Nos Curta no Facebook

Fecha em 30 Segundos...!!!Fechar Agora X

1º Lugar nas Buscas Orgânicas - Confira Clientes Satisfeitos
Reuni nesta página as 7 postagens que mais me geraram suspenções no Facebook

"O Novelo das Dívidas" por Miriam Leitão é o 4º artigo

Credibilidade do Brasil em Queda. Mais um Rebaixamento Financeiro

O Financial Times alega que no início de 2014 passaremos de PAÍS EM DESENVOLVIMENTO para PAÍS SEM PERSPECTIVAS. Para tal basta terminarmos o ano no rumo decadente em que estamos.

 

1- 04 de novembro de 2013

Brasil pode perder grau de investimento, diz Financial Times

O jornal britânico diz que "muito possivelmente" o país pode ser o primeiro entre os grandes emergentes a perder o título

Dado Galdieri/Bloomberg

Dinheiro: pilhas de notas de 50 reais na Casa da Moeda

Dinheiro: segundo especialistas, se a economia nacional não crescer rapidamente e a situação fiscal continuar em deterioração, o downgrade poderia vir no início de 2014

Londres - O Brasil pode ser o primeiro Bric a perder o grau de investimento. A avaliação consta de texto publicado nesta quarta-feira, 6, pelo jornal britânico Financial Times com o título "As chances do Brasil de um downgrade".

Ao citar analistas do banco britânico Barclays em São Paulo, a publicação diz que "muito possivelmente" o País pode ser o primeiro entre os grandes emergentes (Bric é o acrônimo para o grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China) a perder o título.

Se a economia nacional não crescer rapidamente e a situação fiscal continuar em deterioração, dizem os economistas, o downgrade poderia vir no início de 2014.

"Os resultados fiscais de setembro vieram muito mais fracos do que o esperado. O surpreendente resultado foi impulsionado principalmente por um forte aumento das despesas extraordinárias durante o mês, mas as receitas menores que o esperado também ajudaram a intensificar o déficit", disseram os analistas Bruno Rovai e Marcelo Salomon, citados no texto da coluna "Beyondbrics" publicado na página 30 do jornal.

"Continuamos céticos de que essa tendência poderá ser revertida especialmente considerando que as eleições serão realizadas em outubro do próximo ano", completaram os analistas.

Como os demais economistas do mercado, os analistas do Barclays apontaram a queda do superávit primário e o aumento da dívida líquida do setor público como sinais de preocupação. Para Rovai e Salomon, o quadro "pode pavimentar o caminho para o rebaixamento da classificação soberana no início de 2014".

"Um rebaixamento de qualquer uma das agências de rating colocaria o Brasil à beira do status de 'junk'", diz o jornal, ao lembrar que a Standard & Poor's e a Moody's pioraram a perspectiva para a nota brasileira nos últimos meses.

"A boa notícia para o Brasil é que ele não é o único Bric que está andando sobre o gelo fino. A Índia também é vista amplamente como uma candidata para o rebaixamento dos ratings", diz a reportagem do FT.

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/brasil-pode-perder-grau-de-investimento-diz-financial-times

2- 04/10/2013

Nota da Petrobras na Moody's supera a da S&P e Fitch

Apesar da diferença, as três instituições são unânimes ao alertar sobre nível do endividamento da Petrobras diante do ambicioso plano de investimento da estatal

Plataforma da Petrobras: a Moody's alerta para a ingerência do governo federal sobre a companhia

São Paulo - Mesmo com o rebaixamento da nota de classificação de risco da Petrobras anunciado na noite da quinta-feira, 03, a Moody's ainda atribui à estatal um rating melhor que o dado pelas agências Standard & Poor's (S&P) e Fitch Ratings.

Apesar da diferença, as três instituições são unânimes ao alertar sobre o nível do endividamento da Petrobras diante do ambicioso plano de investimento da estatal para os próximos anos - principal motivo citado pela Moody's para piorar a avaliação da companhia petrolífera.

A Moody's rebaixou o rating da dívida de longo prazo em moeda local e estrangeira de "A3" para "Baa1" com perspectiva negativa. Com isso, a estatal petrolífera passa a contar com a oitava melhor nota na escala da agência, um patamar acima do rating brasileiro que é "Baa2".

Nas demais grandes classificadoras de risco, a Petrobras conta com nota "BBB" na Standard & Poor's e "BBB+" na Fitch. Nos dois casos, a nota é a nona melhor e está no mesmo patamar da avaliação soberana brasileira. Ou seja, a nota da Moody's é melhor do que da S&P e Fitch.

