Nos Curta no Facebook

Fecha em 30 Segundos...!!!Fechar Agora X
Sites Realizados - Testimonial - Fotos

OBAMA FALSO E MENTIROSO PARA A MAIORIA DOS AMERICANOS

3º Artigo abaixo - Em 2013 para 51% dos AMERICANOS OBAMA É FALSO E MENTIROSO (NYT).

De 2009-2012, o percentual de americanos dizendo-o "honesto e confiável" aplicada a Obama girava em torno de 60 por cento. Depois desta DEMAGOGIA de ameaçar a guerra que já estava planejada não fazer. Planos de saúde diferentes do prometido. Leis de imigração totalmente POPULISTAS veio o IMPERDOÁVEL: O baixo investimento em educação e pesquisa revoltaram as ELITES DEMOCRATAS e REPUBLICANAS.

Em 2014 foi considerado o pior presidente da história americana com quase 70% de rejeição.

Gallup 20/10/2014 OBAMA O PIOR PRESIDENTE QUE OS AMERICANOS JÁ TIVERAM

1º Artigo abaixo - OS AMERICANOS GOSTARIAM DE UM ACORDO COM O IRÃ, MAS 61% NÃO ACREDITAM QUE FUNCIONE (O MUNDO NÃO ACREDITA).

2º Artigo abaixo - OBAMA FAZ UM ACORDO "HISTÓRICO" ANTES DA HISTÓRIA! (Reinaldo Azevedo).

Reinaldo Azevedo foi educado e delicado, mas deixa claro que é um demagogo que assina acordos que nem ele acredita que funcione...

4º Artigo abaixo - Obama foi aluno de Mangabeira Unger encarregado do plano de implantação do GRAMSCISMO nas Américas. Agente Russo que planejou com FIDEL e LULA o FORO DE SÃO PAULO. Os BICHANEIROS são a maior prova do GRAMSCISMO em implantação nos EUA. Hoje se dá mais importância aos animais que ao destino dos humanos. Pesquisadores americanos fogem para a China para desenvolverem pesquisas com células tronco e muito mais. Não se pode fazer vivissecção em animal na presensa de menores. Os futuros médicos desmaiarão ao verem sangue. Pesquisadores americanos que utilizam animais são ameaçados de morte por BICHANEIROS.
A Revolta contra Obama e o Gramscismo nos EUA fazem crescer o TEA PARTY, a direita, em todo o mundo !!!

1- Os americanos gostam da idéia de um acordo nuclear iraniano. Mas eles são céticos que vai funcionar.

A comunidade internacional chegou a um acordo para deter as partes do programa nuclear do Irã, em troca de aliviar as sanções levantadas contra o país. Então, o que os americanos pensam da idéia? Em teoria, todos eles são para tal acordo. Mas, ao mesmo tempo, eles são muito céticos se ele vai funcionar.

Isso é tudo de acordo com uma pesquisa do Washington Post-ABC News realizado durante o meio do mês, antes de o acordo foi alcançado na manhã de domingo, em Genebra.

Suporte para um acordo para levantar as sanções em troca de concessões nucleares foi amplo na pesquisa, com 64 por cento dos norte-americanos expressando apoio à idéia. Apenas 30 por cento disseram que se opuseram a ela.

Houve pouca disputa partidária sobre o assunto. Maiorias dos republicanos, democratas e independentes disseram que favoreceram tal negócio. Somente entre aqueles identificando com a festa do chá estava lá oposição maioria (52 por cento).

As questões de saber se ele vai funcionar, no entanto, é uma questão diferente.

Cerca de seis em cada 10 americanos (61 por cento) disseram que não estavam confiantes de tal arranjo iria impedir o Irã de desenvolver armas nucleares. Em comparação, 36 por cento disseram que estavam confiantes de tal negócio iria funcionar.

A confiança na idéia é o mais forte entre os democratas. Quase metade (48 por cento) disseram que estavam confiantes de que ele iria funcionarTrinta e cinco por cento dos independentes e apenas 27 por cento dos republicanos disseram a mesma coisa.

Em certo sentido, os pontos de vista expressos americanos ecoou alguns dos membros do Congresso expressaram ceticismo sobre o fim de semana.

"O acordo interino tem sido e continuará a ser recebida com ceticismo e duras perguntas saudáveis, não apenas dos iranianos, mas de nós mesmos e nossos aliados envolvidos nas negociações", disse presidente da Câmara, John A. Boehner (R-Ohio).

