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Maju Coutinho vai apresentar o Fantástico [http://rd1.ig.com.br/sucesso-no-jn-maju-coutinho-pode-apresentar-o-fantastico/] por ter aumentado a audiência do Jornal Nacional... 3 militantes do PT estão fazendo ataques ? Ou alguém esta recebendo dinheiro da lei Rouanet ?

http://veja.abril.com.br/noticia/entretenimento/policia-identifica-autor-de-ofensas-a-maria-julia-coutinho/ Só um DIMENOR indentificado até agora. Vive na periferia mestiça chamada Carapicuíba, SP.

FEIRA DO LIVRO EM FRANKFURT A MAIOR DO MUNDO
TENHO VISTO MUITAS POSTAGENS EM FACEBOOK E BLOGS INSTITUINDO O RACISMO (AGORA QUE ABRANDARAM AS LUTAS ENTRE GAYS E HETEROS, ENTRE RELIGIÕES...). PROVAVELMENTE A MARTA SUPLICY ESTÁ DISTRIBUINDO VERBAS PARA INSTITUIR O RACISMO.

SOMOS MISCIGENADOS PELO ESTUPRO CASO CONTRÁRIO SERÍAMOS RAÇAS PURAS UM "EXÉRCITO" ESTÁ DENEGRINDO O BRASIL EM FRANKFURT.

MUITA GENTE DESCONHECIDA, MAS COM MUITO DINHEIRO ESTÁ EM FRANKFURT, NOS MELHORES HOTÉIS, COM MUITAS PUBLICAÇÕES INSTITUINDO O RACISMO. DE ONDE SAIU O DINHEIRO? QUEM TEM O INTERESSE?

Sou de um tempo onde se tinha orgulho de ser CABOCLO, o branco, o índio, o negro no sangue em minhas veias. Lembro que Antônio Ermírio de Moraes e FHC tinham orgulho de serem caboclos (EU SOU CABOCLO).

http://www.youtube.com/watch?v=HCIQ1NbVz38 AOS 37 minutos fica claro o PAGAMENTO por QUEBRADEIRAS NAS RUAS

O MENSALÃO que conhece e os muitos outros que DESCONHECE, compraram IMPRENSA, EMPRESÁRIOS, JUSTIÇA, OAB, IBGE, IBOPE -Gramscismo o Comunismo que se Infiltra pelo Mundo e JÁ dominou a ONU

RACISMO NO BRASIL INSTITUÍDO e pago pela lei ROUANET pela MARTA SUPLICY

Comunicado de imprensa sobre lamentável discurso na Abertura Solene da Feira do Livro de Frankfurt

Instituto Plinio Corrêa do Oliveira
Stand do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira na Feira do Livro em Frankfurt - Alemanha

Stand do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira na Feira do Livro em Frankfurt – Alemanha

Frankfurt O Instituto Plinio Corrêa do Oliveira (IPCO), participante da Feira do Livro de Frankfurt 2013, conservou consternado silêncio após um dos discursos de abertura dessa magna exposição pronunciado pelo escritor Luiz Ruffato.

Luiz Ruffato

Luiz Ruffato: “Nascemos sob a égide do genocídio … a assimilação (nacional) se deu através do estupro das nativas e negras pelos brancos colonizadores”.

Entretanto, em vista das repercussões negativas causadas por tal pronunciamento o Instituto considera seu dever dar uma explicação aos participantes desta Feira a respeito das palavras denegridoras da História do Brasil e de seu povo.

Não podemos ver nessas palavras penetradas de paixão senão o espírito de luta de classes e de aversão social semelhantes às que animavam os espíritos afeitos à defunta União Soviética.

O orador abusou da boa vontade do público alemão, pois esse discurso jamais poderia ter sido pronunciado em terras brasileiras. O arguto espírito nacional o repudiaria imediatamente por negar a verdade conhecida por todos.

Os ânimos de concórdia e de mútua compreensão tornaram os brasileiros reconhecidos por todos os outros povos como sendo cordato, compreensivo e bondoso. Os europeus em particular vêm em nossa Pátria um refúgio onde encontram simpatia e bondade. A mais numerosa nação católica do mundo deve esse caráter às bênçãos que a Providência continuamente cumulou sua existência.

Ruffato aproveitou-se da compreensão do povo alemão num momento de congraçamento de sua amizade. Mas este grande povo não se deixa iludir por uma retórica que ele tão bem conheceu e que era a oratória perpassada de ódio dos líderes de Pankow.

