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O Minha Casa Minha Vida prevê que o governo arque com uma parte das prestações e o beneficiado banque o restante. O valor das parcelas é calculado com base na renda de cada família. No papel, tudo certo. Dados obtidos revelam que o índice de inadimplência na faixa de financiamento que inclui participantes com renda mensal mais baixa, até R$1.600,00, está em 20%

Como é um programa ELEITOREIRO, esta gente só irá para o SPC e SERASA após as ELEIÇÕES.

1- 22/09/2013

 às 11:14 \ EconomiaPaternalismo

Minha Casa Minha Vida: o subprime brasileiro

Reportagem da Veja mostra que a inadimplência das famílias do programa “Minha Casa, Minha Vida” bate recorde preocupante:

Ele foi planejado para ser a mais vistosa vitrine eleitoral da gestão Dilma Rousseff – a resposta do governo para o sonho da casa própria. Lançado em 2009, o programa Minha Casa Minha Vida consumiu 134,5 bilhões de reais para fazer 2,1 milhões de casas populares. O primeiro milhão já foi distribuído. A presidente Dilma percorreu seis estados brasileiros neste ano para providenciar ela mesma a entrega. O potencial de dividendos eleitorais da iniciativa é tamanho que ela é tratada como uma espécie de Bolsa Família da área urbana.

Programa subsidiado, o Minha Casa Minha Vida prevê que o governo arque com uma parte das prestações e o beneficiado banque o restante. O valor das parcelas é calculado com base na renda de cada família. No papel, tudo certo. Na realidade, tudo mais ou menos. Dados obtidos por VEJA revelam que o índice de inadimplência na faixa de financiamento que inclui participantes com renda mensal mais baixa, até 1 600 reais, está em 20%. É um número dez vezes maior que a média dos financiamentos imobiliários no Brasil e 4 pontos mais alto que a porcentagem de atrasos em pagamento de hipoteca nos Estados Unidos em 2007, quando se acentuou a crise que serviu de gatilho para a pior recessão desde o fim da II Guerra Mundial.

Todo mundo sonha com a casa própria. Mas querer não é poder. Eu mesmo vivi por seis anos pagando aluguel, e não há nada de errado nisso. Muitas pessoas postergam a compra da casa própria até sentirem que as condições financeiras permitem. Passar por cima dessa restrição orçamentária pode ser um grave erro, que cobrará um preço enorme depois.

Mas governos populistas adoram explorar esse sonho. De olho apenas nas próximas eleições, e não nas próximas gerações – isso é tarefa de estadistas, em falta no mundo atual – esses governantes estimulam de maneira irresponsável o crédito para a compra da casa em nichos de baixa renda. Foi assim nos Estados Unidos também.

Em 1977 foi criado o Comunity Reinvestment Act (CRA), com o objetivo de obrigar bancos a emprestar uma parte dos seus ativos às comunidades carentes. Em 1994, o governo estendeu as metas do CRA, e em 2005, após um escândalo contábil envolvendo a Freddie Mac, o governo resolveu punir a empresa demandando mais crédito hipotecário para as classes de baixa renda.

Em outras palavras, o governo exerceu enorme pressão para que o crédito imobiliário chegasse às classes mais baixas, com menor condição de pagamento. Foi justamente este setor subprime do crédito imobiliário que experimentou o maior crescimento nos últimos anos, caracterizando uma verdadeira bolha que depois estourou, com as conseqüências que conhecemos.

As duas empresas que atuavam nas hipotecas – Fannie Mae e Freddie Mac – eram paraestatais que gozavam de privilégios do governo. Havia um órgão regulador – OFHEO – cuja única missão era cuidar da saúde financeira dessas duas empresas. Não obstante, foram as que mais se alavancaram, com US$ 50 emprestados para cada US$ 1 de patrimônio.

No Brasil, a Caixa Econômica Federal é a instituição financeira mais alavancada também, e tem expandido sua carteira de crédito em mais de 40% ao ano. É o governo fomentando uma bolha imobiliária de olho apenas nas eleições.

Os mais pobres, que hoje se sentem felizes por finalmente terem acesso ao financiamento da casa própria, poderão ser os mais prejudicados amanhã, quando se mostrar inviável para muitos a quitação desses empréstimos. O nível de inadimplência de 20% é temerário. A conta não fecha. Uma cratera está sendo cavada, e terá que ser paga eventualmente.

