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http://g1.globo.com/educacao/noticia/brasil-cai-em-ranking-mundial-de-educacao-em-ciencias-leitura-e-matematica.ghtml O Brasil ficou na 63ª posição em ciências, na 59ª em leitura e na 66ª colocação em matemática.

Brasil tem a 3ª população mais ignorante do mundo. Publicado em jornais do mundo todo.

Está no New York Times e principais jornais do mundo que os Brasileiros desconhecem o Brasil, outros Brasileiros e o Mundo. Somos a 3ª população que menos se conhece e conhece seu país. Uma população que imagina tudo muito melhor que a realidade. Então somos a 3ª população mais ignorante do mundo.

É resultado de termos a 2ª pior educação do mundo e das falsas propagandas políticas das esquerdas. Temos a 3ª maior verba de educação do mundo, mas o que as esquerdas fazem com ela?

Mais de 50% dos brasileiros diplomados em faculdades são analfabetos funcionais, ou seja: Não "seguram" na cabeça 1 página de 1 livro da faculdade. Isto é diploma comunista! O analfabeto funcional escreve e lê palavras, mas é idiota demais para "segurar" um texto, ou um capítulo de um livro na cabeça (g1.globo.com Pesquisador Conclui que 50% dos diplomados em faculdades são dificientes mentais).

Temos os piores médicos do mundo e alguns raros melhores. Ficou publicado no site da UNIFESP, por anos, pesquisa da Dra. Emília Inoue Sato, Titular de Reumatologia, em que remédios fazem efeito contrário em 1 em cada 10 pessoas. Médico nenhum acredita, mas acontece comigo. Foi removido do site pela discussão que fiz com médicos...

Temos cada vez mais estudantes no 1º, 2ºG, cursos técnicos e faculdades, mas aprendem cada vez menos, então temos a 2ª pior educação do mundo. Jovens preparados para acreditar e votar no esquerdismo. O PT sairá do poder, mas outros esquerdopatas assumirão o lugar.

O fato de o Brasil, ultrapassado pelo Sri Lanka, ter perdido mais uma posição no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que acaba de ser divulgado, posicionando-se em 75º lugar dentre 188 países, está diretamente relacionado à precariedade do ensino. A educação é um dos três indicadores que compõem esse indicador das Nações Unidas, ao lado da saúde e da renda.

Leia 4 bons artigos abaixo com boas fontes de informações:

3º país mais ignorante do mundo

2ª pior educação do mundo

IDH do Brasil em 85º lugar no mundo e caindo (Índice de Desenvolvimento Humano)

Temos os piores médicos do mundo e alguns raros melhores

Pesquisa elege o Brasil como terceiro país mais ignorante do mundo

Site PSDB - 7 de dezembro de 2015

No país da “Pátria Educadora” acabamos de ganhar mais um lugar no pódio negativo internacional. Segundo matéria divulgada pelo jornal O Tempo do dia 03 de dezembro, somos o terceiro país mais ignorante do mundo.

Abaixo a íntegra da matéria:

Uma pesquisa realizada em 33 países pela global Ipsos, Perils of Perception (Perigos da Percepção) avalia os problemas e as características de cada um deles. No Brasil, o estudo revelou, entre outros pontos, que o país é o terceiro país mais ignorante do mundo.

Os responsáveis pela pesquisa explicam que entre todos os países estudados, o Brasil se sobressai como um dos mais desinformados. Os envolvidos nos estudos dizem que encontraram grande dificuldade em relação à definição de dados demográficos básicos, como o percentual de população rural e o percentual de pessoas de menos de 14 anos.

Baseada nas distorções de percepção a Ipsos organizou o “Índice de ignorância”, mostrado na tabela abaixo. México e Índia recebem a duvidosa honra de serem os mais imprecisos em suas percepções sobre estas questões, enquanto os sul-coreanos são os mais precisos – seguidos pelos irlandeses. Existem alguns padrões regionais nesta tabela – por exemplo, países da América Latina tendem a ser mais imprecisos, e europeu e norte-americanos mais precisos – mas isto esconde diferenças individuais, e não é todo o contexto. Nova Zelândia, por exemplo, é o menos preciso dos países desenvolvidos (entre os cinco mais “ignorante” com completando o ranking com Brasil e Peru, além de México e Índia já citados), enquanto a China está no top 5 mais precisos.