Ela os atormentou nos tempos em que outros alemães, seus irmãos ou seus pais, divididos por um Muro, gemiam sob implacável ditadura.

Nascemos sob a égide do genocídio … a assimilação (nacional) se deu através do estupro das nativas e negras pelos brancos colonizadores”.

A afirmação finge desconhecer a dedicação portuguesa à formação da nacionalidade, trazendo para a Terra de Santa Cruz instituições e costumes de uma nação heroica e profundamente cristã.

O orador passa sob silêncio os ingentes esforços dos bravos Jesuítas cujo trabalho junto aos selvagens levou-os e abriu-lhes as portas da civilização europeia – superior a todas as outras. Outras ordens religiosas, atuantes nos séculos subsequentes, confirmaram e ampliaram a ação daqueles que vieram com os heroicos sacerdotes Manuel da Nóbrega e o Beato José de Anchieta.

Seria uma infâmia cometida contra sua memória julgar que permitissem um regime de “estupros e genocídio” na terra que regavam com seu suor e seu sangue.

Ao contrário do que afirmou Ruffato, a miscigenação foi generalizada nas diversas classes sociais. É fato conhecido que as principais famílias tradicionais da elite paulistana têm origem no cacique Tibiriçá, cujos restos mortais estão enterrados em lugar de honra na Catedral de São Paulo.

O Instituto Plínio Corrêa de Oliveira dirige-se com este comunicado de imprensa, sobretudo aos alemães. Eles sabem que o Brasil não é um país da intolerância e da opressão. O brasileiro repudia o ódio. Este existe em grupelhos tomados por ideologias materialistas.

Mas poderiam se perguntar se novos males, agindo sobre seu povo, tê-lo-iam levado à condição odienta. Não. Essa condição é imaginada pelos que se alimentam de utopias, em particular da utopia da luta de classes.

O Brasil não é assim. O Cristo Redentor, cuja imagem paira benfazeja e protetora sobre o Rio de Janeiro – e sobre todo o Brasil – protege nosso povo contra essa utopia.

O retrato do Brasil que foi apresentado em 8 de outubro, na abertura solene da Feira do Livro de Frankfurt 2013, é distorcido e falso.

Instituto Plinio Correa de Oliveira (IPCO)

Rua Maranhão, 341 – Bairro Higienópolis – São Paulo – SP

http://www.abim.inf.br/comunicado-de-imprensa-sobre-lamentavel-discurso-na-abertura-solene-da-feira-do-livro-de-frankfurt/

 
Gregório Vivanco Lopes (*)

Há fatos tão estapafúrdios, que só acreditamos tenham acontecido quando a realidade arromba a porta de nossos sentidos. Foi o que acabou de se passar comigo quando soube do recente e lamentável discurso de um brasileiro na Abertura da Feira do Livro de Frankfurt, a maior do mundo no gênero.

O orador foi um senhor chamado Luiz Ruffato, do qual eu nunca tinha ouvido falar, e que vim a saber tratar-se de um escritor. Ora, o Sr. Ruffato não encontrou nada melhor para dizer nesse discurso do que denegrir o Brasil do modo mais soez.

Para ele, “a história do Brasil vem sendo alicerçada quase que exclusivamente na negação explícita do outro, por meio da violência e da indiferença. Nascemos sob a égide do genocídio”.

Quanto ao fato de nossa população ser mestiça, isto se deveria a que “a assimilação se deu através do estupro das nativas e negras pelos colonizadores brancos (...) Historicamente habituados a termos apenas deveres, nunca direitos, sucumbimos numa estranha sensação de não pertencimento: no Brasil, o que é de todos não é de ninguém...”

E a catilinária anti-Brasil vai por aí afora! Houve muitas reações sadiamente indignadas contra essa verborragia. É natural! Eu poderia citar muitas delas, mas não caberiam num simples artigo. Limito-me, pois, a salientar uma que vai aos pontos-chave da questão e põe os pingos nos is.

Trata-se do comunicado publicado pelo Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, participante da feira. Não me é possível transcrevê-lo na íntegra. Dou apenas algumas pinceladas, para convidar o leitor a compulsá-lo no site www.ipco.org.br. Diz o comunicado:

“Não podemos ver nessas palavras [de Ruffato] penetradas de paixão senão o espírito de luta de classes e de aversão social semelhantes às que animavam os espíritos afeitos à defunta União Soviética.

“O orador abusou da boa vontade do público alemão, pois esse discurso jamais poderia ter sido pronunciado em terras brasileiras. O arguto espírito nacional o repudiaria imediatamente por negar a verdade conhecida por todos”.