Disse o presidente do Comitê de Serviços Armados do Senado Carl Levin (D-Mich.):. "Se não houver um acordo final no fim de seis meses, o acordo interino irá expirar, porque não é por seus termos um acordo final E se o Irã não a concordar com um acordo global que garanta que não pode adquirir uma arma nuclear, há um amplo consenso no Congresso para impor sanções ainda mais duras.

O público está do lado do presidente Barack Obama quando se trata de impressionante este negócio. Isso é um pouco raro de uma boa notícia para o presidente no que tem sido o contrário de um período político muito difícil. Mas em seguida vem a aplicação real do mesmo. E os americanos - assim como muitos membros do Congresso - não são exatamente confiantes para que o acordo para alcançe a sua finalidade.

Peyton M. Craighill contribuiu para este post

Sean Sullivan
Sean Sullivan cobre política nacional para "The Fix". Antes de entrar para o The Washington Post, no verão de 2012, Sean foi o editor de Hotline On Call, política blog do Jornal Nacional Hotline. Ele também trabalhou para NHK Japan Broadcasting Pública e ABC News. Sean é um graduado do Hamilton College, onde se formou em filosofia. Ele mora em Washington. Siga Sean no  Twitter .

http://www.washingtonpost.com/blogs/the-fix/wp/2013/11/25/americans-like-the-idea-of-an-iranian-nuclear-deal-but-theyre-skeptical-it-will-work/

2- Obama faz mais um acordo “histórico” antes da história!

Ali Khamenei, líder supremo do Irã: até agora, ele deu um truque em todo mundo. E continua...

Ali Khamenei, líder supremo do Irã:  recorreu a um truque e se deu bem

Em junho de 2009, o presidente dos EUA, Barack Obama, foi ao Cairo e fez um discurso sobre as relações do Islã com as democracias ocidentais. Escrevi a respeito. O título do artigo era este:

Obama- história

No dia 24 de setembro também de 2009, escrevi outro post em que notava:

Obama - história 2

Pois é… Obama, vamos convir, em política externa, coleciona uma boa penca de desastres. Na interna, ele é bem pior do que gostam de admitir os detratores dos republicanos — sim, há um componente interessante: o presidente dos EUA já não tem mais entusiastas; é que aqueles que o apoiam gostam menos dos seus adversários. Apesar das trapalhadas, trata-se de um homem verdadeiramente perseguido pelo adjetivo “histórico”. Aquele seu discurso de conciliação com o Islã, destaque-se de novo, foi feito no Cairo. Vocês sabem o que aconteceu no Egito logo depois… Não obstante, destacou-se a sua fala… histórica!!!

E não menos “histórico”, diz-se, é o acordo que acaba de celebrar com o Irã. O país dos aiatolás se compromete em desacelerar o seu programa nuclear, submetendo-se à inspeção internacional e inutilizando o urânio enriquecido a 20% (para fornecimento de energia, basta a 5%), que poderia ser empregado para desenvolver armas nucleares. Em troca, os EUA suspendem sanções econômicas. O acordo tem uma primeira etapa de seis meses. Reino Unido, França, Alemanha, Rússia e China participaram das conversações.

Quem ganhou com o “acordo histórico”? O Irã. Quem perde? Pois é… É claro que Israel estará mais inseguro no médio prazo. Mas não só ele. O mesmo se diga da Arábia Saudita, que se preocupa com as pretensões imperiais — que são reais — dos aiatolás no Oriente Médio. A questão é delicada. Eis um daqueles casos — já escrevi a respeito dessas situações aqui — em que não existe alternativa boa, apenas a menos ruim. E, cá comigo, não acho que seja o caso. Vamos ver.

O Irã não vai parar de perseguir a bomba, com ou sem inspeção. Mesmo sofrendo os efeitos das sanções, é consenso que seu programa nuclear avançou. Um pragmático poderia dizer: “Pois é; logo, elas são inúteis”. Mais ou menos: sem as dificuldades, a coisa teria andado mais depressa. John Kerry, o secretário de Estado dos EUA, disse uma frase emblemática, ainda que, tudo indica, não tenha se dado conta da extensão do que afirmou. Ao defender o acordo, mandou ver:“A partir de agora, durante os próximos seis meses, Israel será mais seguro do que era”. Pelos próximos seis meses, pode ser…

Fortalecido, o regime pode esperar um tempo — cinco ou seis anos, sei lá — e retomar o seu projeto militar-nuclear. A questão, em suma, não está apenas em retardar ou não a bomba, mas em fortalecer um regime que tiraniza a população e financia boa parte do terrorismo internacional — sem contar, como se sabe, a obsessão em, como eles dizem por lá, “eliminar do mapa o regime sionista”…