Análise de países

O diretor geral da Ipsos Public Affairs no Brasil, Dorival Mata-Machado, diz que existem várias razões para todos esses erros. “Sabemos que sobrestimamos o valor do que nos preocupa e subestimamos o valor do que não queremos considerar, também há crenças comuns a todos os países, como a tendência de pensar que nossas populações são muito mais velhas do que realmente são, e de que mais pessoas vivem em áreas rurais do que é realmente o caso”, conclui.O percentual da riqueza que está na mão dos mais ricos é o resultado mais interessante do estudo. Olhando as respostas de todos os países estudados, foi verificado que em países muito desiguais como Brasil, Índia, Peru e Rússia, a percepção é que a desigualdade é menor que a realidade, em contrapartida, quanto menor a desigualdade, maior a percepção de desigualdade.

No Brasil, existem muitas diferenças entre a percepção da população e os dados reais. Confira os resultados de alguns pontos analisados.

% da riqueza nas mãos do 1% mais ricos: O resultado do Brasil salta aos olhos, visto que nossas estimativas estão na contramão da maior parte do mundo – enquanto nos outros países massivamente se superestima a proporção de riqueza na mão das famílias mais ricas, no Brasil nós subestimamos este valor (o palpite brasileiro é de 40% quando o valor real é de 48%).

Sobrepeso / Obesidade: Apesar do sobrepeso ser um problema crescente de saúde pública, os dados sugerem que na maior parte do mundo não estamos tão preocupados quanto deveríamos. No Brasil, esta é uma das perguntas de maior acerto – acreditamos que 47% da população tem sobrepeso, contra os 56% de sobrepeso na população, mas ainda assim nos achamos mais magros do que realmente somos.

População sem religião: Em um país com tamanha religiosidade, é interessante observar o quão enganado estamos sobre o percentual de pessoas sem religião – a estimativa média é de 35% quando o valor real declarado é de 8%. Uma hipótese, dada a predominância de uma única religião tradicional (65%), é que este grupo desconsidera todas as outras religiões.

Imigração: Dados internacionais têm demonstrado a tendência de superestimar a proporção de imigrantes na população, um reflexo dos níveis de preocupação com a questão nos países desenvolvidos. Entretanto, no caso do Brasil – onde estimamos que 25% da população é de imigrantes, contra menos de 1% na realidade – a melhor hipótese é que dado o nível de miscigenação, não sabemos de fato distinguir o imigrante do brasileiro.

Média de idade: Em todo o mundo pensamos que a população é mais velha do que realmente é – no Brasil as diferenças são particularmente grandes. A estimativa média é de 56 anos de idade, quando a idade média é de apenas 31. A percepção de envelhecimento da população chegou junto com a discussão generalizada sobre o envelhecimento, ainda que faltem quase 30 anos para esta mudança.

População com menos de 14 anos: Paradoxalmente, também tendemos a superestimar a proporção da população com idade inferior a 14 anos. No Brasil, estimamos que 39% da população tem menos de 14 anos, quando o número real de 24%.

Mulheres na política: Apesar do Brasil ter uma Presidente do sexo feminino, ainda há um longo caminho a percorrer antes de alcançarmos a igualdade de gênero entre os nossos representantes eleitos. E podemos dizer que a maioria dos brasileiros percebe isso, ainda que acredite que o desequilíbrio seja menor, superestimando ligeiramente o número de deputadas na Câmara dos Deputados. O palpite médio é de 18% quando o valor real é de 10%.