O governo se mostra irresponsável e insensível para com os mais pobres. Tudo em nome deles mesmos. Assim é todo populista: promete ajudar os pobres, e acaba por prejudicá-los ainda mais.

http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/economia/minha-casa-minha-vida-o-subprime-brasileiro/

BRASIL TEM NOTA REBAIXADA escondida em meio ao REBAIXAMENTO DA PETROBRAS

A CENSURA ESTÁ INSTALADA

Avaliação foi feita pela agência Moody’s, de classificação de risco.
Brasil também teve sua nota reavaliada de positiva para estável.

2- Edição do dia 03/10/2013

04/10/2013 00h43 - Atualizado em 04/10/2013 01h18

Petrobras tem nota de crédito rebaixada por dívidas e caixa negativo

Avaliação foi feita pela agência Moody’s, de classificação de risco.
Brasil também teve sua nota reavaliada de positiva para estável.

Carla Modena São Paulo, SP

Na noite de quinta-feira (3), uma das principais agências de classificação de risco, a Moody´s, rebaixou a nota de crédito da Petrobras por preocupações com o endividamento e o caixa negativo da empresa. Ironicamente, a má notícia chegou bem no dia em que a empresa completa 60 anos.

A decisão de rebaixar a nota reflete o elevado endividamento e a expectativa de que a empresa continue a ter grande fluxo de caixa negativo nos próximos anos. As agências de classificação de risco atribuem notas a uma empresa ou país, sinalizando quem oferece risco aos investidores.

O Brasil é considerado seguro. No entanto, a Moody’s também decidiu reavaliar a nota brasileira - que foi mantida - mas agora passou de perspectiva "positiva" para "estável". “Por motivos diretos, o grau de investimento continua valendo, mas a perspectiva é de redução da classificação de risco e isso deixa os investidores um pouco mais conservadores em relação à economia brasileira”, afirma Luis Afonso Lima, presidente da agência Sobeet.

A Moody’s justificou a decisão com base no alto endividamento do setor público, na queda dos investimentos e nas evidências de que a economia caminha para um período prolongado de baixo crescimento.

Este foi o segundo sinal das agências de classificação de risco de que os fundamentos da economia brasileira estão piorando. Em junho, outra agência, a Standard and Poors já tinha rebaixado a perspectiva da nota do Brasil. Para os economistas, a decisão agora da Moody’s reforça a necessidade de mudanças por aqui. “Na frente fiscal, você diminui o endividamento do setor público e, em segundo lugar, favorece a perspectiva de exportações. Ao tornar as exportações e as empresas brasileiras mais competitivas no exterior, nosso déficit de transações correntes pode não aumentar como está aumentando nos últimos meses”, complementa Luis Afonso Lima, da Sobeet.

Já o economista André Perfeito, da Gradual Investimentos, aponta como o grande entrave a falta de um projeto que possa fortalecer a imagem do Brasil diante dos investidores. “O maior problema, insisto nesse ponto, é a falta de um projeto, de uma visão de pais que seja suficientemente forte pra atrair investidores e aumentar o otimismo com a economia brasileira. O governo não está conseguindo trazer esse otimismo tanto para a classe empresarial como também para os investidores estrangeiros”, finaliza Perfeito.

http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2013/10/petrobras-tem-nota-de-credito-rebaixada-por-dividas-e-caixa-negativo.html

3- "Novelo das dívidas". Por Míriam Leitão

O governo Dilma foi além da imaginação na criatividade fiscal. Com dívidas que viram créditos, papéis que saem de uma estatal para outra, gastos que não entram na conta e antecipações de receita, foi feito um novelo nas contas públicas que para desenrolar dará um trabalhão. As dívidas de Itaipu já viraram R$ 8 bilhões de receitas e agora darão mais dinheiro ao governo.

A conta será paga por Itaipu até 2023. Mas vai ser considerada, através das operações mandrakes de sempre, receita que entra nos cofres aqui e agora.

O atual governo está se apropriando de dinheiro que entraria nos cofres públicos de mais dois mandatos presidenciais.

Itaipu não tem como pagar antecipadamente a dívida. Para que a engenharia financeira funcione, o Tesouro terá que emitir dívida, mas, desta vez, não poderá ser feito o truque de impedir que os títulos sejam considerados dívida porque essa receita de Itaipu constava na contabilidade. O risco é que os alquimistas podem inventar algo.

De tudo que faz parte desse novelo, o mais difícil será desenrolar os débitos invisíveis como os R$ 400 bilhões emitidos para se transferir ao BNDES. Teoricamente, um dia o banco vai pagar, só que o Tesouro capta a curto prazo e empresta a longo prazo e a um custo menor do que está pagando. A conta não fecha.

