismo Socialista

Ver artigo principal: Sionismo trabalhista

A partir do Segundo Congresso Sionista, realizado em 1898, surgiram os Sionistas Socialistas, inicialmente um grupo minoritário, em sua maioria oriunda da Rússia, mas que exigiu representação na Organização Sionista Mundial. A presença dos sionistas socialistas seria cada vez maior, chegando à maioria dos delegados a partir de do 18º Congresso, realizado em Praga, em 1933. Os sionistas socialistas formariam o principal núcleo político dos fundadores do Estado de Israel, gerando futuros líderes como David Ben-GurionMoshe DayanGolda MeirYitzhak Rabin e Shimon Peres.

Alguns pensadores fundamentais para o conhecimento do sionismo socialista são Dov Ber Borochov e Aaron David Gordon. Ambos, porém, encontram em Moses Hess uma origem da combinação de um estado judeu e socialista.

Diferentemente dos primeiros sionistas reunidos por Herzl, os sionistas socialistas não acreditavam que o Estado Judaico seria criado apelando à comunidade internacional, mas através da luta de classes e dos esforços da classe trabalhadora judaica na Palestina. Os socialistas pregavam o estabelecimento dos kibbutzim (fazendas coletivas) no campo e de um proletariado nas grandes cidades.

O Sionismo Político

Ver artigo principal: Sionismo político

A cisão da Organização Sionista pelos socialistas provocou a formação de um segundo bloco, a que se chamou de “Sionistas Políticos”, que tal como Herzl e também Chaim Weizmann, preconizavam a independência do Estado Judeu pela via diplomática. Em busca disso, o próprio Herzl encontrou-se com o Kaiser Guilherme II da Alemanha e com o sultão Abdul Hamid II da Turquia, com os quais pediu o apoio de seus países para o estabelecimento do Estado Judeu na Palestina. Após a morte de Theodor Herzl, em 1904, e com o fracasso de uma solução negociada para a independência do Estado Judeu, o Sionismo Político foi perdendo importância dentro da Organização Sionista.

O Sionismo Revisionista

Ver artigo principal: Sionismo revisionista

Os maiores opositores dos sionistas socialistas seriam os Sionistas Revisionistas, que surgiram em 1925, liderados por Vladimir Ze'ev Jabotinsky, um filósofo liberal que pretendia reviver na Organização Sionista “o espírito e a doutrina verdadeiramente herzlianos”13 .

Para os sionistas revisionistas, o Estado Judeu só seria viabilizado com a organização dos judeus em frentes paramilitares que combatessem, simultaneamente, a presença britânica na Palestina (a partir de 1917) e a resistência armada dos árabes muçulmanos da Palestina, que vinham atacando pessoas e propriedades dos sionistas. Os revisionistas também combatiam os socialistas, pois pregavam uma ideologia liberal-democrática (contrária ao marxismo) dentro da Organização Sionista e a defendiam para o futuro Estado Judeu.

O Sionismo Religioso

Ver artigo principal: Sionismo religioso

Pensadores sionistas

São conhecidos por esse nome personalidades que, com suas obras e artigos colaboraram com a estruturação do Sionismo como ideologia de formação de um Estado Judeu nos mais diferentes formatos.

Além disso, os pensadores sionistas serviram (e servem) como eixo orientador das comunidades ao redor do mundo, e como referências para seus seguidores. Isso não descarta a importância de autores como Leon Pinsker, considerado um pré-sionista.

Diversas correntes de pensamento são importantes para a compreensão do Sionismo atual. Achad Haam, por exemplo, foi o criador de uma visão peculiar do Sionismo, mas que é intimamente ligada aos dias atuais. Há ainda Rav Kook, com o sionismo religioso.

Relativamente às criticas dirigidas ao Sionismo, de que seria um movimento de cunho racista, seus defensores defendem-se alegando que o Sionismo não é doutrinariamente unificado e coeso, possuindo diversas versões divergentes umas das outras. Além disso, alguns também discordam afirmando que palestinos e judeus não são racialmente distintos, e assim não se aplicaria o termo já que a discriminação não se funda na raça.

Ver artigo principal: Antissionismo

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sionismo

EM 1947 A ONU CRIOU O ESTADO DE ISRAEL QUE FOI SISTEMATICAMENTE ATACADO
ANTIAMERICANISMO SEM NEXO
 

Israel é o País com o Maior Número de Empresas na NASDAQ a Bolsa de Valores Americana

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