Emprego feminino: Os brasileiros adivinharam, corretamente, que a maioria das mulheres trabalha atualmente, embora ligeiramente subestimem o número real. Em média, nós pensamos que 52% das mulheres em idade ativa têm emprego quando o número real é de 56%. Chamam a atenção os números reais, que mostram que mais da metade dos países têm uma população feminina ativa maior do que o Brasil, chegando em alguns casos a mais de 70% das mulheres empregadas, como na Alemanha.

População rural: Os brasileiros, como o resto do mundo, pensam que mais pessoas vivem em áreas rurais do que a realidade – e, por implicação subestimamos a nossa população urbana. Em média, o público percebe que 34% da população vive em áreas rurais, quando o número real é de apenas 15%.

Acesso à Internet: A explosão de acesso à internet que temos visto nos últimos anos está sempre nas mídias, talvez por isso os brasileiros superestimam sua penetração. Em média, nós supomos que sete em cada dez (72%) de nós têm acesso à internet em casa, seja através de um computador ou dispositivo móvel, quando o valor real é de cinco em cada dez (53%).

Já tem um âmbito Global:

O top 1%: países mais desenvolvidos superestimam significativamente a proporção da riqueza que os 1% mais ricos em seu país possui. O Reino Unido é o mais impreciso (estimando que seja 59%, mais de duas vezes o número real de 23%), mas a França, Austrália, Bélgica, Nova Zelândia e Canadá estão todos também acima dos 30% do número real. Alguns países, no entanto, realmente subestimam o quanto de riqueza de seu país está concentrada nas mãos do top 1% – Peru, Índia, Israel, Brasil e Rússia (onde o top 1% mais ricos concentra, na verdade, inacreditáveis 70% da riqueza do país). Há muita variação entre os países sobre o que eles acham que deveria ser o valor da fatia da riqueza total concentrada nos 1% mais ricos, embora a maioria deles ache que deveria ser menor do que realmente é – com a Rússia novamente destacando-se como tendo a maior diferença (23%) DEVERIA x (70%) número real.

A obesidade / excesso de peso: Quase todos os países pesquisados subestimam o problema do sobrepeso na população de seu país. O palpite médio para a proporção de pessoas com sobrepeso ou obesos (com idade 20+) é de 40%, que é muito menor do que o número real de 54%. Arábia Saudita, Turquia e Israel são os mais imprecisos, subestimando a prevalência de pessoas com sobrepeso e obesos por um maciço de pontos 43, 33 e 33 pontos percentuais, respectivamente. As únicas exceções são a Índia, o Japão, a China e a Coreia do Sul, todas nações onde a população tem muito menos excesso de peso do que os outros países no estudo.

Não-religiosos: países asiáticos, como China, Japão e Coréia do Sul são bastante precisos sobre os (relativamente elevados) índices de pessoas não-religiosas em seus países, mas a maioria dos outros países superestimam enormemente a proporção de não-religiosos: a suposição média em todos os países é de 37%, quando a proporção média real é de 18%. Isto é particularmente visível na Índia (estimativa média de 33%, quando o número real é inferior a 1%), em muitos países latino-americanos, como México, Brasil e Peru (que superestimam por 30, 27 e 25 pontos, respectivamente), e países como Rússia (29% acima do real), Noruega, Irlanda e Sérvia (todos 28% acima).

Imigração: Desde os resultados do estudo em 2014, sabemos que o público tende a superestimar maciçamente os níveis de imigração em seu país, e isso é confirmado mais uma vez nesta pesquisa. Isso pode ser reflexo dos altos níveis de preocupação com a questão da imigração, assim como preconceitos mais frequentes em populações pequenas. O palpite médio dos 32 países é de 23% de suas populações são compostas de imigrantes, quando o valor real é inferior a metade (10%). As estimativas mais exageradas tendem a ser nos países com níveis muito baixos de imigração – como Argentina, Brasil, África do Sul, Índia, México e Peru, todos os quais exageraram a proporção de imigrantes em de 20% – mas o Canadá e os EUA, países com níveis mais elevados de imigração, também estão entre os mais imprecisos. Arábia Saudita e, em menor medida, Israel são os únicos países que subestimaram a proporção de imigrantes.

