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Tudo o que lerá abaixo é a mesma teoria gramscista que está sendo implantada no Brasil, com ou sem o PT tudo continuará...Falsa Oposição !!!

Eurasianismo a Ucrânia é o 1º passo para a união dos povos Eurasianos

Implantação do Nazismo Russo com EXTERMÍNIO dos demais povos do mundo.

Agora tenho fontes de informação (publico isto há 10 anos por dedução).

O regime Putin invadirá a Ucrânia, tornou-se evidente que uma nova força para o mal surgiu em Moscou. É essencial que os americanos se tornem conscientes da natureza da ameaça.

Aleksandr Dugin Gelyevihc se tornou o homem controlador de todos os partidos maiores, incluindo Rússia Unida de Putin, CPRF de Ziuganov e ultranacionalista Partido Liberal Democrata de Vladimir Jirinovski da Rússia . Ele conseguiu de forma brilhante implantar suas ideias.

A idéia central é a de que o "liberalismo" (que Dugin entende como sendo todo o "consenso ocidental") representa um assalto à organização hierarquica tradicional do mundo. Repetindo as idéias dos teóricos nazistas Karl Haushofer, Rudolf Hess, Carl Schmitt e Arthur Moeller van den Bruck, Dugin diz que essa ameaça liberal não é nova, mas é a ideologia do poder marítimo-cosmopolita "Atlantis", que tem conspirado para subverter sociedades terrestres - mais conservadoras - desde os tempos antigos. De acordo com isso, escreveu livros reconstruindo toda a história do mundo como uma batalha entre essas duas facções, de Roma vs. Cartago à Rússia vs. "Ordem Atlântica" anglo-saxã de hoje. Se é para vencer a luta contra os subversivos oceânicos, portadores de ideias "racistas" como direitos humanos ("racistas" porque impostas por estrangeiros), a Rússia deve reunir em torno de si todas as potências continentais, incluindo a Alemanha, a Europa Central e Oriental, as ex-repúblicas soviéticas, Turquia, Irã e Coréia, em uma grande União Eurasiana, forte o suficiente para derrotar o Ocidente.

Lula que nunca leu, e não lê, está negociando bases russas na AL. Não sabe que o Racismo, Nazismo e Eugenia comandam os russos. Lula até construiu a base naval de Mariel em Cuba.

A Polônia foi fundamental para Hitler dominar a Europa, assim contornou a intransponível  Linha Maginot. A Ucrânia é estratégica e será o 1º passo.

A Teologia do Mal de Dugin e Putin: o seu Eurasianismo é um culto satânico.

Homens de ação estampam grandes ilustrações nos livros de história, mas são as idéias colocadas nas suas cabeças por homens de pensamento que determinam realmente o que eles fazem. Deste modo, rabiscos de filósofos malucos podem levar a milhões de mortes. Como herdeiro moderno dessa tradição, Alexander Dugin promete bater o recorde.

A maioria dos americanos não sabe nada sobre Alexander Dugin. Eles precisam saber, porque Dugin é o filósofo maluco que está redesenhando o cérebro de boa parte do governo e do público russo, enchendo a mente deles com uma nova ideologia totalitária dominada pelo ódio que só pode gerar consequências extremamente catastróficas, e não apenas para a Rússia, mas para toda a raça humana.

Nos últimos meses, como a adoção das idéias duguinistas pelo regime de Putin tornou-se mais evidente, uma série de artigos foi escrita chamando a atenção para o perigo. Mas agora, com a publicação de "The American Empire Should Be Destroyed": Alexander Dugin and the Perils of Immanentized Eschatology, de James Heiser, finalmente temos um tratamento em forma de livro. Vale bem a pena ler.

Heiser é um bispo da igreja luterana, e, por consequência, ele lida com os aspectos político e teológico do suposto conservadorismo de Dugin, na verdade uma ideologia "Eurasianista" neo-pagã. O subtítulo do livro pode afastar uma série de leitores, mas como um franco engenheiro que atravessaria a rua para evitar termos como "escatologia imanentizada", em geral eu achei o texto suficientemente claro, e até elegante em algumas passagens.