Ele “finge desconhecer a dedicação portuguesa à formação da nacionalidade, trazendo para a Terra de Santa Cruz instituições e costumes de uma nação heróica e profundamente cristã.

“O orador passa sob silêncio os ingentes esforços dos bravos jesuítas cujo trabalho junto aos selvagens levou-os e abriu-lhes as portas da civilização europeia. Outras ordens religiosas, atuantes nos séculos subsequentes, confirmaram e ampliaram a ação daqueles que vieram com os heroicos sacerdotes Manuel da Nóbrega e o Beato José de Anchieta.

“Ao contrário do que afirmou Ruffato, a miscigenação foi generalizada nas diversas classes sociais. É fato conhecido que as principais famílias tradicionais da elite paulistana têm origem no cacique Tibiriçá, cujos restos mortais estão enterrados em lugar de honra na Catedral de São Paulo.”

Tal retrato do Brasil “é distorcido e falso”.

(*) Gregório Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM


Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

sábado, 12 de outubro de 2013

ESCRITOR MOSTROU O BRASIL REAL: FEZ O QUE A ESQUERDA COOPTADA NÃO FAZ MAIS

Discursando na abertura da Feira do Livro de Frankfurt, na qual o Brasil é homenageado, o escritor Luiz Ruffato falou o que a esquerda deveria estar falando o tempo todo e o que o PT há muito deixou de falar, pois desde 2002 prefere as enganações dos marqueteiros à realidade dramática das ruas. 

É uma peça exemplar, antológica, que reproduzo quase na íntegra, poupando os leitores de algumas passagens que, até por serem dispensáveis, tirariam o impacto do principal: o raio-X de um país profundamente injusto e desumano. Que só deixará de sê-lo por meio de uma transformação revolucionária, não pelas ínfimas concessões que os reformistas fazem às massas para mantê-las subjugadas, elegendo e reelegendo os que gerenciam o capitalismo ao invés de o confrontarem.

Leiam, reflitam, divulguem:

"...a história do Brasil vem sendo alicerçada quase que exclusivamente na negação explícita do outro, por meio da violência e da indiferença.

Nascemos sob a égide do genocídio. Dos quatro milhões de índios que existiam em 1500, restam hoje cerca de 900 mil, parte deles vivendo em condições miseráveis em assentamentos de beira de estrada ou até mesmo em favelas nas grandes cidades. Avoca-se sempre, como signo da tolerância nacional, a chamada democracia racial brasileira, mito corrente de que não teria havido dizimação, mas assimilação dos autóctones. Esse eufemismo, no entanto, serve apenas para acobertar um fato indiscutível: se nossa população é mestiça, deve-se ao cruzamento de homens europeus com mulheres indígenas ou africanas – ou seja, a assimilação se deu através do estupro das nativas e negras pelos colonizadores brancos.

Até meados do século XIX, cinco milhões de africanos negros foram aprisionados e levados à força para o Brasil. Quando, em 1888, foi abolida a escravatura, não houve qualquer esforço no sentido de possibilitar condições dignas aos ex-cativos. Assim, até hoje, 125 anos depois, a grande maioria dos afrodescendentes continua confinada à base da pirâmide social: raramente são vistos entre médicos, dentistas, advogados, engenheiros, executivos, jornalistas, artistas plásticos, cineastas, escritores. 

RACISMO NO BRASIL INSTITUÍDO e pago pela lei ROUANET pela MARTA SUPLICY
Invisível, acuada por baixos salários e destituída das prerrogativas primárias da cidadania – moradia, transporte, lazer, educação e saúde de qualidade –, a maior parte dos brasileiros sempre foi peça descartável na engrenagem que movimenta a economia: 75% de toda a riqueza encontra-se nas mãos de 10% da população branca e apenas 46 mil pessoas possuem metade das terras do país. Historicamente habituados a termos apenas deveres, nunca direitos, sucumbimos numa estranha sensação de não-pertencimento: no Brasil, o que é de todos não é de ninguém...

Convivendo com uma terrível sensação de impunidade, já que a cadeia só funciona para quem não tem dinheiro para pagar bons advogados, a intolerância emerge. Aquele que, no desamparo de uma vida à margem, não tem o estatuto de ser humano reconhecido pela sociedade, reage com relação ao outro recusando-lhe também esse estatuto. Como não enxergamos o outro, o outro não nos vê. E assim acumulamos nossos ódios – o semelhante torna-se o inimigo.