A média de idade: Apesar da enorme variedade de países abrangidos por este estudo, quase todos acham que sua população é muito mais velha do que realmente é. Na média geral dos países participantes do estudo, a estimativa média é de 50 anos de idade, quando a idade real é de 37 anos. Os mais imprecisos foram Brasil, Turquia, Hungria e Índia. Todos palpitaram uma média de idade 20 anos mais velha do que suas populações realmente são.

População com idade inferior a 14: Ao mesmo tempo, quase todos os países também superestimam o número de menores de 14 anos de idade em seu país. O palpite médio em todos os países foi de 29%, em comparação com o número real de 20% (Israel é a única exceção que subestima a proporção de jovens – embora eles estejam certos em avaliar o países como uma nação relativamente jovem).

Políticos do sexo feminino: Nenhum dos países do estudo apresentaram um equilíbrio de gênero perfeito em sua câmara baixa (ou equivalente), embora a Suécia tenha chegado perto no número real de sua presença feminina na política (44%) – em contraste com os apenas 10% da mulheres políticas no Brasil, Hungria e Japão – alguns países foram razoavelmente precisos sobre a real participação de mulheres na política em seu país (13 países palpitaram dentro de três pontos percentuais pontos entre percebido e real). Porém, houve grandes variações. Alguns países que têm relativamente um bom equilíbrio de gênero parecem não perceber isso (como México, Espanha, Bélgica e Nova Zelândia), enquanto Columbia, Rússia, Índia e Brasil acham que a representação feminina é maior do que realmente é.

O emprego feminino: O público, em sua maioria, mostrou um alto grau de precisão em todos os países quando perguntado a porcentagem de mulheres em idade apta ao trabalho empregadas em seu país – o que pode ter sido em parte um palpite de sorte, mas também tende a seguir o padrão esperado (ou seja, as estimativas tendem a ser menores em países com baixos níveis de emprego das mulheres). Dez países ficaram dentro de três pontos percentuais entre o real e o percebido. Existem alguns casos anómalos – Israel subestime significativamente a proporção do emprego feminino (29 pontos percentuais), enquanto a Índia, México, África do Sul e Chile todos pensam que existem mais mulheres no mercado de trabalho do que realmente há.

Vida em Área Rural: Quase todos os países do estudo superestimam a proporção de sua população que vive em áreas rurais. Isto sugere que a população subestima o quão densamente povoadas são as cidades em seus países e, inversamente, quão escassa a população rural é realmente. O palpite médio em todos os países foi de 38%, quando na verdade o número real é 23%. Japão é mais fora da linha sobre esta questão – 56% percepção x 7% número real, enquanto tanto Índia e como Sérvia realmente subestimam o quão grande são suas populações rurais.

Acesso à Internet: Há um grande fosso entre o mundo desenvolvido e em desenvolvimento no que se refere ao acesso à internet. Enquanto a maioria nos países mais ricos ligeiramente subestimam seus (relativamente elevados) níveis de acesso à internet, no mundo em desenvolvimento entrevistados superestimam o quanto seus concidadãos estão online. A pesquisa foi realizada on-line, de modo que estes resultados podem refletir como a população conectada (a classe média) generaliza toda a população a partir de sua própria experiência. Por exemplo, na Índia, a suposição média entre os entrevistados on-line para acesso à Internet é de 60% – superestimando a verdadeira imagem de 41 pontos percentuais. Na China, a suposição média é de 72%, 26 pontos acima do real.

http://www.psdb.org.br/mulher/brasil-e-o-terceiro-pais-mais-ignorante-do-mundo/

http://www.gazetadopovo.com.br/mundo/pesquisa-elege-brasil-como-terceiro-pais-mais-ignorante-do-mundo-6j7cjk2y5h19r8klog1hqko2e

https://br.noticias.yahoo.com/blogs/super-incrível/brasil-está-em-terceiro-lugar-no--index--dos-países-mais-ignorantes-do-mundo-155529933.html

http://www.tsf.pt/sociedade/interior/divulgada-a-lista-dos-paises-mais-ignorantes-do-mundo-4919067.html

http://super.abril.com.br/ideias/brasil-e-o-terceiro-pais-mais-ignorante-do-mundo

Brasil é 2º país com pior nível de aprendizado, diz estudo

Paris - O Brasil tem o segundo maior número de estudantes com baixa performance em matemática básica, ciências e leitura em uma lista de 64 países de todo o mundo.