Heiser segue a carreira de Dugin, desde a expulsão dele do Instituto de Aviação de Moscou no início dos anos 80, por envolvimento em círculos místicos pró-Nazis, até o seu contínuo desenvolvimento em associação com várias organizações semelhantes à Thule Society no final daquela década, seus contatos com a anti-democrática Nova Direita Européia, a co-fundação e carreira com o Partido Nacional-Bolchevique nos anos 90, e sua subsequente mudança no contexto político russo depois de perceber que poderia ganhar muito mais influência como conselheiro de quem está no poder do que poderia operar por conta própria em um partido dissidente.

Heiser então começa a dissecar a ideologia política e geopolítica do Eurasianismo de Dugin. A idéia central é a de que o "liberalismo" (que Dugin entende como sendo todo o "consenso ocidental") representa um assalto à organização hierarquica tradicional do mundo. Repetindo as idéias dos teóricos nazistas Karl Haushofer, Rudolf Hess, Carl Schmitt e Arthur Moeller van den Bruck, Dugin diz que essa ameaça liberal não é nova, mas é a ideologia do poder marítimo-cosmopolita "Atlantis", que tem conspirado para subverter sociedades terrestres - mais conservadoras - desde os tempos antigos. De acordo com isso, escreveu livros reconstruindo toda a história do mundo como uma batalha entre essas duas facções, de Roma vs. Cartago à Rússia vs. "Ordem Atlântica" anglo-saxã de hoje. Se é para vencer a luta contra os subversivos oceânicos, portadores de ideias "racistas" como direitos humanos ("racistas" porque impostas por estrangeiros), a Rússia deve reunir em torno de si todas as potências continentais, incluindo a Alemanha, a Europa Central e Oriental, as ex-repúblicas soviéticas, Turguia, Irã e Coréia, em uma grande União Eurasiana, forte o suficiente para derrotar o Ocidente.

Para estar unida "de Lisboa a Vladivostok", essa União Eurasiana precisa de uma ideologia definida. Para isso, Dugin desenvolveu uma nova - a "Quarta Teoria Política" -, combinando todos os pontos mais fortes do Comunismo, do Nazismo, Ecologismo e Tradicionalismo, podendo apelar assim a todos esses diversos credos anti-liberais. Ele poderia adotar a oposição à livre iniciativa do Comunismo. No entanto, ele abandona o compromisso marxista para o progresso tecnológico, um ideal liberal derivado, em favor do apelo demagógico do Ecologismo para deter o avanço da indústria e da modernidade. Do tradicionalismo ele deriva uma justificativa para impedir o pensamento livre. Todo o resto é inspirado diretamente no Nazismo, variando das teorias jurídicas que justificam o poder estatal ilimitado e a eliminação dos direitos individuais para atender as necessidades das populações "enraizadas" no solo, às estranhas idéias gnósticas sobre a origem secreta da raça ariana no Pólo Norte.

O que a Rússia precisa, diz Dugin, é um "genuino, verdadeiro, radicalmente revolucionário e consistente, fascismo fascista". Por outro lado, o "Liberalismo é o mal absoluto... Somente uma cruzada global contra os Estados Unidos, o Ocidente, a globalização e sua expressão político-ideológica, o liberalismo, é capaz de tornar-se uma resposta adequada... O Império americano deve ser destruído".

Em seguida, Heiser fornece uma análise fria da teologia de Dugin:

 
Poderíamos afirmar que a fusão de Tradicionalismo e Eurasianismo de Dugin tornou-se um "movimento de massa gnóstico" de terceiro tipo, um "misticismo ativista". Não é exagero afirmar que o objetivo pretendido por Dugin, seu telos, é o Fim do Mundo, e que o cumprimento desse fim depende, ele acredita, da implementação da sua ideologia. Como Dugin proclamou no seu recente livro, 'Quarta Teoria Política":
 
"O fim dos tempos e o significado escatológico da política não vão se realizar por conta própria. Nós esperaremos pelo fim em vão. O fim nunca virá se nós esperarmos por ele, e nunca virá se nós não... Se a Quarta Prática Política não fosse capaz de perceber o fim dos tempos, então ela seria inválida. O fim dos dias deve vir, mas ele não virá por si só. Esta é uma tarefa, não uma certeza. É uma metafísica ativa. É uma prática".
 