"Vemos a alavancagem da Petrobras em níveis próximos ao pico em 2013 e 2014, significativamente mais altos do que aqueles de seus pares da indústria, e provavelmente apenas vai declinar de 2015 em diante", disse Thomas Coleman, vice-presidente da Moody's ao explicar o rebaixamento. O problema da estatal, porém, não se limita à dívida.

A Moody's alerta para a ingerência do governo federal sobre a companhia. O relatório cita "ligações crescentes entre a Petrobras e o rating soberano".

Isso acontece porque o "governo está desempenhando um papel maior de supervisão na direção estratégica da Petrobras, no desenvolvimento dos campos de petróleo e na promoção de políticas de conteúdo local".

A agência também destaca "fortes laços com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que também está envolvido de perto como acionista da Sete Brasil, nova entidade encarregada de supervisionar a evolução das sondas de perfuração".

Os analistas da Moody's advertem também que a permanência da perspectiva negativa para a nota da empresa significa que o rating da Petrobras pode ser rebaixado no futuro "como resultado de progresso limitado no ajuste e flexibilidade no programa de investimento, se a alavancagem financeira aumentar e for mantida com a relação dívida/Ebitda acima de 4 ou se o crescimento da produção ficar abaixo das metas".

"Relações crescentes com o governo também poderiam pressionar os ratings", completa o documento.

O tom da Moody's é mais forte que o observado recentemente nas demais agências de classificação de risco. Por enquanto, S&P e Fitch não têm uma programação de curto prazo para a nota da Petrobras. Na Fitch, a mais recente revisão da nota da companhia foi em março de 2013.

Na S&P, a revisão é ainda mais recente: 30 de agosto. Não existe um calendário fixo para as próximas análises, mas as companhias são monitoradas permanentemente pelas agências e revisões mais aprofundadas podem ser feitas anualmente ou sempre quando há mudanças significativas na situação da companhia.

Mas isso não quer dizer que alertas já não tenham sido emitidos e a dívida parece ser o tema mais preocupante. Para a S&P, "em decorrência do considerável plano de investimentos da Petrobras, de US$ 236 bilhões para o período entre 2013 e 2017, esperamos que a empresa apresente fluxo de caixa operacional livre negativo até 2015". Como resultado, a estatal deve registrar aumento da dívida anual em torno de US$ 15 bilhões a US$ 20 bilhões, previu a agência em agosto.

Em março, a Fitch também emitiu uma avaliação negativa sobre a dívida, mas em tom um pouco menos preocupante. "A Fitch acredita que a companhia registrará fluxo de caixa livre negativo nos próximos cinco anos e maior alavancagem à medida que continua realizando grandes investimentos. A política de preços domésticos dos produtos refinados, atualmente abaixo dos preços internacionais, também deve influenciar o tamanho do déficit de fluxo de caixa", avaliou a agência em março. Para a Fitch, "a necessidade de empréstimos da Petrobras será superior aos US$ 12 bilhões por ano" nos próximos anos.

Apesar dessa avaliação negativa, S&P e Fitch demonstraram, nas revisões mais recentes, expectativa positiva para o futuro de mais longo prazo da companhia estatal - tom mais otimista que o da Moody's. "As perspectivas positivas de negócios para a Petrobras em sua divisão de exploração e produção, o acesso provado ao mercado e a flexibilidade financeira muito boa, incrementados por ter o governo como controlador, mitigam os fatores negativos", diz a S&P. A Fitch também considera a perspectiva de longo prazo com viés positivo. "As métricas deverão se recuperar à medida que a companhia monetize cada vez mais suas grandes reservas de petróleo e que os preços locais dos produtos refinados se alinhem aos preços internacionais", avalia a Fitch.

http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/nota-da-petrobras-na-moody-s-supera-a-da-s-p-e-fitch-2

BRASIL TEM NOTA REBAIXADA escondida em meio ao REBAIXAMENTO DA PETROBRAS

A CENSURA ESTÁ INSTALADA

Avaliação foi feita pela agência Moody’s, de classificação de risco.
Brasil também teve sua nota reavaliada de positiva para estável.

3- Edição do dia 03/10/2013

04/10/2013 00h43 - Atualizado em 04/10/2013 01h18

Petrobras tem nota de crédito rebaixada por dívidas e caixa negativo

Avaliação foi feita pela agência Moody’s, de classificação de risco.
Brasil também teve sua nota reavaliada de positiva para estável.