É um erro achar que Israel depende da autorização dos americanos para agir. Com ou sem acordo, se e quando constatar que o Irã está mesmo prestes a ter a bomba nuclear, o governo de Israel fará o que for necessário para defender seu povo. Obama celebra a sua vitória, mas o “acordo histórico” está longe de ser um consenso nos EUA. E a reação negativa parte, desta feita, de republicanos e democratas. Um acordo que, na prática, fortalece o regime dos aiatolás não deixa de ser, de fato, “histórico”, mas de um modo muito particular…

Por Reinaldo Azevedo

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/obama-faz-mais-um-acordo-historico-antes-da-historia/

Gallup 20/10/2014 OBAMA O PIOR PRESIDENTE QUE OS AMERICANOS JÁ TIVERAM

3- Confiamos Em Obama? Os americanos não o vêem desse jeito - em dois gráficos

O presidente Obama tem um problema de confiança.

Novos dados eleitorais divulgados esta semana mostram que um dos trunfos políticos de longa data de Obama está olhando mais como um passivo nos dias de hoje. Para os americanos a confiança no presidente erodiu para gravar níveis baixos em meio a uma torrente de críticas sobre a implementação da lei federal dos cuidados de saúde, incluindo a revelação de que seu refrão de longa data que todos os americanos podem manter seus planos de saúde atuais, se quiserem e se preciso.

Dois gráficos contar a história.

A primeira é de Gallup , que constatou americanos estão divididos sobre se o rótulo "é honesto e confiável" aplica-se a Obama ou não. Cinqüenta por cento dizem que não, enquanto 47 por cento dizem que não.

Não foi sempre assim. Durante a maior parte de sua presidência, Obama não tinha problema de confiança para falar. De fato, durante a maior parte de seu primeiro mandato, Obama teve um superávit de confiança. De 2009-2012, o percentual de americanos dizendo-o "honesto e confiável" aplicada a Obama girava em torno de 60 por cento. Os dissidentes, entretanto, a maioria ficou abaixo dos 40 por cento.

chart67

Os resultados da Gallup são espelhados por uma nova pesquisa da Universidade Quinnipiac , que mostra pela margem 52-44 por cento, os eleitores dizem que Obama não é honesto e confiável. A pesquisa também mostra Obama em declínio ao longo de outra métrica-chave: índice de aprovação de trabalho. Ele chegou a um recorde de baixa 39 por cento.

Durante seu primeiro mandato, o nível de confiança em Obama ultrapassou seu índice de aprovação, em média, por uma margem muito maior do que tem este ano, de acordo com pesquisas de Quinnipiac. Tendência da Gallup, entretanto, mostra que a confiança de Obama tem continuado a superar seu índice de aprovação por dois dígitos. Abaixo está um gráfico que acompanha como os números de confiança de Obama empilhadas contra a sua aprovação classificação que remonta a 2009.

2013/11/13 aprovação e confiança de Obama

Os números mais recentes vêm na esteira de Obama pedindo desculpas aos americanos que estão perdendo seus planos de saúde enquanto o Obamacare é implementado, apesar de suas garantias de que não teria que abandoná-las. Ele também vem como implementação da lei de cuidados de saúde continua a ser atormentado por problemas técnicos relacionados à HealthCare.gov.

Mas de cuidados de saúde não parece ser a causa única do mergulho em confiança para o presidente. A porcentagem de americanos que disse à Gallup "honesto e confiável" não se aplica a Obama subiu para 44 por cento em junho, como o presidente lidou com revelações sobre a ampla gama de programas de vigilância do governo. E mesmo antes que o tempo, a confiança nele já estava começando a desaparecer.

De um modo geral, os presidentes têm experimentado uma queda na popularidade na era moderna. Assim, os números declinantes de Obama também pode ser sintoma de um declínio mais amplo e esperado na forma como o público percebe o geral.

Ainda assim, é surpreendente que mais uma das ex-forças de Obama não é nem perto do que é utilizado para ser. Seu carisma pessoal - uma vez que um flutuante confiável - também tem tido um sucesso  nos últimos meses.

Se o declínio de Obama continua, haverá pouco incentivo para aliados do presidente para virem em sua defesa em várias frentes políticas. E se dirigem para as eleições de 2014, ele estará entregando argumentos para os republicanos ansiosos para amarrar os democratas vulneráveis ​​a ele como uma tática de campanha.