Este desejo de promover o fim do mundo não é um desenvolvimento repentino no pensamento de Dugin. Como observado na citação do início deste capítulo, as intenções de Dugin estavam sendo publicadas no exterior já em 2001, e podiam ser lidas pelo público de língua inglesa. Em 2001, [Stephen] Shenfield notou que a visão escatologica de Dugin é "Maniqueísta" - isto é, uma forma dualista do Gnosticismo, que vê o mundo como um campo de batalha das forças igualmente equiparadas de bem e mal, onde as forças espirituais da luz lutam contra as forças materiais do mal. Dentro desse "Maniqueísmo", Dugin mistura conceitos cristãos, repetindo frequentemente a noção de que o Ocidente é o reino do "Anti-Cristo". Como Shenfield cita Dugin:
 
"O propósito da Rússia é que através do povo russo será realizado o último pensamento de Deus, o pensamento do Fim do Mundo... A morte é o caminho da imortalidade. O amor começará quando o mundo terminar. Nós devemos desejar ardentemente isso, como verdadeiros cristãos... Nós estamos arrancando a maldita Árvore do Conhecimento. Com ela perecerá o Universo".
 
Shenfield então observa: "Alexander Yanov, citando essas linhas, conclui que o 'verdadeiro sonho' de Dugin 'é de morte, em primeiro lugar a morte da Rússia'. Em sua resposta, Dugin evita abordar diretamente a substância da crítica de Yanov, mas observa que ele não compreende o significado positivo da morte...".
 
É difícil saber como reagir a alguém que afirma querer trazer o fim do mundo. Quando esse desejo é expresso com sotaque russo, é ainda mais provável que o ouvinte simplesmente despreze o orador como uma espécie de "super-vilão" saído de um filme horrível de aventura ou de ação. É uma reivindicação que evoca o riso - até que alguém perceba que o homem que pensa que "o propósito da Rússia" é "o Fim do Mundo" é o homem cuja doutrina geopolítica está sendo implementada pelo governador da Rússia.

Heiser continua:

 
Dugin é bastante entusiasmado com a idéia de que a terceira é a era vindoura e a final. Como Dugin escreveu em "A Metafísica do Nacional-Bolchevismo":
 
"Para além de 'direitas' e 'esquerdas' há uma e indivisível Revolução, na tríade dialética 'Terceira Roma - Terceiro Reich - Terceira Internacional'. O reino do nacional-bolchevismo, Regnum, o Império do Fim, este é o cumprimento perfeito da maior revolução da história, uma revolução continental e universal. É o retorno dos anjos, a ressureição dos heróis, a revolta do coração contra a ditadura da razão. Essa última revolução é a ocupação do acéfalo, do acéfalo portador da Cruz, da Foice e do Martelo, coroado pela suástica eterna".
 
O "Império do Fim" é marcado pela "tríade dialética", que combina "Terceira Roma - Terceiro Reich - Terceira Internacional". Todas as expectativas dos históricos delírios messiânicos russos, combinadas com as intenções Joaquimitas do Nazismo e do Bolchevismo Soviético, supostamente encontram sua expressão mais elevada nessa nova ideologia, segundo Dugin.

Finalmente, Heiser comenta o culto de Dugin ao Caos, e a adoção do símbolo oculto de oito pontas - a "Estrela do Caos" - como o emblema (e a bandeira, quando gravada em dourado com um pano de fundo preto) do movimento Eurasianista.

"Para Dugin, o logos é substituído pelo caos, e o próprio símbolo do 'caos magic' é o símbolo da Eurásia: 'Ologos expirou e todos nós vamos ser sepultados sob suas ruinas, exceto se fizermos uma súplica ao caos e aos seus princípios metafísicos, usando-os como base para algo novo'. Dugin veste essa discussão sobre ologos com a linguagem de Heidegger, mas sua terminologia não pode ser lida fora de uma tradição bíblica ocidental de 2.000 anos, que associa o Logos ao Cristo, e a invocação do caos contra o logos, de Dugin, leva a certas conclusões inevitáveis sobre a sua doutrina".

Em resumo, o Eurasianismo de Dugin é um culto satânico.