Carla Modena São Paulo, SP

Na noite de quinta-feira (3), uma das principais agências de classificação de risco, a Moody´s, rebaixou a nota de crédito da Petrobras por preocupações com o endividamento e o caixa negativo da empresa. Ironicamente, a má notícia chegou bem no dia em que a empresa completa 60 anos.

A decisão de rebaixar a nota reflete o elevado endividamento e a expectativa de que a empresa continue a ter grande fluxo de caixa negativo nos próximos anos. As agências de classificação de risco atribuem notas a uma empresa ou país, sinalizando quem oferece risco aos investidores.

O Brasil é considerado seguro. No entanto, a Moody’s também decidiu reavaliar a nota brasileira - que foi mantida - mas agora passou de perspectiva "positiva" para "estável". “Por motivos diretos, o grau de investimento continua valendo, mas a perspectiva é de redução da classificação de risco e isso deixa os investidores um pouco mais conservadores em relação à economia brasileira”, afirma Luis Afonso Lima, presidente da agência Sobeet.

A Moody’s justificou a decisão com base no alto endividamento do setor público, na queda dos investimentos e nas evidências de que a economia caminha para um período prolongado de baixo crescimento.

Este foi o segundo sinal das agências de classificação de risco de que os fundamentos da economia brasileira estão piorando. Em junho, outra agência, a Standard and Poors já tinha rebaixado a perspectiva da nota do Brasil. Para os economistas, a decisão agora da Moody’s reforça a necessidade de mudanças por aqui. “Na frente fiscal, você diminui o endividamento do setor público e, em segundo lugar, favorece a perspectiva de exportações. Ao tornar as exportações e as empresas brasileiras mais competitivas no exterior, nosso déficit de transações correntes pode não aumentar como está aumentando nos últimos meses”, complementa Luis Afonso Lima, da Sobeet.

Já o economista André Perfeito, da Gradual Investimentos, aponta como o grande entrave a falta de um projeto que possa fortalecer a imagem do Brasil diante dos investidores. “O maior problema, insisto nesse ponto, é a falta de um projeto, de uma visão de pais que seja suficientemente forte pra atrair investidores e aumentar o otimismo com a economia brasileira. O governo não está conseguindo trazer esse otimismo tanto para a classe empresarial como também para os investidores estrangeiros”, finaliza Perfeito.

http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2013/10/petrobras-tem-nota-de-credito-rebaixada-por-dividas-e-caixa-negativo.html

4-"Novelo das dívidas". Por Míriam Leitão 5/2013

O governo Dilma foi além da imaginação na criatividade fiscal. Com dívidas que viram créditos, papéis que saem de uma estatal para outra, gastos que não entram na conta e antecipações de receita, foi feito um novelo nas contas públicas que para desenrolar dará um trabalhão. As dívidas de Itaipu já viraram R$ 8 bilhões de receitas e agora darão mais dinheiro ao governo.

A conta será paga por Itaipu até 2023. Mas vai ser considerada, através das operações mandrakes de sempre, receita que entra nos cofres aqui e agora.

O atual governo está se apropriando de dinheiro que entraria nos cofres públicos de mais dois mandatos presidenciais.

Itaipu não tem como pagar antecipadamente a dívida. Para que a engenharia financeira funcione, o Tesouro terá que emitir dívida, mas, desta vez, não poderá ser feito o truque de impedir que os títulos sejam considerados dívida porque essa receita de Itaipu constava na contabilidade. O risco é que os alquimistas podem inventar algo.

De tudo que faz parte desse novelo, o mais difícil será desenrolar os débitos invisíveis como os R$ 400 bilhões emitidos para se transferir ao BNDES. Teoricamente, um dia o banco vai pagar, só que o Tesouro capta a curto prazo e empresta a longo prazo e a um custo menor do que está pagando. A conta não fecha.

Esses ativos que o governo tem a receber não têm liquidez imediata como os títulos do governo americano que estão nas nossas reservas cambiais. É por isso que o indicador da dívida líquida é cada vez menos levado a sério. Os olhos são sobre a dívida bruta que, por sinal, está em alta.

Essa é só mais uma das mágicas contábeis. O economista Felipe Salto, da Tendências Consultoria, lembra outros casos emblemáticos. O principal deles foi a capitalização da Petrobras, em 2010, que em um único mês injetou R$ 35 bilhões nas planilhas do governo e aumentou em um ponto percentual o resultado primário do ano.