Obama pode ter executado sua última campanha, mas ainda há muito para montar sua agenda sobre a forma como ele é percebido. E agora, a forma como ele é percebido não é bom.

Scott Clemente contribuiu para este post

Sean Sullivan
Sean Sullivan cobre política nacional para "The Fix". Antes de entrar para o The Washington Post, no verão de 2012, Sean foi o editor de Hotline On Call, política blog do Jornal Nacional Hotline. Ele também trabalhou para NHK Japan Broadcasting Pública e ABC News. Sean é um graduado do Hamilton College, onde se formou em filosofia. Ele mora em Washington. Siga Sean no  Twitter .

http://www.washingtonpost.com/blogs/the-fix/wp/2013/11/13/in-obama-we-trust-americans-dont-see-it-that-way-anymore-in-two-charts/

4- Implantação do GRAMSCISMO nos EUA...

Quem assistiu o filme, BASEADO EM FATOS REAIS, "Falcão Negro em Perigo" de 20 anos atrás e lê agora sobre o ataque muçulmano no shopping no Quenia, os massacres de cristãos, sabe que a África vem sendo dominada pelos MUÇULMANOS, que a ONU MORDE E ASSOPRA sob domínio russo.

Quem vê o FORO DE SÃO PAULO bater às portas dos EUA, estes substituirem a Border Patrol pelo exército e não fazerem nada para combater o avanço comunista...

Mangabeira Unger, que foi professor de direito do presidente americano Barack Obama em Harvard, Unger, o encarregado do plano de implantação do GRAMSCISMO nas Américas.

O povo americano, hoje, acredita que Obama seja POPULISTA e MENTIROSO. O eleitores democratas cada vez mais acreditam nisto (pesquisas acima).

Os comunistas venceram as eleições de 1985 no Brasil. Como militarmente não tiveram forças, os militares ainda tinham poder se iniciou a implantação do comunismo gramscista, sorrateiro, mensaleiro... Prova disto é que em 1985 foram buscar o modelo de medicina dos SANDINISTAS NA NICARÁGUA (fecharam 85 mil leitos de saúde mental para serem cuidados em casa e nunca foram - informações no Roda Viva 4/11/2013 com o psiquiatra Valentim Gentil Filho ). Planos econômicos COMUNISTAS MIRABOLANTES que não deram certo. FHC, comunista, descobriu isto e implantou o PLANO REAL nos moldes capitalistas.

Mangabeira Unger, Agente Russo que planejou com FIDEL e LULA o FORO DE SÃO PAULO. Os BICHANEIROS são a maior prova do GRAMSCISMO em implantação nos EUA. Hoje se dá mais importância aos animais que ao destino dos humanos. Pesquisadores americanos fogem para a China para desenvolverem pesquisas com células tronco e muito mais. Não se pode vivissecar um animal na frente de menores. Os futuros médicos desmaiarão ao verem sangue. Pesquisadores americanos que utilizam animais são ameaçados de morte por BICHANEIROS.

A Rússia invadiu a Chechênia, depois em 2007 parte da Georgia, agora se prepara para invadir a Ucrânia (pela 2ª vez). Estes países sem apoio americano vão sendo invadidos... MUNDO ABERTO PARA DOMÍNIO RUSSO.

Vazamento de informações sigilosas por agentes comprados, a crise SUBPRIME de 2008 através da "compra" das agências de risco. Muito dinheiro foi parar no HSBC em Hong Kong (sede em Londres).

A "compra" das agências, o dinheiro ter parado no HSBC com sede em Londres pode amenizar Obama. Muita publicação que a MAÇONARIA da UK está unida a NOVA ORDEM MUNDIAL. Uma coisa ligando outra e chegamos que a liderança é racista: A Rússia O PAÍS MAIS RACISTA DO MUNDO ganha espaço com apoio da UK. Pequena possibilidade de Obama ser vítima.

O cinema americano já foi dominado por comunistas até o MACARTISMO reagir. Está NOVAMENTE dominado por comunistas BICHANEIROS e é preciso reação. Sean Penn, Oliver Stone e Michael Moore foram visitar e elogiar Chávez...

Obama e seu POPULISMO, defesa aberta ao desarmamento (indicativo de governo mal-intencionado - golpe de estado - genocídios), é muito suspeito.

 

OBAMA FALSO E MENTIROSO PARA A MAIORIA DOS AMERICANOS

OBAMA FALSO E MENTIROSO PARA A MAIORIA DOS AMERICANOS
Central Intelligence Agency, CIA, National Security Agency, NSA/CSS, UKUSA

Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

comente: blog@artisnobilis.com