Cerca de 12,9 milhões de estudantes com 15 anos de idade - de um total de 15,1 milhões que compõem o universo do estudo - não têm capacidades elementares para compreender o que leem, nem conhecimentos essenciais de matemática e ciências. Destes, 1,1 milhão são brasileiros.

As conclusões constam de uma análise sobre qualidade da educação de jovens publicada nesta quarta-feira, 10, pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris.

O relatório, intitulado "Alunos de baixo desempenho: por que ficam para trás e como ajudá-los?", baseia-se em dados de 2012 do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), da própria organização.

Dos 64 países analisados, o Brasil ficou atrás até da Indonésia, que tem 1,7 milhão de estudantes com baixo desempenho.

Em termos percentuais, o País é o décimo pior avaliado, atrás de Catar, Peru, Albânia, Argentina, Jordânia, Indonésia, Colômbia, Uruguai e Tunísia.

Dos 2,7 milhões de alunos de 15 anos avaliados on Brasil, 1,9 milhão tinha dificuldades em matemática básica, 1,4 milhão em leitura e 1,5 milhão em ciências.

Cruzados, os números indicam que 1.165.231 estudantes tinham dificuldades em cumprir tarefas básicas nas três áreas de conhecimento.

Outra constatação do estudo é de que o Brasil está no "top 10" de países mais desiguais do mundo no que diz respeito à diferença de desempenho entre estudantes de classes sociais altas e baixas.

Mas nem tudo são notícias negativas. O Brasil, diz a organização, é um dos nove países que mais reduziram - em 18% - o número de estudantes com problemas em matemática básica no período entre 2003 e 2012, ao lado de México, Tunísia, Turquia, Alemanha, Itália, Polônia, Portugal e Rússia.

Na área matemática, 67,1% dos alunos brasileiros estão abaixo do nível 2 - ou seja, longe dos níveis 5 e 6, que exigem mais conhecimento.

Esses patamares são alcançados apenas por 0,8% dos estudantes brasileiros.

No ranking, o País fica em 58º lugar, somando 391 pontos na escala do PISA, contra uma média de 494 pontos obtidos por estudantes que vivem em países-membros da OCDE, entidade composta por 34 nações.

Parte dos resultados ainda muito negativos do Brasil se deve à maior inclusão de estudantes no sistema educacional ao longo dos últimos 15 anos, ponderou ao Estado Alfonso Echazarra, analista da Direção de Educação da OCDE.

Entre 2003 e 2012, o índice de escolarização passou de 65% para 78%.

Como a inclusão se dá incorporando alunos que estão na base da pirâmide social, em classes mais desfavorecidas, seus primeiros anos de educação são mais problemáticos, por frequentarem escolas com menos recursos, como ocorre em regiões rurais.

Nesse cenário, a redução do número de estudantes com problemas de base em matemática, leitura e ciências é um sinal positivo que pode ser comemorado.

"O Brasil é um claro exemplo de que o investimento em educação leva a melhores resultados, o que nem sempre é o caso em outros países", explica Echazarra.

Em termos mundiais, entre os 12,9 milhões de alunos com desempenho baixo, 11,5 milhões têm problemas em matemática, 8,5 milhões leem com dificuldades e 9 milhões têm lacunas no aprendizado de ciências.

Para romper o ciclo de baixo nível educacional, a OCDE recomenda que os governos nacionais identifiquem os estudantes com baixa performance e lhes ofereçam estratégias para recuperação de nível.