A taxa de homicídios no Brasil chega a 20 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes, o que equivale a 37 mil pessoas mortas por ano, número três vezes maior que a média mundial. E quem mais está exposto à violência não são os ricos que se enclausuram atrás dos muros altos de condomínios fechados, protegidos por cercas elétricas, segurança privada e vigilância eletrônica, mas os pobres confinados em favelas e bairros de periferia, à mercê de narcotraficantes e policiais corruptos.

RACISMO NO BRASIL INSTITUÍDO e pago pela lei ROUANET pela MARTA SUPLICY
Machistas, ocupamos o vergonhoso sétimo lugar entre os países com maior número de vítimas de violência doméstica, com um saldo, na última década, de 45 mil mulheres assassinadas. Covardes, em 2012 acumulamos mais de 120 mil denúncias de maus-tratos contra crianças e adolescentes. E é sabido que, tanto em relação às mulheres quanto às crianças e adolescentes, esses números são sempre subestimados. 

Hipócritas, os casos de intolerância em relação à orientação sexual revelam, exemplarmente, a nossa natureza. O local onde se realiza a mais importante parada gay do mundo, que chega a reunir mais de três milhões de participantes, a Avenida Paulista, em São Paulo, é o mesmo que concentra o maior número de ataques homofóbicos da cidade. 

E aqui tocamos num ponto nevrálgico: não é coincidência que a população carcerária brasileira, cerca de 550 mil pessoas, seja formada primordialmente por jovens entre 18 e 34 anos, pobres, negros e com baixa instrução. 

O sistema de ensino vem sendo ao longo da história um dos mecanismos mais eficazes de manutenção do abismo entre ricos e pobres. Ocupamos os últimos lugares no ranking que avalia o desempenho escolar no mundo: cerca de 9% da população permanece analfabeta e 20% são classificados como analfabetos funcionais – ou seja, um em cada três brasileiros adultos não tem capacidade de ler e interpretar os textos mais simples. 

RACISMO NO BRASIL INSTITUÍDO e pago pela lei ROUANET pela MARTA SUPLICY
...continuamos lendo pouco, em média menos de quatro títulos por ano, e no país inteiro há somente uma livraria para cada 63 mil habitantes, ainda assim concentradas nas capitais e grandes cidades do interior. 

...apesar de todos os esforços, é imenso o peso do nosso legado de 500 anos de desmandos. Continuamos a ser um país onde moradia, educação, saúde, cultura e lazer não são direitos de todos, mas privilégios de alguns. Em que a faculdade de ir e vir, a qualquer tempo e a qualquer hora, não pode ser exercida, porque faltam condições de segurança pública. Em que mesmo a necessidade de trabalhar, em troca de um salário mínimo equivalente a cerca de 300 dólares mensais, esbarra em dificuldades elementares como a falta de transporte adequado. Em que o respeito ao meio-ambiente inexiste. Em que nos acostumamos todos a burlar as leis. 

Ora o Brasil surge como uma região exótica, de praias paradisíacas, florestas edênicas, carnaval, capoeira e futebol; ora como um lugar execrável, de violência urbana, exploração da prostituição infantil, desrespeito aos direitos humanos e desdém pela natureza. Ora festejado como um dos países mais bem preparados para ocupar o lugar de protagonista no mundo – amplos recursos naturais, agricultura, pecuária e indústria diversificadas, enorme potencial de crescimento de produção e consumo; ora destinado a um eterno papel acessório, de fornecedor de matéria-prima e produtos fabricados com mão-de-obra barata, por falta de competência para gerir a própria riqueza. 

Agora, somos a sétima economia do planeta. E permanecemos em terceiro lugar entre os mais desiguais dentre todos".

http://naufrago-da-utopia.blogspot.ch/2013/10/escritor-fez-o-que-esquerda-nao-faz.html

ESTUDANDO O

GENOMA NOSSOS NATIVOS VIÉRAM DA EURASIA GENOMA - O DNA DE ALGUMAS OSSADAS ANTERIORES HÁ 1492 INDICAVAM ALGUMAS TRIBOS MAIS EUROPÉIAS QUE ASIÁTICAS E OUTROS MAIS ASIÁTICOS QUE EUROPEUS, MAS TODOS JÁ MISCIGENADOS NA EURASIA.
 

RACISMO NO BRASIL INSTITUÍDO e pago pela lei ROUANET pela MARTA SUPLICY 12

Dia da Consciencia Negra
Dia da Consciência Negra

Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

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