Essa é a ideologia por trás do projeto "União Eurasiana" do regime de Putin. Foi a esse sombrio programa, que ameaça não só as perspectivas de liberdade na Ucrânia e na Rússia, mas a paz no mundo, que o ex-presidente ucraniano Victor Yanukovych tentou vender o "seu" país. É contra esse programa que os corajosos manifestantes em Maidan tomaram posição e - com uma ajuda escandalosamente pequena do Ocidente - triunfaram como que por milagre. É em nome desse programa que o regime de Putin gerou um banho de sangue no leste da Ucrânia, que, seguindo Dugin, é agora denominado "Nova Rússia". É em nome desse programa que Dugin, com apoio massivo do governo russo, organizou uma internacional fascista com partidos europeus marginais, e em nome desse programa que os líderes quislianos desses partidos estão dispostos a trair suas nações pela dominação do Kremlin.

O projeto fascista de Dugin - a União Eurasiana - é impossível sem a Ucrânia, e mais cedo ou mais tarde a própria Rússia se juntará ao Ocidente e tornar-se-á livre, ficando pelo mundo apenas algumas ilhas de tirania desprezadas e condenadas. Mas com a Ucrânia sob os seus pés, o programa Eurasiano pode e vai continuar, e irá cair uma nova cortina de ferro, aprisionando uma grande parcela da humanidade sob o domínio de um poder totalitário monstruoso que será um arsenal do mal em todo o mundo pelas próximas décadas. Isso significa outra guerra fria, trilhões de dólares desperdiçados em armas, o crescimento acelerado de um estado de segurança nacional, conflitos por procuração repetidos, custando milhões de vidas no exterior, e a própria civilização colocada em risco, em que um só passo em falso em um jogo insano e interminável de grande potência precipitaria o confronto carregado e fechado em trocas termonucleares.

Só que dessa vez nossos adversários da Guerra Fria não serão os Comunistas seculares, mas verdadeiros seguidores de um culto de adoração da morte que gostariam de provocar o fim do mundo.

O poder dos eurasianistas aumenta na Rússia com cada vitória de seu programa expansionista no exterior. O movimento duguinista está crescendo exponencialmente, enquanto as forças da sanidade estão sendo intimidadas ou esmagadas. É o resultado da capitulação do Ocidente. Se a Ucrânia cair, Vladimir Putin pode descobrir que, como os generais alemães que concederam poderes a Hitler, ele fomentou o nascimento de um monstro que não pode mais controlar.

Talvez ele devesse ler o livro de Heiser também.

2- A ameaça eurasianista
As ambições de Putin vão muito além da Ucrânia. 


A bandeira do Partido Nacional Bolchevique voa perto de uma estátua de Lenin.

O regime Putin invadirá a Ucrânia, tornou-se evidente que uma nova força para o mal surgiu em Moscou. É essencial que os americanos se tornem conscientes da natureza da ameaça.

Putin é muitas vezes descrito como um revanchista, procurando recriar a União Soviética. Isso é um atalho útil, mas não é realmente preciso. Putin e muitos de sua gangue pode ter sido algum dia comunistas, mas eles não são isso hoje. Em vez disso, eles adotaram uma nova ideologia política totalitária conhecido como "eurasianismo".

As raízes da eurasianismo voltam para emigrantes czaristas interagindo com pensadores fascistas na entre-as-guerras França e Alemanha. Mas nos últimos anos, o seu expoente principal tem sido o teórico político muito importante e prolífico Aleksandr Dugin Gelyevich .

Nascido em 1962, Dugin foi admitido no Instituto de Aviação de Moscou, em 1979, mas depois foi expulso por causa de seu envolvimento com grupos neonazistas místicos. Ele então passou os anos oitenta ao redor monarquistas e círculos de extrema-ultra-direita, antes de entrar para o Partido Comunista Gennady Ziuganov da Federação Russa (PCFR, um grupo neo-stalinista parcialmente descendentes de, mas não deve ser confundido com o anteriormente Partido Comunista da União Soviética, PCUS), depois que ele se tornou um dos fundadores e principal ideólogo do Partido Bolchevique Nacional Eurasianist (NBP), em 1994.

Nazismo, recorde-se, era uma abreviação de nacional-socialismo. Nacional bolchevismo, portanto, colocar-se diante de uma ideologia que se relaciona com o nacional-socialismo, da mesma forma que o bolchevismo se refere ao socialismo. Esta auto-identificação ligada ao nazismo também é mostrada claramente na bandeira NBP, que se parece exatamente com uma bandeira nazista, com um fundo vermelho em torno de um círculo branco, exceto que a suástica negra no centro é substituído por um martelo preto e foice.