Entre as propostas da entidade, a maior parte tem caráter estrutural: reduzir a desigualdade no acesso à educação, estimular a inscrição escolar o mais cedo possível, envolver os pais na comunidade escolar e fornecer programas de auxílio financeiro às instituições de ensino e às famílias carentes.

http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/brasil-e-2o-pais-com-pior-nivel-de-aprendizado-diz-estudo

O Brasil tem 85º IDH mundial

11/02/2016, 05h00 0

O fato de o Brasil, ultrapassado pelo Sri Lanka, ter perdido mais uma posição no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que acaba de ser divulgado, posicionando-se em 85º lugar dentre 188 países, está diretamente relacionado à precariedade do ensino. A educação é um dos três indicadores que compõem esse indicador das Nações Unidas, ao lado da saúde e da renda.

A boa escolaridade, contudo, é decisiva para os dois outros requisitos. Afinal, pessoas com boa formação técnico-acadêmica ganham mais, geram mais renda e são mais instruídas quanto aos cuidados com a saúde. Assim, não é sem motivo que o ensino público de qualidade seja considerado a grande base do desenvolvimento.

Por isso, é lamentável observar que estamos caminhando na direção contrária do que apregoa o marketing oficial do governo. Na verdade, somos a Pátria Deseducadora, pois continuamos negligenciando o ensino público, de péssima qualidade, e ainda se passam maus exemplos de cidadania e urbanidade aos nossos jovens, que assistem diariamente aos espetáculos grotescos da corrupção, da incompetência, do oportunismo político e dos “barracos” entre parlamentares e autoridades, reproduzidos na mídia de todo o mundo, para o nosso constrangimento.

Um dos exemplos de nossa “deseducação” está em estudo da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), no qual o Brasil aparece em terceiro lugar dentre as nações que, proporcionalmente, mais destinam recursos à educação. Seria ótimo não fosse a péssima qualidade da escola pública. Pode-se depreender que o dinheiro está sendo mal aplicado, pois 17,2% dos gastos públicos brasileiros são direcionados ao setor, informa o relatório, intitulado Education at a Glance 2015.

No entanto, essa conta não fecha. Vejamos: nosso Magistério, numa absurda distorção, é mal pago (um professor em início de carreira no Brasil ganha cerca de 12 mil dólares por ano, menos da metade da remuneração inicial dos docentes de países da OCDE); as escolas, com raras exceções, estão mal cuidadas; este ano, cortaram-se e se reduziram os programas federais, estaduais e municipais de compras de livros para os alunos; as universidades públicas estão vivendo graves crises orçamentárias; o governo paulista queria fechar quase cem escolas; e o Brasil, segundo o estudo, gasta, por ano, 3.441 dólares para cada estudante matriculado na rede pública do ensino básico até o superior, ante média da OCDE de 9.317 dólares.

Assim, cabe perguntar: o que está sendo feito com a terceira maior verba mundial do ensino proporcional à arrecadação? Com um detalhe: temos uma das maiores cargas tributárias do Planeta! Tais impostos, aliás, contribuem muito para outro indicador que conspira contra a escolaridade: os materiais escolares têm em média, alíquotas de tributos superiores a 40%, o que onera muito o seu preço. A quem o País está educando? A quem se pensa que se está enganando?

Rubens F. Passos, economista pela FAAP e MBA pela Duke University, é presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares e de Escritório (ABFIAE) e diretor titular do CIESP Bauru

Brasil continua na 85ª posição no ranking mundial de IDH; veja resultado de todos os países

O IDH é a referência mundial para avaliar o desenvolvimento humano a longo prazo. O índice, que vai de 0 a 1, é feito a partir de três variáveis: vida longa e saudável, acesso ao conhecimento e um padrão de vida decente. Conheça o resultado de cada país em 2012:

Passe o mouse nos países
para ver o IDH de cada um deles

http://noticias.uol.com.br/infograficos/2013/03/14/brasil-fica-na-85-posicao-no-ranking-mundial-de-idh-veja-resultado-de-todos-os-paises.htm

O Brasil tem os Piores Médicos do Mundo

E temos também raros bons médicos como Dra. Emília Inoue Sato que é Professora Titular de Reumatologia da UNIFESP ( Faculdade de Medicina Hospital São Paulo em SP Capital - UNIFESP ). Ela faz pesquisas como os melhores médicos do mundo que estão na Inglaterra e Israel onde os médicos todos são autorizados e formados como pesquisadores.