Esses ativos que o governo tem a receber não têm liquidez imediata como os títulos do governo americano que estão nas nossas reservas cambiais. É por isso que o indicador da dívida líquida é cada vez menos levado a sério. Os olhos são sobre a dívida bruta que, por sinal, está em alta.

Essa é só mais uma das mágicas contábeis. O economista Felipe Salto, da Tendências Consultoria, lembra outros casos emblemáticos. O principal deles foi a capitalização da Petrobras, em 2010, que em um único mês injetou R$ 35 bilhões nas planilhas do governo e aumentou em um ponto percentual o resultado primário do ano.

O governo emitiu R$ 75 bilhões em dívidas, transferiu esses recursos para a Petrobras, que pagou de volta ao governo para ter acesso aos barris do pré-sal. A receita foi contabilizada como resultado primário, mas toda a despesa com os títulos, não.

O economista da Tendências ressalta que mais de dois terços do superávit primário, hoje, é realizado sem nenhum esforço fiscal da Fazenda. Para este ano, a meta é de R$ 155 bilhões de superávit, mas R$ 65 bilhões podem ser abatidos como investimentos do PAC e outros R$ 30 bilhões entram nos cofres como pagamento de dividendos do BNDES, Caixa e Banco do Brasil.

— Com manobras contábeis, o governo já começa o ano com mais de dois terços do primário realizado. O PAC é integralmente abatido porque contabiliza até financiamento imobiliário como investimento.

O mesmo acontece com as desonerações. Os dividendos pagos pelos bancos públicos aumentam pelas transferências e capitalizações feitas pelo próprio Tesouro — explicou.

No ano passado, o malabarismo fiscal fez a Caixa Econômica virar sócia de frigorífico, fabricante de autopeças e de bens de capital. O BNDESPar transferiu essas ações para Caixa, como parte do aumento de capital da CEF.

Só se soube da operação porque empresas de capital aberto como JBS, Romi e Mangels precisam informar ao mercado qualquer mudança na sua composição acionária.

Ontem o governo anunciou um contingenciamento menor do que o do ano passado. Mas o Orçamento é cada vez mais uma peça de ficção. As desonerações são descontadas da conta para se fazer o superávit, o que quer dizer que o governo registra como tendo recebido um dinheiro do qual abriu mão. Tudo é deliberadamente confuso. Faz parte do show dos alquimistas.

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2013/05/23/novelo-das-dividas-por-miriam-leitao-497679.asp

 

4- Após críticas aos EUA na ONU, Dilma vai defender que EUA invista no Brasil

Ela discursa em evento em NY sobre oportunidades na economia brasileira. Para governo, mal-estar com EUA sobre espionagem não afeta comércio.

Após proferir um enfático discurso na Assembleia-Geral das Nações Unidas contra as práticas de espionagem dos Estados Unidos, a presidente Dilma Rousseff (25) dedicará a agenda desta quarta-feira (26) em Nova York para assegurar a investidores norte-americanos que o comércio bilateral não será afetado pelo mal-estar entre os dois países.

Dilma discursará em um seminário sobre oportunidades de investimentos no Brasil, promovido pelo banco norte-americano Goldman Sachs, e falará sobre oportunidades de negócios na área de infraestrutura. Nesta segunda (24), a presidente usou a maior parte dos 23 minutos de discurso na abertura da Assembleia-Geral da ONU para criticar o acesso ilegal da NSA, agência de segurança dos EUA, a comunicações da própria Presidência da República, de ministros e da Petrobras.

Diante das delegações de mais de 190 países, Dilma afirmou  que as ações de inteligência dos Estados Unidos “ferem” o direito internacional e “afrontam” os princípios que regem a relação entre os países.

Na última terça-feira (17), ela anunciou o adiamento da visita de Estado que faria em outubro a Washington, nos Estados Unidos, em razão das denúncias de espionagem.

No entanto, ao mesmo tempo em que profere um discurso duro contra o governo norte-americano na ONU, a presidente quer deixar claro que a relação bilateral na área econômica não deve ser afetada.

O assessor da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, e o embaixador do Brasil em Washington, Mauro Vieira, afirmaram nesta terça ao G1 que o governo quer preservar os “interesses comuns” entre Brasil e EUA.

“A situação comercial não muda. São questões paralelas [as desavenças políticas e a relação econômica]”, disse Marco Aurélio Garcia.