Dugin correu para a Duma na sigla NBP em 1995, mas ficou apenas 1 por cento dos votos. Assim, mudou de tática, ele abandonou o esforço para construir seu próprio partido dissidente e em vez adotou a estratégia mais produtiva de se tornar o homem de idéias para todos os partidos maiores, incluindo Rússia Unida de Putin, CPRF de Ziuganov e ultranacionalista Partido Liberal Democrata de Vladimir Jirinovski da Rússia . Nessa função, ele conseguiu de forma brilhante.

A idéia central de eurasianismo de Dugin é que o "liberalismo" (pelo qual se entende todo o consenso ocidental) representa um ataque à organização hierárquica tradicional do mundo. Repetindo as idéias de Karl Haushofer e teóricos nazistas, Rudolf Hess, Carl Schmitt e Arthur Moeller van der Bruck, Dugin diz que esta ameaça liberal não é nova, mas é a ideologia do poder marítimo cosmopolita "Atlantis", que tem conspirado para subverter sociedades mais conservadoras em terra desde os tempos antigos. Assim, ele tem escrito livros em que reconstruiu toda a história do mundo como uma batalha contínua entre essas duas facções, de Roma v Cartago para a Rússia v o anglo-saxão "Order Atlântico", hoje. A Rússia é para vencer essa luta contra os crentes nas ordens oceânicas subversivas. Racismo e não ter direitos humanos é imposto sobre os estrangeiros na Rússia. Devem se unir em torno de si todos os poderes continentais Eurasianos, incluindo a Alemanha, Europa Central e Oriental, o ex- repúblicas soviéticas, Turquia, Irã e Coréia do Sul, em uma grande União da Eurásia forte o suficiente para derrotar o Ocidente.

A fim de ser tão unida, esta União Euroasiática vai precisar de uma ideologia de definição, e para este fim Dugin desenvolveu um novo " Quarta Teoria Política " combinação de todos os pontos mais fortes do comunismo, o nazismo, o ecologismo, e Tradicionalismo, permitindo assim a apelar para os adeptos de todos esses credos anti-liberais diversos. Ele adotaria a oposição do comunismo para a livre iniciativa. No entanto, ele iria cair o compromisso marxista de progresso tecnológico, um ideal liberal-derivado, em favor do apelo demagógico do ecologismo para deter o avanço da indústria e da modernidade. Do tradicionalismo, ele deriva uma justificativa para parar o pensamento livre. Todo o resto é em linha reta fora do nazismo, que vão desde as teorias legais que justificam o poder estatal ilimitado ea eliminação dos direitos individuais, a necessidade para as populações "enraizados" no solo, com as idéias gnósticas estranhas sobre a origem secreta da raça ariana no Pólo Norte.

A devoção aberta ao nazismo no pensamento de Dugin é notável. Em seus escritos, ele celebra a Waffen SS, assassinos de milhões de russos durante a guerra, como uma organização ideal. Ele também aprova os crimes mais extremos do comunismo, indo tão longe como a endossar os terríveis expurgos 1937, que mataram, entre inúmeros outros cidadãos soviéticos talentosos e leais, quase toda a liderança do Exército Vermelho - algo que o próprio Stalin mais tarde teve segundas intenções aproximadamente.

O que a Rússia precisa, diz Dugin, é um ", o fascismo fascista genuíno, verdadeiro, radicalmente revolucionária e consistente." Por outro lado, "O liberalismo, é um mal absoluto. . . . Apenas uma cruzada global contra os EUA, o Ocidente, a globalização, e sua expressão político-ideológica, o liberalismo, é capaz de tornar-se uma resposta adequada. . . . O império norte-americano deve ser destruído. "

Esta é a ideologia por trás do projeto do regime Putin "União da Eurásia". É a este programa escuro, que ameaça não só as perspectivas de liberdade na Ucrânia e na Rússia, mas a paz do mundo, que o ex-presidente ucraniano Victor Yanukovych tentaram vender o "seu" país. É neste programa que os manifestantes corajosos na Maidan tomaram posição e - com escandalosamente pequena ajuda do Ocidente - de alguma forma milagrosamente prevaleceu. Mas agora os chips são realmente para baixo. Os ucranianos estão a ser confrontados não com a polícia de choque, mas com divisões russas, subversão e guerra econômica. O país precisa de ser estabilizado, e defender-se. Os ucranianos merecem o nosso total apoio - e não apenas por uma questão de simpatia para aqueles que resistem a tirania ou o respeito para os corajosos. É do interesse vital da América que a liberdade triunfe na Ucrânia.