O governo emitiu R$ 75 bilhões em dívidas, transferiu esses recursos para a Petrobras, que pagou de volta ao governo para ter acesso aos barris do pré-sal. A receita foi contabilizada como resultado primário, mas toda a despesa com os títulos, não.

O economista da Tendências ressalta que mais de dois terços do superávit primário, hoje, é realizado sem nenhum esforço fiscal da Fazenda. Para este ano, a meta é de R$ 155 bilhões de superávit, mas R$ 65 bilhões podem ser abatidos como investimentos do PAC e outros R$ 30 bilhões entram nos cofres como pagamento de dividendos do BNDES, Caixa e Banco do Brasil.

— Com manobras contábeis, o governo já começa o ano com mais de dois terços do primário realizado. O PAC é integralmente abatido porque contabiliza até financiamento imobiliário como investimento.

O mesmo acontece com as desonerações. Os dividendos pagos pelos bancos públicos aumentam pelas transferências e capitalizações feitas pelo próprio Tesouro — explicou.

No ano passado, o malabarismo fiscal fez a Caixa Econômica virar sócia de frigorífico, fabricante de autopeças e de bens de capital. O BNDESPar transferiu essas ações para Caixa, como parte do aumento de capital da CEF.

Só se soube da operação porque empresas de capital aberto como JBS, Romi e Mangels precisam informar ao mercado qualquer mudança na sua composição acionária.

Ontem o governo anunciou um contingenciamento menor do que o do ano passado. Mas o Orçamento é cada vez mais uma peça de ficção. As desonerações são descontadas da conta para se fazer o superávit, o que quer dizer que o governo registra como tendo recebido um dinheiro do qual abriu mão. Tudo é deliberadamente confuso. Faz parte do show dos alquimistas.

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2013/05/23/novelo-das-dividas-por-miriam-leitao-497679.asp

 

5- Após críticas aos EUA na ONU, Dilma vai defender que EUA invista no Brasil

Ela discursa em evento em NY sobre oportunidades na economia brasileira. Para governo, mal-estar com EUA sobre espionagem não afeta comércio.

Após proferir um enfático discurso na Assembleia-Geral das Nações Unidas contra as práticas de espionagem dos Estados Unidos, a presidente Dilma Rousseff (25) dedicará a agenda desta quarta-feira (26) em Nova York para assegurar a investidores norte-americanos que o comércio bilateral não será afetado pelo mal-estar entre os dois países.

Dilma discursará em um seminário sobre oportunidades de investimentos no Brasil, promovido pelo banco norte-americano Goldman Sachs, e falará sobre oportunidades de negócios na área de infraestrutura. Nesta segunda (24), a presidente usou a maior parte dos 23 minutos de discurso na abertura da Assembleia-Geral da ONU para criticar o acesso ilegal da NSA, agência de segurança dos EUA, a comunicações da própria Presidência da República, de ministros e da Petrobras.

Diante das delegações de mais de 190 países, Dilma afirmou  que as ações de inteligência dos Estados Unidos “ferem” o direito internacional e “afrontam” os princípios que regem a relação entre os países.

Na última terça-feira (17), ela anunciou o adiamento da visita de Estado que faria em outubro a Washington, nos Estados Unidos, em razão das denúncias de espionagem.

No entanto, ao mesmo tempo em que profere um discurso duro contra o governo norte-americano na ONU, a presidente quer deixar claro que a relação bilateral na área econômica não deve ser afetada.

O assessor da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, e o embaixador do Brasil em Washington, Mauro Vieira, afirmaram nesta terça ao G1 que o governo quer preservar os “interesses comuns” entre Brasil e EUA.

“A situação comercial não muda. São questões paralelas [as desavenças políticas e a relação econômica]”, disse Marco Aurélio Garcia.

“Temos muitos interesses em comum e isso permanence. Não será afetado”, enfatizou o embaixador do Brasil em Washington.

Além de Dilma, a equipe econômica do governo e presidentes de bancos públicos brasileiros estarão no evento desta quarta com investidores estrangeiros, inclusive o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

O seminário terá início às 8h30 com um discurso do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que apresentará dados sobre a expectativa econômica do Brasil e as oportunidades de investimentos em obras de rodovias, aeroportos e ferrovias.