“Temos muitos interesses em comum e isso permanence. Não será afetado”, enfatizou o embaixador do Brasil em Washington.

Além de Dilma, a equipe econômica do governo e presidentes de bancos públicos brasileiros estarão no evento desta quarta com investidores estrangeiros, inclusive o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

O seminário terá início às 8h30 com um discurso do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que apresentará dados sobre a expectativa econômica do Brasil e as oportunidades de investimentos em obras de rodovias, aeroportos e ferrovias.

O ministro almoçou nesta terça (24) com presidentes de grandes fundos de investimentos para apresentar as perspectivas de aplicação de recursos no país. “Estamos convidando investidores a participar de investimentos em infraestrutura. A infraestrutura vai puxar a economia brasileira”, disse Mantega após a reunião.

Entre quinta (25) e sexta (27), o ministro de Relações Exteriores do Brasil, Luiz Alberto Figueiredo, irá se reunir com o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, para tratar das ações de espionagem dos EUA.

Segundo assessores do ministro, ele vai cobrar explicações sobre as denúncias de acesso a correspondências privadas, mas também irá frisar que o impasse político não pode afetar a relação comercial entre os dois países.

25/09/2013 07h39 - Atualizado em 25/09/2013 10h06 http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/09/apos-criticas-aos-eua-na-onu-dilma-vai-defender-que-pais-invista-no-brasil.html

 

4- XINGA E OFENDE O OBAMA E NA MESMA VIAGEM A NOVA YORK, DILMA IMPLORA INVESTIMENTOS AOS AMERICANOS.

COMUNISTAS FALIDOS - COMUNISTAS NÃO SABEM LIDAR COM DINHEIRO - SOCIALISMO SÃO VÁRIAS TEORIAS DERRUBADAS - CAPITALISMO E EMPREENDEDORISMO SÃO COMPROVADOS - OS BURGUÊSES NOS TIRARAM DA IDADE MÉDIA, ACABARAM COM OS FEUDOS COM O SIMPLES "COMÉRCIO"  http://www.suapesquisa.com/historia/dicionario/burguesia.htm

SOCIALISTAS SÃO DESCENDENTES DOS SENHORES FEUDAIS COM SEU DIREITO DE "INAUGURAR" AS NOIVAS (o gene defeituoso ficou).

 
5- Pela 1ª vez, Brasil tem resultado primário negativo em agosto

O setor público brasileiro registrou déficit primário de R$ 432 milhões no mês passado, primeiro resultado negativo para agosto desde o início da série em dezembro de 2001, afetado pelos maiores gastos com a Previdência, informou o Banco Central nesta segunda-feira.

O resultado foi bem pior que o esperado por analistas consultados pela Reuters, cuja mediana apontava para saldo positivo de R$ 1,85 bilhão. Em julho, o País havia registrado superávit primário de R$ 2,287 bilhões. Em 12 meses até agosto, a economia feita para pagamento de juros foi equivalente a 1,82% do Produto Interno Bruto (PIB), longe da meta do governo neste ano de 2,3%.

O BC informou ainda que o déficit nominal - receitas menos despesas, incluindo pagamento de juros - ficou em R$ 22,303 bilhões no mês passado, enquanto a dívida pública representou 33,8% do PIB. O déficit primário em agosto foi gerado pelo resultado negativo de R$ 55 milhões do governo central, formado pelo governo federal, BC e Previdência Social.

Em agosto, as contas públicas foram afetadas pelo início do pagamento do 13º salário a aposentados e pensionistas, aumentando o rombo da Previdência que, segundo o BC, ficou em R$ 5,733 bilhões no mês passado. Ainda segundo o BC, os Estados e municípios tiveram déficit de R$ 174 milhões no mês passado, enquanto que as empresas estatais tiveram saldo negativo R$ 203 milhões.

No acumulado do ano, o superávit primário soma R$ 54,013 bilhões, sendo R$ 37,441 bilhões feitos pelo governo central e R$ 16,774 bilhões economizados por Estados e municípios. A meta cheia de superávit primário para este ano era de R$ 155,9 bilhões, ou cerca de 3,1% do PIB, mas o governo já reduziu a meta a 2,3%. Os resultados fracos até agosto vieram também com o baixo dinamismo da receita, afetada pelo mau desempenho da atividade econômica do país, e altos gastos com custeio.

http://economia.terra.com.br/pela-1-vez-brasil-tem-resultado-primario-negativo-em-agosto,840891975a471410VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

 
Crise Imobiliária Brasileira Minha Casa Minha Vida
 

Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

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