Sem Ucrânia, projeto da União da Eurásia fascista de Dugin é impossível, e mais cedo ou mais tarde, a própria Rússia terá que juntar-se ao Ocidente e tornar-se livre, deixando apenas algumas ilhas desprezados e condenados da tirania em todo o mundo. Mas com a Ucrânia sob os pés, o programa dos eurasianistas pode e vai continuar, e uma nova Cortina de Ferro vai cair no lugar aprisionando uma grande fração da humanidade sob o domínio de um poder totalitário monstruoso que se tornará o arsenal do mal em todo o mundo por décadas a vir. Isso significa que uma outra Guerra Fria, trilhões de dólares desperdiçados em armas, o crescimento acelerado do estado de segurança nacional em casa, os conflitos de proxy repetidos custando milhões de vidas no exterior, e da própria civilização colocada em risco caso um único passo em falso na interminável insano de grande potência jogo precipitar o confronto bloqueado e carregado em uma troca termonuclear.

O século 20 viu três confrontos de grandes potências. Dois deles se transformaram em guerra total. Nós tivemos sorte no terceiro. Será que realmente quer jogar esses dados novamente? Teremos que, a menos que o programa Eurasianista está parado.

As apostas na Ucrânia não poderiam ser maiores.

- Robert Zubrin é presidente da Pioneer Energia e autor de Energia Vitória . A edição em brochura do seu último livro, Merchants of Despair: Ambientalistas radicais, Criminal pseudo-cientistas, ea Cult Fatal de anti-humanismo , acaba de ser publicado pela Encounter Books .

Tradução livre por Bira Jardim

http://www.nationalreview.com/article/372353/eurasianist-threat-robert-zubrin

domingo, 29 de maio de 2016

Professora desvenda métodos KGB de Putin
para seduzir as direitas francesas

A professora Cécile Vaissie denuncia os métodos russos herdados da KGB para financiar e seduzir certas direitas iludidas ou afins no anti-EUA de Putin

A professora Cécile Vaissie denuncia os métodos russos herdados da KGB
para financiar e seduzir certas direitas iludidas ou afins no anti-EUA de Putin

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




A professora de Estudos Russos Soviéticos e pós-Soviéticos da Universidade de Rennes 2, na França, Cécile Vaissié, acaba de publicar um estudo aprofundado sobre a evolução das “redes de influência” russas em seu país desde o tempo da URSS até os dias presentes, comentou o especialista Paul A. Goble para a agência Euromaidanpress. 

O livro Les Reseaux du Kremlin en France (As redes do Kremlin na França, Ed. Les petits matins) descreve os métodos de Moscou para penetrar na mídia e conquistar amizades nos ambientes políticos recorrendo a uma rede de financiamentos ocultos em território gaulês 

Essa rede ter-se-ia revelado muito eficaz num inesperado setor do espectro político, embora a imagem da Rússia na população francesa em geral não seja boa.


A professora Cécile Vaissié foi entrevistada sobre seu livro em francês e em inglês pela France 24. Reproduzimos os vídeos no fim do post.


A autora defende que “algumas dessas redes já vinham existindo há muito tempo”, remontando ao sistema de espionagem e sabotagem soviética da Guerra Fria. 

Entre essas, algumas nunca deixaram de funcionar, enquanto outras foram “reativadas” pelo regime de Putin, que criou ainda outras novas, estendendo seus tentáculos pelo coração da chamada “extrema-direita” francesa. 

Essas novas extensões da velha rede comunista são as mais surpreendentes e as que mais chamam a atenção dos especialistas.

Vaissié observa que na Franca “a Rússia foi sempre tida em conta de um país misterioso” e por isso mesmo atraiu admiradores. 


A professora também tem um grande respeito e estima pela nação russa e pela sua cultura, mas denuncia o erro, comum no Ocidente, de acreditar que a população russa e seus líderes constituem um todo coeso.