Dra. Emília deixou publicado por anos no site da UNIFESP pesquisa em que remédios fazem efeito contrário em 1 em cada 10 pessoas. Médico nenhum acredita, acontece comigo. Remédios com efeitos vasodilatadores como Diclofenaco, Aspirina, Cortisona, Corticoides em geral, Anti-inflamatórios em geral... Ou qualquer remédio que ataca o estômago causa dor e inflamação nas articulações, juntas, de 1 em cada 10 pessoas. Foi removido do site pela discussão que fiz com médicos de Santos. Comprei o manual de Reumatologia da Dra. Sato e um médico da Policlínica José Menino em Santos chamou um guarda municipal e o tomou de mim: "você vê muita Internet".

Eu já sabia disto há muitos anos: Por volta de 1997 eu tinha dores nas pernas, dores incapacitantes, os médicos me mandavam fazer exame de sangue e diziam que eu não tinha nada, mas eu tomava Benzotal de 1000 miligramas injetável ( 2 tipos de Ampicilina ) e as dores passavam por quase 30 dias. Perto de 30 dias as dores iam voltando e ficando muito forte, então eu tomava Benzotal novamente e desde esta época eu já sabia que exames de sangue não detectam inflamações intestinais. Algumas inflamações intestinais causam dores nas articulações, pernas etc.
Há 20 anos atrás, aproximadamente no ano 2000, eu tive uma dor no joelho que veio do nada e fui no Dr. Arnaldo Marchesoni que me receitou Diclofenaco, mas o joelho além da dor passou a inchar e doer mais ainda, então Dr. Arnaldo me receitou Cortisona injetável e a perna inchou toda, chegou a criar varizes enormes nas proximidades do tornozelo, então Dr. Arnaldo me disse que eu tinha intolerância remédios, que era Síndrome de Crohn, que eu deveria parar de tomar remédios, enfrentar a dor e ter uma boa alimentação que não agredisse meu estômago.
Quando sofri o chamado "Efeito Chicote" em São Vicente meu pescoço e ombro se contraíram a ponto do ombro esquerdo se juntar com a coluna, então os médicos insistiram em Diclofenaco e Cortisona. Eu dizia que não podia tomar e eles insistiram. Não me davam nenhum outro tipo de remédio, ou tratamento, só tratamento com esses remédios vasodilatadores que são agressivos para o intestino e então atacam as articulações de 1 em cada 10 pessoas. Se eu estivesse em Portugal, ou com um médico de time de futebol, me dariam inicialmente tratamento com gêlo que é vasoconstritor. Jamais iniciariam tratamento com vasodilatadores.

Fiz consulta com Dra. Emília alguns anos após o "acidente" efeito chicote, eu chorava de dor há anos e só suportava a dor tomando inicialmente 6 Dormonids ao dia e depois 3 ao dia. A consulta custou R$800,00 há anos atrás e ela me receitou injeções de fator antitumoral que custavam R$3.500,00 cada uma. Havia formado uma vascularização nas articulações que o "acidente" provocou. Fator antitumoral é para câncer, mas eu não tinha como comprar as injeções.

Escrevi há anos 2 bons artigos sobre medicina: Erros Médicos e Pesquisa Médica do Governo do Japão leia que são muito bons.

O Brasil tem a 3ª População mais Ignorante do Mundo

O Brasil tem a 3ª População mais Ignorante do Mundo

O Brasil tem os Piores Médicos do Mundo

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Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

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