O ministro almoçou nesta terça (24) com presidentes de grandes fundos de investimentos para apresentar as perspectivas de aplicação de recursos no país. “Estamos convidando investidores a participar de investimentos em infraestrutura. A infraestrutura vai puxar a economia brasileira”, disse Mantega após a reunião.

Entre quinta (25) e sexta (27), o ministro de Relações Exteriores do Brasil, Luiz Alberto Figueiredo, irá se reunir com o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, para tratar das ações de espionagem dos EUA.

Segundo assessores do ministro, ele vai cobrar explicações sobre as denúncias de acesso a correspondências privadas, mas também irá frisar que o impasse político não pode afetar a relação comercial entre os dois países.

25/09/2013 07h39 - Atualizado em 25/09/2013 10h06 http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/09/apos-criticas-aos-eua-na-onu-dilma-vai-defender-que-pais-invista-no-brasil.html

 

6- XINGA E OFENDE O OBAMA E NA MESMA VIAGEM A NOVA YORK, DILMA IMPLORA INVESTIMENTOS AOS AMERICANOS.

COMUNISTAS FALIDOS - COMUNISTAS NÃO SABEM LIDAR COM DINHEIRO - SOCIALISMO SÃO VÁRIAS TEORIAS DERRUBADAS - CAPITALISMO E EMPREENDEDORISMO SÃO COMPROVADOS - OS BURGUÊSES NOS TIRARAM DA IDADE MÉDIA, ACABARAM COM OS FEUDOS COM O SIMPLES "COMÉRCIO"  http://www.suapesquisa.com/historia/dicionario/burguesia.htm

SOCIALISTAS SÃO DESCENDENTES DOS SENHORES FEUDAIS COM SEU DIREITO DE "INAUGURAR" AS NOIVAS (o gene defeituoso ficou).

 
7- Pela 1ª vez, Brasil tem resultado primário negativo em agosto

O setor público brasileiro registrou déficit primário de R$ 432 milhões no mês passado, primeiro resultado negativo para agosto desde o início da série em dezembro de 2001, afetado pelos maiores gastos com a Previdência, informou o Banco Central nesta segunda-feira.

O resultado foi bem pior que o esperado por analistas consultados pela Reuters, cuja mediana apontava para saldo positivo de R$ 1,85 bilhão. Em julho, o País havia registrado superávit primário de R$ 2,287 bilhões. Em 12 meses até agosto, a economia feita para pagamento de juros foi equivalente a 1,82% do Produto Interno Bruto (PIB), longe da meta do governo neste ano de 2,3%.

O BC informou ainda que o déficit nominal - receitas menos despesas, incluindo pagamento de juros - ficou em R$ 22,303 bilhões no mês passado, enquanto a dívida pública representou 33,8% do PIB. O déficit primário em agosto foi gerado pelo resultado negativo de R$ 55 milhões do governo central, formado pelo governo federal, BC e Previdência Social.

Em agosto, as contas públicas foram afetadas pelo início do pagamento do 13º salário a aposentados e pensionistas, aumentando o rombo da Previdência que, segundo o BC, ficou em R$ 5,733 bilhões no mês passado. Ainda segundo o BC, os Estados e municípios tiveram déficit de R$ 174 milhões no mês passado, enquanto que as empresas estatais tiveram saldo negativo R$ 203 milhões.

No acumulado do ano, o superávit primário soma R$ 54,013 bilhões, sendo R$ 37,441 bilhões feitos pelo governo central e R$ 16,774 bilhões economizados por Estados e municípios. A meta cheia de superávit primário para este ano era de R$ 155,9 bilhões, ou cerca de 3,1% do PIB, mas o governo já reduziu a meta a 2,3%. Os resultados fracos até agosto vieram também com o baixo dinamismo da receita, afetada pelo mau desempenho da atividade econômica do país, e altos gastos com custeio.

http://economia.terra.com.br/pela-1-vez-brasil-tem-resultado-primario-negativo-em-agosto,840891975a471410VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

 
Credibilidade do Brasil em Queda. Mais um Rebaixamento Financeiro
Credibilidade do Brasil em Queda 25
BRASIL TEM NOTA REBAIXADA escondida em meio ao REBAIXAMENTO DA PETROBRAS
BRASIL TEM NOTA REBAIXADA escondida em meio ao REBAIXAMENTO DA PETROBRAS 12
Socialismo é Teoria - Capitalismo é Comprovado - COMUNISMO É UM ENGANO
Socialismo é Teoria - Capitalismo é Comprovado 3

Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

comente: blog@artisnobilis.com

Voltar ao início do Blog