Isso não é verdade, diz a especialista, porque Putin e sua equipe no Kremlin não representam o povo russo atual, nem mesmo muitos aspectos do passado glorioso da Rússia que eles dizem encarnar. 

O livro-denúncia da professsora Cécile Vaissié

O fato de muitas pessoas acreditarem na miragem de o regime de Putin representar esse passado misterioso e rutilante permite às redes de espionagem conquistar agentes em setores da direita francesa.

Segundo a especialista, Lenine, Stalin e seus seguidores exploraram esse engano.

E isso a ponto de os governos franceses ignorarem os relatórios fidedignos sobre os crimes soviéticos e justificarem a não condenação de agressões internacionais, como a repressão da Insurreição Húngara de 1956 ou a invasão do Afeganistão em 1979.

Também hoje há políticos, intelectuais e homens de negócios atraídos pelas mensagens de Moscou, embora em número muito menor se comparado com as décadas de 30 a 70 do século XX. 


Esse é um fenômeno de círculos fechados, porque “85% do povo francês têm uma imagem negativa das autoridades russas e de Vladimir Putin”, acrescenta.

Antes da queda da URSS Moscou confiava no Partido Comunista Francês, mas agora procura apoio “principalmente no lado da extrema- direita”, fornecendo créditos e outras ajudas ao Front Nacional.

Vaissie destaca também que os agentes de influência russos não se esqueceram da extrema-esquerda francesa. 

“Muitos dos agentes russos designados pelo Kremlin para desenvolver as relações franco-russas são ‘ex-‘oficiais da KGB que, como disse o próprio Vladimir Putin, nunca deixaram de ser ‘ex-‘”, explica a especialista.


Sem dúvida Moscou está aplicando dinheiro para seduzir novos apoiadores, mas é ingênuo supor que todos estão ‘vendidos’. Há os enganados que sinceramente acreditam que o presidente russo e sua equipe são “defensores da Tradição”, de direita, e por isso são “antiamericanos”, etc., diz a professora.

Vaissié nomeia e descreve as maiores organizações visíveis que Moscou usa para disseminar sua influência na França. Mas esses não são os instrumentos em que a ‘ex-‘KGB deposita suas maiores esperanças.

Cécile Vaissié lembra que em 2014 o Front National, de “extrema- direita”, liderado por Marine Le Pen, recebeu surpreendentemente 9,4 milhões de euros num empréstimo fornecido por um banco russo alimentado pelo Kremlin. 

Segundo o livro, esse crédito é apenas a parte mais visível de uma vasta campanha tocada por Putin e seus ‘ex-‘ agentes da KGB para remodelar a França segundo a imagem da Rússia neocomunista. 

Em Les réseaux du Kremlin en France, a professora Vaissié também desmonta os métodos de Moscou para tentar descolar cada país europeu da Aliança Atlântica, como explica em sua entrevista a France24. 

A constituição das redes do Kremlin na França em ambientes tidos como de direita (em francês)





Putin banqueiro de certa extrema-direita para rachar Europa e dominá-la (em inglês)



http://www.un.org/ga/search/view_doc.asp?symbol=S/2014/147 ONU faz relatório (até que enfim) que Porto de Mariel em Cuba está contrabandeando mísseis e aviões desmontados (em meio de açúcar) para a Coreia do Norte, violando embargo internacional (se não quiser ler tudo, vá para as proximidades da página 26).

Parem a Rússia Agora Artigo do New York Times

http://artisnobilis.com/blog/blog/OBAMA_FALSO_MENTIROSO_para_a_MAIORIA_dos_AMERICANOS.html

http://artisnobilis.com/blog/blog/sauditas.html O país mais ANTICOMUNISTA da atualidade

http://artisnobilis.com/blog/blog/antiamericanismo.html

http://artisnobilis.com/blog/blog/gramscismo-1.html O Comunismo Sorrateiro sendo implantado no Brasil, no mundo e inclusive nos EUA

Eurasianismo a Ucrânia é o 1º passo para a união dos povos Eurasianos

Eurasianismo o Nazismo Russo para a união dos povos Erasianos e Extermínio dos demais povos.
Parem a RÚSSIA Agora, Lula e Putin Negociam Bases Militares em toda a AL